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Preço de passagens rodoviárias vive pior fase dos últimos 4 anos

O preço das passagens rodoviários é o mais baixo durante os últimos quatro anos.

Preço de passagens é o pior dos últimos quatro anos.

O preço cobrado pelas companhias de ônibus para embarcar em todo o Brasil vive a pior queda dos últimos quatro anos.
Os protestos e as manifestações generalizadas contra o aumento das tarifas para as passagens rodoviárias, durante junho do ano passado, contribuíram para que os passageiros desse tipo de serviço sofressem menos com os reajustes anuais promovidos pelas concessionárias.
Mesmo com a retomada do valor que era cobrado no início de 2013, os bilhetes para viagens de ônibus se mantem acessíveis para a maioria.
Entre o período anual de 2011 e 2012, aumentos consideráveis foram detectados por uma pesquisa encomendada pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o estado, junto com o Rio Grande do Sul é uma das regiões mais caras para se andar de ônibus.

Na época, a instituição avaliou os preços rodoviários fornecidos por 11 auto viações, em 89 viagens com destinos para 18 estados brasileiros, sempre com embarques feitos na capital mineira.
A pesquisa constatou elevações abusivas na tarifa para trechos até Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, deixando as passagens 45,7% mais caras, em Congonhas com 22,2% a cima do valor cobrado anteriormente e em Bom Sucesso, em Minas Gerais, com a mesma porcentagem.
Além de comprovar aumento gradativo nos preços dessas passagens, o Procon pôde comprovar muitas variações nos valores entre as companhia de ônibus.
Dados divulgados comprovaram que na época havia alterações de mais de 30% entre empresas concorrentes do mesmo trajeto. Comprar uma passagem para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por exemplo, poderia variar de R$99,87 a R$75,62 dependendo da companhia.

O mesmo aconteceu com um bilhete para Aparecida do Norte, (SP). A passagem apresentou variação significativa, de 16,75%, sendo comercializa por R$97,43 e R$83,45 a bordo do mesmo tipo de veículo.
Para evitar esse tipo de desperdício, a busca por bilhetes nas centrais de passagens rodoviárias online está facilitando a vida do consumidor.
Enquanto as companhias de transporte rodoviário sofrem para subsidiar gastos e remanejar receitas menores, o usuário é quem comemora. Pesquisas realizadas recentemente comprovam que a procura por viagens de ônibus aumento nos últimos 12 meses.

Preço de passagens de ônibus em 2014 volta a subir

Preço de passagens de ônibus nas principais capitais do Brasil volta a subir no começo de 2014. Prefeituras não tem como subsidiar os descontos.

Preço das passagens volta a subir

O resultado das reivindicações contra o aumento das passagens rodoviárias e as manifestações populares que tomaram conta do país a mais de seis meses, realmente parecem estar chegando ao fim.
O discurso que impede que companhias de transporte rodoviário elevem suas tarifas de operação voltou à tona no começo deste ano.
Apesar de o preço de passagens de ônibus ser mantido sem aumentos, depois dos protestos, a Confederação Nacional de Municípios, a CNM, apoia um novo reajuste imediato para aliviar as cobranças das empresas de transporte e pede aos governos estaduais e federal, a ampliação de subsídios para que parte desses serviços e a manutenção da frota possa ser financiada.

Segundo a direção da CNM, as cidades não possuem recurso próprio para compensar a receita das auto viações, e por isso, esperam novas intervenções do governo federal para que os bilhetes rodoviários não fiquem mais caros. “Ou o governo federal dá subsídio, ou os prefeitos não vão ter como fugir do aumento”, explicou Paulo Ziulkoski.
A Frente Nacional de Prefeitos, a FNP, também vê o aumento das passagens como algo inevitável. Para o órgão, as tarifas cobradas no setor não competem apenas para um determinado município e por essa razão sonha com aprovação do Reitup – Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros, que prevê novas desonerações na área.

Em junho do ano passado, a presidente Dilma Rousseff isentou as empresas de ônibus de pagarem o PIS e Cofins sobre o faturamento geral, atrasando o reajustes das passagens.
Agora, é pouco provável que ela amplie esses recursos para continuar mantendo o mesmo valor. Mesmo assim, por causa da eleição presidencial que acontecerá este ano, muitos esperam que isso possa acontecer.
O Rio de Janeiro foi um dos primeiros estados a aplicarem o aumento. Desde o dia 8 de fevereiro, as passagens de ônibus que antes eram compradas por R$ 2,75 agora custam R$ 3,00.
Em Porto Alegre, na capital do Rio Grande do Sul, a prefeitura também já promoveu o reajuste. O valor atual cobrado pelos bilhetes rodoviários era de R$ 2,80.

Valor da passagem de ônibus rodoviário é maior desde quinta

homem rico homem pobreHá cerca de uma semana o valor da passagem para ônibus rodoviários que circulam entre os estados e fora do país passou a ficar 6,9% mais caro através de uma resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada no Diário Oficial. O reajuste é praticamente duas vezes maior do que já havia sido concedido em 2012, com aumentos de 2,77%. Vale destacar que a decisão só é aplicada para as viagens com mais de 75 quilômetros de duração e por tanto não devem interferir no preço de passagens de ônibus municipais.

Apesar de o aumento contrariar as opiniões de quem vive com o pé na estrada, o anúncio já era aguardado e deveria ter sido praticado meses antes, segundo ordem do Ministério dos Transportes.

A mudança estava prevista para o dia 1º de julho, mas foi temporariamente cancelada por causa da série de protestos e manifestações contra o aumento das passagens que aconteceu por todo o Brasil. Agora mais de duas mil linhas de ônibus com trajetos de longa distância deverão sofrer o reajuste.

A justificativa para tornar o preço de passagens rodoviárias mais caro está no equilíbrio econômico-financeiro entre as companhias de transporte rodoviário interestadual e internacional que trabalham por permissão ou concessão. Para chegar até o valor divulgado, a ANTT analisou os coeficientes tarifários, calculando-os com base no índice de reajuste do óleo diesel, no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC e no Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA.

Quem também depende do transporte coletivo para trabalhar e se deslocar durante o dia, deve ficar atento a um novo índice específico para viagens com distâncias mais curtas. Para aqueles que se programaram e pretender embarcar em uma longa viagem com a família, a dica é pesquisar preços e escolher as melhores ofertas promovidas pelas companhias de ônibus através de sites especializados na comercialização de reservas rodoviárias, como o portal Quero Passagem. As compras podem ser feitas em menos de cinco minutos e o internauta tem a opção de selecionar as viagens mais acessíveis. Para comprar e pesquisar basta acessar o site www.queropassagem.com.br. Compras e viagens com antecedência também podem garantir bons descontos.

Baixos valores de passagens de onibus ainda não são tudo

Baixos preços de passagens insuficientes

Apesar dos passageiros conquistarem valores de passagens de onibus nas grandes capitais e várias cidades do Brasil o descontentamento e as reivindicações ainda estão presentes por parte daqueles que utilizam o serviço público diariamente. Em Poços de Caldas, Minais Gerais, por exemplo, a tarifa que era cobrada no valor de R$ 2,80 agora está valendo R$ 2,60 e mesmo assim não é motivo suficiente para ter a unanimidade das pessoas. Alguns ainda cobram mais qualidade no atendimento e o maior número de ônibus e linhas operantes. Segundo a manicure, Edna Maria Rodrigues, o motivo pelo pedido de mais linhas são os atrasos e a grande demanda nas viagens. “Está faltando ônibus para tanta gente que precisa trabalhar”, explica.

De qualquer maneira, ela e os companheiros de viagem também comemoram a redução no preço de passagens de ônibus. Para aqueles que dependem de mais de um ônibus ou condução por dia para chegar até o destino desejado lucra ainda mais com a mudança. Camila Amaral faz viagens longas e com a diminuição das tarifas vai poder economizar cerca de R$ 30 reais por dia. Empresários e cooperativas que oferecem vale transporte para seus funcionários também se incluem neste grupo. Dependendo do número de empregados, os descontos podem passar de R$ 1 mil reais por mês.

Como em todos os outros locais, a redução da tarifa em Minais Gerais foi anunciada na cidade depois de uma série de manifestações. No total, até então, foram registrados seis protestos contra o preço de passagens. Em uma das organizações de maior movimentação, 10 mil manifestantes estiveram presentes nas ruas de Poços de Caldas. A decisão veio após uma reunião entre o prefeito Eloísio do Carmo Lourenço e a Comissão de Tarifas da cidade formada por representantes de várias entidades de classe. A comissão é ordenada pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Reis, encarregado de analisar as condições cabíveis para diminuir preço de passagens rodoviárias. Ele como a maioria encontrou recursos para o feito através de desonerações de impostos como o PIS, Confins, IPI e carga de tributos na folha de pagamento das empresas de ônibus.

Sete capitais abaixam valores de passagens de onibus

 

Abaixando valores de passagens de ônibus

Os valores de passagens de onibus nunca sofreram tanta redução de uma única vez como está acontecendo agora. Pelo menos sete capitais brasileiras e mais 11 municípios no interior do litoral paulista anunciaram queda no valor cobrado pelas passagens de ônibus e trens depois que milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o aumento das tarifas. As capitais que abriram mão dos reajustes anuais foram Curitiba, Belo Horizonte, Aracaju, Natal, Cuiabá, Goiânia e Vitória. Desde o início do segundo semestre, a capital do Paraná registrou diminuição de 15 centavos no valor das passagens. O preço de passagens passou a ser comercializado de R$ 2,85 para R$ 2,70. Apesar disso o que a maioria dos passageiros quer é ver o antigo valor de R$ 2,60 voltar a vigorar.

Em BH, Minas Gerais, os preços chegaram a R$ 2,80 depois da redução de cinco centavos ser alcançada pela prefeitura. O benefício veio através de subsidio com a isenção do ISS – Imposto Sobre Serviços a companhias de ônibus. A manobra para promover o desconto foi à mesma utilizada em Campina Grande, no Pernambuco, com redução de 10 centavos da tarifa atual. Já em Aracaju o processo foi diferente. É a desoneração do PIS e o Cofins as empresas de ônibus que deram possibilidade da cidade oferecer um serviço de transporte público mais barato. Cerca de 10 centavos a menos para o bolso do passageiro.

Em Maceió e toda Alagoas as tarifas para se viajar com os coletivos não abaixou e nem subiu. O preço de passagens rodoviárias ficou paralisado em R$ 2,30 com ajuda da desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para as companhias. Municípios localizados no interior de São Paulo como Araraquara, Campinas, Presidente Prudente e São Carlos também diminuirão os valores. A média para andar de ônibus no interior é de R$ 2,60. Em São José dos Campos, duas reduções somaram queda de 30 centavos deixando a passagem no valor de R$ 3. O mesmo preço de passagens de ônibus cobrado em Jacareí, que reduziu a tarifa duas vezes até chegar o nesse valor.

Valores de passagens de onibus caem em 32 cidades do Sul

 

Valores de passagens de ônibus diminuem RS

Os valores de passagens de onibus cobrados em mais de 30 municípios do Estado do Rio Grande do Sul ficaram mais baixos. Dependendo da distância do local das linhas que atendem as cidades, a redução das tarifas de ônibus intermunicipal é de 4,69%. O benefício que garante o preço de passagens de ônibus mais justo está sendo contemplado desde o dia 22 de julho e pode fazer a diferença no bolso de passageiros gaúchos desse tipo de transporte que moram na região mais rica de Porto Alegre, na Capital. As cidades que cercam a região metropolitana do Sul foram às escolhidas para receber a mudança. A Agergs – Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul aprovou a diminuição das tarifas em quase 5% do valor total. A decisão aconteceu em votação pelo Conselho Superior da Agência.

Apesar da redução ser única, o preço de passagens rodoviárias cobrado para embarques pode variar proporcionalmente com o valor atual de cada viagem de ônibus. Nem todos os responsáveis pelas empresas de viação foram favoráveis à mudança. Companhias de transporte público que integram a Associação das Empresas dos Transportadores Intermunicipais de Passageiros – ATM e a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional – Metroplan, quando souberam que haveria a votação para redução das tarifas, tentaram adiar. De qualquer maneira, o pedido foi negado pelos peritos da Agergs. A justificativa da agência é de que a redução seria subsidiada com a isenção de impostos como o PIS/Cofins e diminuição na contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento dos funcionários dessas empresas.

Donos de empresas rodoviárias que fazem o serviço nas 32 cidades contempladas fizeram um apelo para que a redução das tarifas fosse menor. Eles reclamam que as despesas de insumos entre pneus e o óleo diesel estão muito altas. Mesmo antes dos valores abaixarem, o CETM – Conselho Estadual de Transporte Metropolitano promoveu o aumento de 5,88% no preço de passagens e pouco tempo depois pediu que um novo reajuste fosse atendido em mais 1,74%. Com a melhoria, milhares de usuários economizaram na hora de viajar de ônibus em rotas para o Estado gaúcho.

Valores de passagens de onibus podem mudar com o cartão BOM

Descontos preços de passagens cartão BOM

Os valores de passagens de onibus cobrados nos terminais da região metropolitana de São Paulo podem sair mais em conta no bolso do consumidor com a inclusão da linha de débito do Cartão BOM. O benefício é destinado para bilhetes de ônibus metropolitanos e pode começar a ser usado como cartão de débito pré-pago logo no início de outubro. O novo nome adequado para as compras de passagens, chamado de BOM + (mais), vai cobrar dos passageiros paulistas apenas uma taxa fixa com preço de passagens de ônibus de R$ 9,90 e poderá ter outras finalidades. Acontece que este cartão possui a bandeira Mastercard e por essa razão permite que o titular realize compras em qualquer loja ou estabelecimento comercial de qualquer natureza e pague outros serviços em locais credenciados e que recebam os créditos da empresa.

A comercialização e utilização do Cartão BOM passam das poltronas dos coletivos e do próprio comércio. Ele também é um facilitador para compras na internet. Para aproveitar as vantagens do cartão, cada usuário deve comprar o pacote do serviço desejado. Apesar de não ser possível utilizá-lo como cartão bancário para realizar saques em dinheiro, o preço de passagens acumulado pode ser aproveitado para carregar os créditos de aparelho celular. O que for depositado como crédito para viajar de ônibus não poderá ser revertido para outras aplicações, mesmo que elas sejam em compras. Apenas os valores do pré-pago é que podem ser usados para comprar as passagens rodoviárias.

O convênio que o cartão tem com bancos, loterias e até mesmo os estabelecimentos comerciais permitiu um pacote com pelo menos 10 mil pontos de recarga para serem usados inicialmente. O BOM + aceita que seus titulares possam acumular pontos para reservas rodoviárias e futuramente retirá-los em formas de pagamentos. Não é de hoje que o Bilhete de Ônibus Metropolitano já vem sendo testado pela população de São Paulo. Aproximadamente quatro milhões de pessoas dependem do transporte público na região, contando os ônibus intermunicipais e municipais, estações de trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e o metrô. A intensão da Secretaria Municipal dos Transportes da cidade é ampliar pelo menos 10% deste número que muitas vezes nem tem oportunidade de utilizar as poltronas.

 

Governo zera PIS para valores de passagens de ônibus pararem

Valores de passagem de ônibus pararem

 

Os valores de passagens de ônibus não deverão aumentar mais porque o Governo Federal preferiu isentar o PIS/COFINS nas taxas cobradas pelos veículos públicos, o que é válido para ônibus intermunicipais e metropolitanos, para bondes, trens e também para o metrô. Para o Ministério da Fazenda, zerar estes impostos é a melhor saída para congelar a inflação nos preços de passagens de ônibus que vem tendo aumentos regularmente. Pontualmente as cidades que mais sentem esses reajustes é São Paulo, na região Metropolitana e o Rio de Janeiro. A partir de dois de junho as tarifas cobradas para os ônibus, trens e o metrô de São Paulo é de R$ 3,20.

Os veículos de transporte que são operados pelas empresas Metra, EMTU e RTO terão seus valores reajustados em 6,67% para o segundo semestre. Os impostos que o Governo Federal quer paralisar tem peso de 3,65% sobre o preço de passagens. Apesar de acontecer o aumento no segundo semestre, o governo comemora. O reajuste ainda é menor do que a inflação acumulada. Para fugir destas tarifas indesejáveis para o bolso do cidadão, o poder público vem abrindo novas possiblidades em integrações de serviços rodoviários. O Bilhete Único, por exemplo, é um sistema de integração que possibilita a viagem com duração de três horas em até quatro ônibus diferentes, em ainda 64 quilômetros de trajeto contando com a ida e a volta.

Na região do ABC Paulista estes recursos ainda são mais limitados. O preço de passagens rodoviárias é de R$ 3,30 e a extensão é de apenas cinco quilômetros. Para poder segurar o valor das passagens, só a prefeitura de São Paulo vai ter que desembolsar R$ 1,25 bilhão. Apesar disso, os responsáveis afirmam que pagar pela redução de impostos traz diversos benefícios. Só de evitar que as tarifas aumentem no futuro provoca uma boa viabilidade no setor econômico. Quanto mais acessível, mais atrativo para população e eficaz no controle do trânsito e da poluição. Garantir que o custo dessas tarifas não caia apenas em cima dos passageiros pagantes é uma forma de assegurar serviços básicos com educação, saúde e trabalho.

Como calcular os valores de passagens de ônibus?

 

 Cálculo valores passagens ônibus

Será que os valores de passagens de ônibus são caros demais, ou apenas representam uma tarifa considerável para o tipo de serviço cobrado? A verdade é que não existe nenhuma companhia de viação que não circule sem a intensão de lucrar. Se ela pouco produz e não tem privilégios para transitar é natural que as tarifas subam para tentar igualar o faturamento previsto. Para calcular se o preço de passagens é equivalente é preciso levar em consideração uma série de aspectos importantes como a cidade de atuação e seus custos operacionais, a demanda pelo serviço e as linhas de cobertura, o tamanho e o piso salarial para o local e ainda as políticas de gratuidade.

Existem algumas cidades que acompanham os valores tabelados da GEIPOT – Grupo de Estudo da Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes. Essa relação também pode variar de acordo com adequações de cada município. Segundo empresas de ônibus, para elaborar o preço de passagens rodoviárias é preciso relacionar a quantidade de quilômetros percorridos e quantos passageiros serão transportados na viagem.  As companhias ainda cotam os preços dos gastos com a manutenção e reparo dos veículos e não deixam os índices de inflação e os tributos para trás. As condições do local por onde os veículos irão transitar também interferem nas despesas e por isso são levados em consideração. Existe uma diferença considerável quando se anda em locais sem asfalto e quando se está na rodovia, por exemplo.

Os tributos pagos nos ônibus são os mesmo gastos em carros luxuosos e roupas de marca internacional. O melhor caminho é a desoneração e os subsídios firmados entre as instituições licitatórias fazendo com que o preço de passagens de ônibus possa ser revertido como benefício para a população. As companhias defendem que as desonerações devem ajuda-las, barateando os combustíveis e os impostos pagos na compra dos próprios transportes coletivos. As vagas cedidas de forma gratuita poderiam ser mais exploradas pelo poder público brasileiro. Em média os financiamentos para este tipo de serviço é de 19%, o que equivale a 6% a menos do que é permitido. Hoje em dias são os idosos e estudantes que se apoderam deste recurso.

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