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Preço de passagens de ônibus intermunicipal sobe na Paraíba

Preço de passagem rodoviária sobe 7%.

Preço de passagem rodoviária sobe 7%.

O preço de passagens de ônibus intermunicipais para viagens no estado de Paraíba ficou 7% mais caro, desde o último domingo (9). Além do reajuste tarifário para o transporte rodoviário de passageiros, o valor para comprar uma passagem de balsa entre a travessia de Cabedelo a Costinha, também ficou mais caro. O aumento segue avaliação dos percentuais elevados pelo preço inflacionário nos últimos 12 meses. Apesar do descontentamento com o reajuste elevado já ser esperado por boa parte dos passageiros, a mudança aprovada pelo Conselho Executivo do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER) não correspondeu as expectativas das empresas rodoviárias responsáveis pelas viagens de ônibus entre linhas intermunicipais de Paraíba.

Para elas o valor ficou abaixo do pretendido para subsidiar reajustes salariais de funcionários, custos de operação como peças de reposição e insumos, e até os gastos com combustível. Quem depende do transporte coletivo para se deslocar até linhas urbanas e rodoviárias vai ter que pagar mais caro para continuar viajando. A linha Cabedelo/Costinha feita por transporte fluvial também está mais salgada para o bolso do usuário. As rotas rodoviárias mais movimentadas que passaram a reconhecer o aumento, partem da capital João Pessoa com destino a Cajazeiras, Conceição, Patos, Campina Grande, Guarabira, Itabaiana e Mamanguape. A linha rodoviária que mais subiu ficou cerca de R$ 6,00 mais cara. Confira o preço atualizado das passagens rodoviárias para ônibus urbanos de Paraíba:

João Pessoa/Alhandra – de R$ 6,25 para R$ 6,70
João Pessoa/Santa Rita  – de R$ 2,60 para R$ 2,85
João Pessoa/Santa Rita/Várzea Nova – de R$ 1,85 para R$ 2,00
João Pessoa/Cabedelo – de R$ 2,40 para R$ 2,55
João Pessoa/Renascer – de R$ 2,20 para R$ 2,35
João Pessoa/Conde – de R$ 3,90 para R$ 4,20
João Pessoa/Jacumã  – de R$ 6,25 para R$ 6,70
João Pessoa/Jacumã (via PB-008)  – de R$ 2,90 para R$ 3,10
João Pessoa/Bayeux  – de R$ 1,85 para R$ 2,00
João Pessoa/Bayeux/Sesi  – de R$ 1,20 para R$ 1,30
Campina Grande/Lagoa Seca  – de R$ 2,10  para R$ 2,25
Campina Grande/ Alagoa Nova – de R$ 4,10 para R$ 4,40
Campina Grande/Fagundes  – de R$ 3,85 para R$ 4,10
Campina Grande/ Serra Redonda – de R$ 4,10 para R$ 4,40
Campina Grande/Massaranduba  – de R$ 3,15 para R$ 3,35
Campina Grande/Queimadas – de R$ 3,15 para R$ 3,35
Mamanguape/Rio Tinto  – de R$ 1,60 para R$ 1,70

Subsídio aumenta para compensar valor da passagem de Sorocaba

Subsídio de gratuidades no transporte rodoviário.

Subsídio de gratuidades no transporte rodoviário.

No ano que vem, cerca de R$ 36 milhões deverão ser gastos para subsidiar o transporte público de Sorocaba. A estimativa que prevê aumento de 25% no orçamento comparado com o que foi gasto este ano, faz parte do montante não arrecadado nas viagens de ônibus grátis para idosos, ou em tarifas reduzidas, concedidas em programas realizados pelas companhias rodoviárias. Pelos números da Urbes – Trânsito e Transportes, a cidade paulista tem um custo anual de R$ 200 milhões para fixar o valor da passagem de ônibus. Para garantir as gratuidades embutidas neste valor, é preciso que a própria autarquia desembolse R$ 29,5 milhões do seu orçamento, com o repasse municipal de R$ 6,5 milhões, para completar a diferença.

Com este investimento é possível garantir o transporte coletivo de pelo menos 4,9 milhões de passageiros, todo o mês. É esse número que determina quanto as concessionárias irão faturar no final do mês, mesmo quando elas liberam a passagem de idosos e outros grupos favorecidos. Segundo a Urbes, até setembro deste ano, R$ 26 milhões já foram gastos em subsídios para as empresas de ônibus de Sorocaba. Deste total, cerca de R$ 2,8 milhões foram financiados para cobrir as despesas de operação das companhias. O subsídio ao sistema de transporte coletivo é gerado através dos custos não cobertos pela tarifa pública, como a Integração Temporal, a Redução Tarifária (programa Domingão); Serviço de Transporte Especial e as gratuidades que no município paulista, prevê o embarque gratuito de passageiros entre 60 e 64 anos.

Nos últimos anos, a procura pelas passagens de ônibus coletivo da cidade vem registrando aumentos de 2% a 3% anuais. Apesar de o número ser pequeno, está entusiasmando responsáveis por órgãos que controlam o setor rodoviário de Sorocaba. De qualquer maneira, é preciso acompanhar a situação em que o brasileiro enfrenta no seu cotidiano. É importante estar sempre em observação para avaliar qual é a situação real da economia e da parte social do país, já que desempregos e alta dos impostos podem reduzir significativamente o número de interessando no transporte público de médias e grandes cidades.

Valor da passagem decola enquanto faturamento das aviações cai

Procura por passagens rodoviárias sobe, mas faturamento cai.

Procura por passagens rodoviárias sobe, mas faturamento cai.

A preferência pelas viagens aéreas na hora de desembarcar em outro Estado ou simplesmente viajar em longas distâncias, não tem garantido bons negócios ao setor de aviação brasileiro. Segundo pesquisa da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, a maioria das grandes empresas de avião, com atuação no país está operando no vermelho e apesar da boa quantidade de vendas de passagens aéreas, não tem muito que comemorar. Dos últimos anos pra cá, o ônibus que até então era considerado o serviço de transporte mais popular, passou a ser apenas uma opção boa e barata. Serviço deixado de lado pelo paraibano Renato Alvez que percorre cerca de 2 mil km até o Rio de Janeiro para visitar a família. Para ele o tempo de viagem neste tipo de trajeto é o que mais conta na hora de reservar as passagens. O valor da passagem de ônibus também pode não compensar dependendo do dia e das promoções oferecidas por companhias aéreas. É o caso do eletricista Marcos, que economizou alguns trocados e reduziu a duração da viagem em mais de 40 horas.

Foi desde 2004 que o setor aéreo passou a se popularizar e roubar boa parte do número de passageiros rodoviários, chegando a subtrair 15% das compras rodoviárias para viagens de longa distância. Mesmo com a baixa, as companhias de ônibus ainda são responsáveis por transportar mais de 56,8 milhões de passageiros em linhas interestaduais. Por outro lado, só no ano passado, mais de 50 milhões de brasileiros migraram dos ônibus para dentro das aeronaves, um aumento de mais de 150% no fluxo das viagens aéreas. O problema é que o crescimento nos aeroportos não está favorecendo as empresas de aviação, já que as receitas não são capazes de cobrirem os custos operacionais, e por isso, o preço das passagens deve ser o primeiro item a sentir a discrepância entre as realidades que cercam o setor. Segundo especialistas, a tendência daqui pra frente é pagar mais caro pelos embarques em linhas de longa distância, uma situação que pode reverter este quadro nos próximos anos.

Passagens intermunicipais estão mais caras no Sul

Preço de passagens 2014 para linhas interestaduais no Brasil é mais caro do que em viagens internacionais.

Passagens interestaduais estão mais caras.

A Agergs – Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul aprovou na última quarta (27), o aumento tarifário para passagens intermunicipais na cidade de Venâncio Aires com destinos a outros municípios do Sul do Brasil. O reajuste aceito pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) deixa os bilhetes rodoviários 5,33% mais caros que do vinham sendo pagos recentemente. Estão livres da mudança, passageiros que embarcam em ônibus rodoviários até linhas sentido a região Metropolitana, Litoral, Sul e Noroeste do Rio Grande do Sul. As viagens até Porto Alegre já sofreram aumentos de 6,15% no transporte intermunicipal desde julho deste ano, pela mesma agência.

O valor mais caro das passagens em trajetos intermunicipais já havia sido praticado em janeiro de 2014 em 6,72%, portanto já é a segunda vez em que passageiros terão que desembolsar mais para embarcar. A Rodoviária de Venâncio Aires está com os preços das passagens em seu site oficial atualizados e com o percentual das passagens registrados no novo valor. Viagens de ônibus para Lajeado em linhas regulares passou a custar R$ 5,95, cerca de 30 centavos a mais do que era vendido até o momento. O serviço semi-direto, saltou de R$ 5,90 para R$ 6,25 para o mesmo trajeto. A cidade conhecida como Capital Nacional do Chimarrão também aumentou os preços de passagens rodoviárias para Santa Cruz do Sul, que deixou de valer R$ 5,75 para ser vendida por R$ 6,10.

Os ônibus semi-diretos, ou seja, os que não fazem paradas, chegaram a elevar suas tarifas rodoviárias em até 40 centavos. Para a Agergs, quanto mais demorada forem às viagens rodoviárias, menos o reajuste das passagens terá impactos no bolso do consumidor. Antes de o novo preço valer, as passagens de ônibus para Porto Alegre eram reservadas no valor de R$ 24,10, porém agora, com o reajuste em vigor, o valor médio é de R$ 25,45, apenas R$ 1,35 a mais. Nas linhas sem paradas para o mesmo destino, a tarifa ficou R$ 1,55 mais cara.

Venda aumenta, mas preço de passagens de ônibus fica intacto

Preço de passagem de ônibus não aumenta.

Preço de passagem de ônibus não aumenta.

Apesar dos portais de venda de passagens rodoviárias e das próprias companhias de ônibus registarem aumento na venda de seus serviços durante os últimos 30 dias, o preço para embarcar em veículos rodoviários até as cidades-sede da Copa do Mundo continuou sem elevação.
O congelamento tarifário nos bilhetes rodoviários que já era esperado antes da bola rolar no Mundial, cativou mais turistas durante todo o mês de junho. Sem contar com a grande procura de torcedores estrangeiros, principalmente de argentinos, que pouco utilizaram as viagens aéreas para se deslocar.
Só o site Quero Passagem, o primeiro do setor rodoviário a implantar pagamentos das passagens com cartão de crédito internacional, viu suas vendas decolarem em pelo menos 30% do que é comercializado todo mês.

Por causa da visibilidade do evento internacional, a startup lançada no final do ano passado se preparou para atender o maior número de estrangeiros, e além de extinguir a apresentação do CPF e oferecer moedas internacionais para reservar passagens, disponibilizou duas novas versões do portal traduzidas para o inglês e espanhol.
A demanda por viagens de ônibus até capitais menos badaladas, mas que receberam os jogos da Copa, também aumentou significantemente.
Os trajetos de ônibus foram uma opção mais lucrativa e prática para quem apenas queria sair do terminal rodoviário até os estádios de futebol.
Para o CEO da Quero Passagem, Lukasz Gieranczyk a regularização do governo que proíbe o aumento no preço de passagens de ônibus colaborou com o crescimento do interesse nas viagens feitas por companhias rodoviárias.

O setor tem pelo menos 40% a mais do fluxo de passageiros aéreos, os mesmos que tiveram que pagar um reajuste de 21,95% no valor das passagens durante a Copa do Mundo, segundo IBGE.
Apesar de muitos estrangeiros terem entrado nas fronteiras brasileiras através de carros e ônibus fretados, como mostrou uma pesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisa do Ministério, o aumento no interesse pelas passagens de ônibus foi de no mínimo 30%, como previa o Ministério do Turismo.
As empresas de transporte rodoviário do Brasil chegam a transportar juntas, entre linhas interestaduais e internacionais, mais de 140 milhões de pessoas, todos os anos.

Procura por passagens rodoviárias clandestinas cresce em feriado

O preço de passagens rodoviárias para linhas interestaduais está mais caro em Belém do Pará, durante o feriado de Carnaval.

Carro é a terceira opção de transporte dos baianos.

Apesar da maioria dos embarques em Salvador acontecerem dentro do terminal rodoviário da cidade, muitos baianos estão procurando pelas passagens rodoviárias clandestinas para chegar até seu destino mais rápido.
O transporte rodoviário alternativo e sem regulamentação registrou aumento significativo no último feriado de Corpus Christi, comemorado na quinta (19).
Muitas vans sem documentação e alguns ônibus particulares saíram do município de São João até cidades do interior do Estado.
A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicações da Bahia, Agerba, e policiais rodoviários federais e estaduais são os responsáveis pela fiscalização da prática que é considerada ilegal perante a justiça.

Mesmo pagando mais caro pelo serviço e não tendo as mesmas garantias oferecidas por companhias de ônibus legalizadas, muitos passageiros optam pelas viagens clandestinas por falta de opção no sistema tradicional. No norte do Brasil é comum esgotar a venda de passagens de ônibus em feriados prolongados, como o da última quinta. A maior concentração de vans e Kombis que organizaram as viagens, estava na Brasil gás, em um dos trechos da BR-324.
Quem prefere o serviço ilegal não tem seus direitos de consumidor assegurados, e o pior, fica a mercê do próprio motorista que define as paradas e até mesmo o trajeto a ser seguindo, já que na maioria das vezes são escolhidos caminhos alternativos para driblar a fiscalização e os pedágios.

Durante o feriado na capital da Bahia, cerca de 30 fiscais trabalham na rodoviária de Salvador e nas principais rodovias que ligam a cidade para coibir o transporte rodoviário clandestino. Os municípios de São Antônio de Jesus, Cruz Das Almas e Amargosa foram os destinos mais procurados pelos clientes dos motoristas de vans e ônibus ilegais que rondaram a cidade.
O preço pago para chegar até essas cidades variou de R$ 40 a 60, valor da passagem mais caro do que foi vendido nos guichês das rodoviárias.
Em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, a prefeitura da cidade proibiu a circulação de veículos clandestinos através de uma liminar. Apesar disso, a administração acabou cedendo depois que houve protesto. Agora os veículos podem rodar até o final do desse ano.

Copa do Mundo dita preço de passagens 2014

desconto em preço de passagem de ônibus

Preço de passagens aéreas sobem na Copa.

Com exceção das viagens realizadas através de companhias de ônibus, a Copa do Mundo fechou em alta o preço das passagens 2014 para passageiros de avião.
Nem mesmo com os anúncios de que as passagens aéreas iriam aumentar durante o Mundial, turistas que moram no Brasil e muitos estrangeiros deixaram de procurar os serviços de empresas pelos ares. A grande demanda pelas viagens da categoria fez que os preços das passagens disparassem assim que o evento tivesse início. Segundo informações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), mais de 20% de aumento já pode ser constatado em todas as tarifas aéreas.

Os dados foram divulgados na última quarta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e revelam a maior taxa inflacionaria do mês. O setor foi o que mais subiu no indicador mensal que mede os impactos da inflação. A contribuição alcançou 0,09 pontos porcentuais para a alta de 0,47% no IPCA-15 de junho.
Apesar de o reajuste geral ser considerado drástico, as elevações registradas separadamente por capitais que estão recebendo os jogos da Copa são ainda piores.
Só na capital da Bahia, por exemplo, esse mês está 37,39% mais caro para se viajar de avião. O número é parecido com o que acontece em Goiânia, local onde se vê a segunda maior acentuação no valor das passagens, com aumento de 33,87%. O Rio de Janeiro também teve alta de 33,53% para viagens durante a Copa.

Mesmo sendo uma das cidades-sede da competição, Belém é a capital que apresentou o aumento mais discreto, apenas 4,13% de reajuste.
Com os aumentos promovidos pelas empresas aéreas, o grupo Transportes se viu obrigado a deflagrar 0,50% de alta só neste mês. Segundo o próprio IBGE, as empresas de ônibus que oferecem linhas intermunicipais também aumentaram suas tarifas em 1,05%. Em contrapartida, os preços dos combustíveis deram uma trégua para as transportadoras brasileiras. Esse já é o mês mais barato com uma redução de 0,90%, comparados com 0,20% reduzidos no mês passado.
A gasolina está 0,35% mais barata do que o ano passado e o etanol 3,50% mais em conta.

Preço de passagens 2014 reacende disputa na Copa do Mundo

desconto em preço de passagem de ônibus

Preço de passagens aéreas caiem na Copa.

Se você acha que a maioria dos torcedores que moram no Brasil irá preferir as viagens de ônibus só por causa do preço de passagens 2014 abusivo das companhias aéreas, pode ter uma surpresa até o final do mundial.
Segundo último levantamento realizado entre o preço praticado pelas quatro das principais empresas aéreas do Brasil, uma queda de pelo menos 25% em destinos até as cidades-sedes da Copa do Mundo reacendeu a procura por bilhetes de avião.
Se não bastasse, há menos de um mês para a bolar rolar oficialmente, é possível encontrar ofertas para desembarques em aeroportos de algumas capitais com preços parecidos com o que é comercializado durante outras épocas do ano.

O destino mais procurado é válido para abertura do mundial, em Itaquera, zona leste de São Paulo e no palco da final, que acontecerá no Rio de Janeiro.
Quando foram divulgados pela primeira vez, no final do ano passado, os preços das passagens de avião para malha aérea da Copa, chegou a apresentar aumento superior a 100% do que já era cobrado anteriormente. A economia fez com que a procura por passagens rodoviárias disparasse.
Para se ter uma ideia, em outubro de 2013, uma viagem de avião entre a capital de São Paulo com o Rio de Janeiro não sairia por menos de R$1.500 para aqueles que garantem que irão assistir o jogo da final. Com o valor dá para reservar uma passagem de ida e volta até Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Quem pretende viajar com a Tam, Gol, Avianca ou a companhia Azul, deve ficar atento em relação ao horário do voo e o aeroporto de chegada para não ter surpresas desagradáveis na hora de comprar as passagens.
Mesmo com os preços mais acessíveis, viajar de avião durante esse mundial requer pesquisa e paciência antes de embarcar. Por causa do número reduzido de voos nos horários dos jogos, a disputa pelas poltronas também pode encarecer os bilhetes.
Os trajetos que levam até as capitais Fortaleza e Natal são os mais vendidos para a Copa do Mundo. Até o momento, mais da metade dos lugares já estão ocupados.

Preço de passagens de ônibus não é única aposta na Copa

Número de veículos pode ser diferencial

Número de veículos pode ser diferencial

Quem acha que a fixação no preço de passagens de ônibus durante os jogos da Copa do Mundo no Brasil será o principal combustível para aumentar a demanda de passageiros brasileiros e estrangeiros, pode estar enganado.
Além de colaborar com o bolso de quem já adquiriu os bilhetes para acompanhar os atletas direto dos estádios, várias empresas de ônibus do país pretendem apostar suas fichas no aumento de linhas extras e ampliação da frota assim que a competição começar.
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), Paulo Porto Lima, a disponibilidade de veículos extras será uma boa alternativa tanto quanto o preço das passagens mais em conta.

Segundo dados da associação, somando as companhias de ônibus que operam em linhas interestaduais, o Brasil conta com pelo menos 14 mil veículos em atuação, e tem capacidade para ampliar o quadro em até cinco vezes como já é praticado em feriados prolongados, entre Natal, Carnaval e Ano Novo.
De qualquer maneira, as linhas com até 600 quilômetros de distância serão as mais disputadas no setor.
Para a Abrati, as linhas rodoviárias que ligam municípios e capitais até as cidades-sede da Copa podem registrar aumento no fluxo de passageiros em até 15%.
As auto viações que venceram as licitações para linhas de médias e pequenas distâncias, já se preparam para receber um aumento na venda de passagens rodoviárias de até 30%.

Além do preço mais acessível e da disponibilidade de linhas e aumento da frota, várias companhias rodoviárias contrataram atendentes para realizar o atendimento bilíngue aos turistas estrangeiros que devem desembarcar em breve. Segundo a própria associação, são aguardados mais de 600 mil deles.
O terminal rodoviário que mais deve ser acessado durante o torneio está no Rio de Janeiro. A rodoviária Novo Rio garante que receberá um aumento de 30% para passageiros brasileiros e até 40% dos que moram fora do Brasil.
O local já está acostumado com esse tipo de lotação, já que recebeu 1,5 milhão de viajantes durante a Jornada Mundial da Juventude, sediada pelo governo carioca.
Mais de 70 milhões de brasileiros utilizam o transporte rodoviário todos os anos.

Itapemirim passagens suspende investimento até licitação

Setor aéreo é livre de taxas.

Setor aéreo é livre de taxas.

Parece mesmo que a diferença entre os tributos e impostos previstos em concessões do governo federal entre companhias rodoviárias e empresas aéreas, está causando impasses negativos no setor rodoviário.
Pelo menos a direção da Itapemirim passagens já disse em pronunciamento oficial que suspenderá investimentos em operação e ampliação da frota até que as licitações que competem às linhas interestaduais do Brasil voltem a vigorar – elas estão suspensas por ordem judicial.
O medo de quem administra empresas de ônibus está nas novas exigências do documento. Segundo a própria Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, o processo deve priorizar melhorias nos serviços prestados pelo setor rodoviário e diminuição no preço das passagens.

A Abrati, associação que reúne auto viações brasileiras, vê o anúncio como principal motivo pela desaceleração de investimentos feitos por executivos das empresas nos últimos 12 meses.
Além da redução de gastos, os custos com as garagens também passam por reformulação.
A reclamação em relação às companhias aéreas é movida pela isenção do ICMS. A aviação civil está livre do imposto, enquanto as transportadoras são obrigadas pela ANTT a pagarem taxas de até 18% sobre o valor das passagens rodoviárias.
A agência admite que os impostos prejudicam o avanço dos investimentos e da compra no meio rodoviário, mas defende a medida com o argumento de que os dois serviços de transporte irão se alinhar no mesmo nível de qualidade.
Mesmo que seja cobrado, o transporte rodoviário interestadual é considerado público para o governo.

É justamente por esse motivo que a atividade é disputada em licitações com oferta mínima de linhas regulares e imposição de tarifas.
Ao contrário do que acontece nas viagens de avião, onde não há controle que determine o valor das passagens, a disponibilidade de novas linhas apenas depende da capacidade dos aeroportos.
O preço praticado na hora de comprar passagens é tão influente que as empresas rodoviárias tiveram que conviver com uma perda de mais de 7 milhões de passageiros nos últimos oito anos.
Apesar dos avanços e da maior procura pelas viagens de ônibus, até hoje, donos de empresas de transporte rodoviário estão se empenhando para recuperar boa parte dos clientes que partiram para os aeroportos.

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