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Preços de passagens de ônibus podem impactar economia

desconto em preço de passagem de ônibus

Preço de passagens pode mexer no bolso do consumidor.

Se os preços de passagens de ônibus subirem ou despencarem de uma hora pra outra, certamente o bolso do consumidor brasileiro vai sentir. Segundo especialistas em economia, o transporte, considerado uma dos serviços básicos mais utilizados pela população brasileira, também está interligado com outros setores de interesse da maioria, e por isso, sempre que tem seu valor alterado, pode causar impactos na economia. Tem vive de até dois salários mínimos, sente mais quando o valor dos serviços básicos são alterados, seja quando sobem ou quando precisam de subsídios para se tornarem mais acessíveis ao bolso do cidadão.

Quem depende diariamente do veículo rodoviário para trabalhar, e paga em média R$ 3 pela passagem de ônibus ou do Metrô, terá um gasto no final do mês de pelo menos R$ 120, levando em consideração as viagens de ida e volta. Se a mesma tarifa fosse praticada a R$ 1, a economia no final do mês seria de mais de 50%, o que traria mais benefícios para o orçamento do passageiro rodoviário. Em contrapartida, viabilizar propostas desse tipo requer estudos detalhados. Reduzir até dois terços do que é gasto para comprar as passagens rodoviárias, pode gerar uma economia de R$ 80 para cada usuário que pagava R$ 3 em tarifas. A diferença é equivalente a mais de mais de 10% de um salário mínimo, podendo ser bastante impactante para famílias de baixa renda.

De qualquer forma, as políticas salariais adotadas por empresas regularizadas devem continuar. Para especialistas, com a diminuição nas tarifas do vale-transporte, seria possível melhorar a remuneração dos funcionários, porém, esse meio compensatório dificilmente funciona, já que a legislação brasileira prevê incentivos fiscais e isenção de IPI, compensando valores ao consumidor através de descontos em impostos, que pouco diminuem ou nada mudam em muitos casos. Com as reduções no preço das passagens, os custos no valor de R$ 90 milhões mensais destinados às gratuidades, passariam a ser contabilizados em pelo menos R$ 112 milhões, e a arrecadação com IPVA, somada em R$ 800 milhões anuais, por exemplo, seria desviada para subsidiar o acréscimo das despesas.

Horário de verão interrompe venda de passagens rodoviárias

Para evitar dúvidas no embarque durante o horário de verão, venda de passagens rodoviárias é suspensa.

Dúvida nos horários de ônibus.

O horário de verão que adianta uma hora no relógio dos brasileiros, fez com que a venda de passagens rodoviárias nas três rodoviárias de São Paulo fosse suspensa por pelo menos uma hora. Por causa do novo horário, praticado desde a madrugada do último domingo (19), os terminais rodoviários da capital paulista suspenderam seus embarques durante o momento da mudança do horário, que aconteceu entre as 0h e 0h59 de sábado para domingo. Neste período ninguém pôde reservar as passagens de ônibus para embarcar. Responsável pela proibição, a Socicam – empresa que administra as três estações rodoviárias de São Paulo, decidiu interromper a venda na marcação do novo horário, para evitar perdas e dúvidas na hora de viajar.

Quem chegou ou partiu do terminal Tietê (Zona Norte da capital), Barra Funda (Zona Oeste) ou Jabaquara (Zona Sul), às 23h59, não encontrou mudanças no local. Segundo a administradora, os veículos rodoviários com partidas marcadas até este horário, viajaram normalmente. Apesar da paralisação de uma hora, as empresas rodoviárias que operam em São Paulo aprovaram a medida, já que é comum gerar tumultos e confusões justamente no momento é que é feito o adiantamento dos ponteiros, para obedecer ao horário de verão. Durante o final de semana, a Socicam disponibilizou um atendimento telefônico para esclarecer dúvidas e informar passageiros sobre os horários de ônibus das rodoviárias da cidade.

As companhias de ônibus também foram liberadas para prestarem informações diretamente aos seus clientes. Mesmo com o movimento intenso, registrado diariamente nos corredores da rodoviária do Tietê, em soma as demais estações de transporte público e interestadual, poucas viagens rodoviárias neste período de interrupção acontecem nos terminais. A maioria dos embarques realizados neste horário é registrada em linhas de média e longa distância, por passageiros que querem viajar para outras cidades de São Paulo, ou até mesmo ir para outro Estado. O horário de verão acontece uma vez ao ano e dura toda a estação mais quente do ano, com intuito de estabilizar o nível de reservatórios de hidrelétricas, aumentando a produção sem ampliar o uso regular de energia elétrica.

Venda aumenta, mas preço de passagens de ônibus fica intacto

Preço de passagem de ônibus não aumenta.

Preço de passagem de ônibus não aumenta.

Apesar dos portais de venda de passagens rodoviárias e das próprias companhias de ônibus registarem aumento na venda de seus serviços durante os últimos 30 dias, o preço para embarcar em veículos rodoviários até as cidades-sede da Copa do Mundo continuou sem elevação.
O congelamento tarifário nos bilhetes rodoviários que já era esperado antes da bola rolar no Mundial, cativou mais turistas durante todo o mês de junho. Sem contar com a grande procura de torcedores estrangeiros, principalmente de argentinos, que pouco utilizaram as viagens aéreas para se deslocar.
Só o site Quero Passagem, o primeiro do setor rodoviário a implantar pagamentos das passagens com cartão de crédito internacional, viu suas vendas decolarem em pelo menos 30% do que é comercializado todo mês.

Por causa da visibilidade do evento internacional, a startup lançada no final do ano passado se preparou para atender o maior número de estrangeiros, e além de extinguir a apresentação do CPF e oferecer moedas internacionais para reservar passagens, disponibilizou duas novas versões do portal traduzidas para o inglês e espanhol.
A demanda por viagens de ônibus até capitais menos badaladas, mas que receberam os jogos da Copa, também aumentou significantemente.
Os trajetos de ônibus foram uma opção mais lucrativa e prática para quem apenas queria sair do terminal rodoviário até os estádios de futebol.
Para o CEO da Quero Passagem, Lukasz Gieranczyk a regularização do governo que proíbe o aumento no preço de passagens de ônibus colaborou com o crescimento do interesse nas viagens feitas por companhias rodoviárias.

O setor tem pelo menos 40% a mais do fluxo de passageiros aéreos, os mesmos que tiveram que pagar um reajuste de 21,95% no valor das passagens durante a Copa do Mundo, segundo IBGE.
Apesar de muitos estrangeiros terem entrado nas fronteiras brasileiras através de carros e ônibus fretados, como mostrou uma pesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisa do Ministério, o aumento no interesse pelas passagens de ônibus foi de no mínimo 30%, como previa o Ministério do Turismo.
As empresas de transporte rodoviário do Brasil chegam a transportar juntas, entre linhas interestaduais e internacionais, mais de 140 milhões de pessoas, todos os anos.

Protestos contra o valor da passagem toma conta de Goiânia

Motoristas querem aumento salarial.

Motoristas querem aumento salarial.

Além de cobradores e motoristas de ônibus cruzarem os braços até que aprovem aumentos salariais superiores a 10%, passageiros e usuários do serviço rodoviário decidiram protestar contra o valor da passagem na capital de Goiás.
Pelo menos 100 pessoas manifestaram revolta contra o reajuste das tarifas de ônibus durante protesto pelas principais avenidas do centro de Goiânia, ontem à tarde (21).
O grupo exigia a revogação do preço das passagens e cobrava melhorias no serviço de transporte público.
Segundo a Polícia Militar, o manifesto foi acompanhado por funcionários de empresas de ônibus que estão descontentes com sua situação salarial.

Os manifestantes se reuniram a frente ao Teatro Goiânia por volta das 13 horas e percorreram pela Avenida Anhanguera com destino a sede do Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo de Passageiros de Goiânia (Setransp). É de lá que partem mais da metade das decisões sobre os preços dos serviços e o valor pago para cada categoria.
O grupo formado por jovens e estudantes chamou atenção de quem estava no sindicato com gritos e palavras de ordem desqualificando a frota dos ônibus que atende a cidade e toda Região Metropolitana.
A Praça do Bandeirante que fica na região central de Goiânia também foi ponto para as manifestações. A praça foi o último local a receber os ativistas até todos se dispersarem. De acordo com informações da PM, a ação durou pouco mais de 1 hora e não houve necessidade de intervenção policial.

Considerada pacífica, a marcha foi acompanha pelos policiais do Estado desde o início.
Por causa da localização, quem voltava ao trabalho pelas imediações de ônibus ou com veículo próprio teve de ter um pouco de paciência.
O trânsito voltou a funcionar normalmente antes das 15h, assim que o protesto terminou.
Homologado desde sábado (17), o preço das passagens de ônibus para a Região Metropolitana de Belém (RMB) saltou de R$2,20 para R$2,40, a partir de segunda-feira, dia 19.
Muita gente foi pega de surpresa e embarcou nos veículos rodoviários sem saber do aumento. Indignados, teve passageiro que precisou voltar porque levava o dinheiro contato para pagar as passagens.

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