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Confira o preço de passagens em pacotes para baixa temporada

baixa temporadaSe a intenção for economizar não há hora melhor. Esta baixa temporada de 2017 tem tudo para ser uma das mais economias no bolso daqueles que pretendem viajar por estados brasileiros, longe das datas mais badaladas. Acredite se quiser, mas os preços de pacotes de viagem incluindo as passagens rodoviárias, alimentação e o hotel, devem ficar até 40% mais baratos entre os meses de agosto e novembro. Já que a baixa pelo valor dos serviços para garantir maior ocupação neste período tem sido praticado sem exceções. Resumindo, essa é a melhor oportunidade para garantir um passeio sem estreitar as economias do final do mês, já que estamos com tarifas de baixa temporada por todas as regiões do Brasil.

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Há pacotes com duração de uma semana com destino a capital do Ceará, com tudo incluso, gerando diferença de R$ 1.488 para R$ 998, o equivalente a 32% mais barato em comparação com outros meses. Vale ressaltar que este pacote inclui viagem de avião, sendo que se opção fosse viajar por terra, o preço certamente seria ainda mais em conta.

Passagem aérea: a grande vilã

Não há tempo bom para “pechinchar” nas tarifas aéreas. E o pior, quanto maior a proximidade com a data da viagem e maior for a procura pelo serviço, mais cara é o valor da passagem de avião. É por isso que o serviço é o item que mais encarre no preço final da viagem realizada no Brasil, cuja variação de preço só tem aumentando depois que a crise econômica passou a ser uma realidade no cotidiano dos brasileiros. A dica, no entanto, é procurar serviços que são comercializados integralmente, em pacotes e parcerias que permitem o repasse de descontos para garantir mais demanda em tempos de baixa temporada.

Preço das passagens tem relação com poltronas vazias

poltronas vaziasA crise econômica tem obrigado empresas de ônibus a se mexerem para espantar o risco de falência, para bem longe. Uma das medidas que boa parte das companhias de ônibus realiza em períodos de alta temporada é o remanejamento das passagens, para viajar com o ônibus em lotação máxima, ou próxima da capacidade limite para operar. Dessa forma, as empresas melhor administram os custos de operação de sua frota e economizam com a logística de transporte em linhas que atendem em veículos simultaneamente. E quem embarca em veículos em horários isolados, pode ter de desembolsar uma quantia maior na compra da passagem de ônibus.

Transporte Rodoviário

A redução no número de interessados pelas passagens rodoviárias do Rio Grande do Sul é uma das situações que jogam a favor do aumento tarifário dos últimos anos. O reajuste elevado no preço dos bilhetes do município gaúcho de Venâncio Aires ilustra bem o quanto a demanda pelo serviço pode interferir na hora de reservar a passagem. Segundo estudo divulgado pelo Tribunal de Contas, Venâncio Alves está entre as três cidades do Estado com maior valor de tarifa de ônibus urbano, perdendo apenas para a capital e o município de Viamão, comercializando passagens no valor de R$ 2,90. O curioso é que a cidade já chegou a comercializar uma das tarifas mais baratas do Rio Grande do Sul. Do fim de ano pra cá, o preço das passagens ficou 30 centavos mais caro.

O motivo, além do número de passageiros por quilômetro rodado também se refere a elevação dos gastos com insumos das empresas rodoviárias, além do aumento de 10% das gratuidades destinadas a idosos e deficientes do município. O preço do combustível, a valorização da mão de obra e a renovação das frotas também ajudam a engrossar o valor dos bilhetes. Chega quase a 60 mil o número de passageiros que é transportado mensalmente através dos ônibus de Venâncio Alves. Entretanto, a viação Chimatur, responsável pelo transporte coletivo da

Embarque da rodoviária de Campo Grande sobe em 2017

rodoviária de Campo GrandeÉ só virar o ano para a passagem de ônibus da rodoviária de Campo Grande ficar mais cara. O aumento na tarifa de embarque foi autorizado pela prefeitura da cidade e deve vigorar a partir do dia 1º de janeiro. Até lá, dá pra utilizar o serviço rodoviário da capital sem pegar um acréscimo de quase 11%. Com a mudança, o preço da passagem com saída para municípios do interior do Estado subirá de R$ 3,90 para R$ 4,33. As viagens interestaduais (para outros estados), também estão na mira do reajuste, agora passam a valer R$ 5,98, dos R$ 5,40 atualmente contabilizados por quem depende do transporte para se deslocar. O valor é o mesmo para quem viajar com destino a outro país, em viagens internacionais que são operadas por empresas que atuam no terminal rodoviário. Para embarques em linhas metropolitanas, o valor tabelado será de R$ 0,91 (centavos).

Passagem de ônibus mais cara

A diferença de preço também deve impactar no preço final das passagens, em diversos serviços (rodoviário, intermunicipal e interestadual), já que a tarifa de acostamento do terminal, justamente aquela que a empresa arca para utilizar a infraestrutura da rodoviária, será cobrada das companhias no valor de R$ 16,60 – e provavelmente repassada para o consumidor. Desde a última concessão depois de sua inauguração em 2010, é a Socicam quem administra o terminal rodoviário da capital do Mato Grosso do Sul. O local possui 25 plataformas de embarque e desembarque, com 38 guichês de venda de passagens de diferentes companhias, além de salas comerciais, guarda-volumes e estacionamento privativo. Os procedimentos administrativos a serem adotados pela Concessionária do Terminal Rodoviário de Campo Grande (CTRCG), para aplicação do reajuste tarifário deverão ser determinados pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agereg) de Campo Grande, através de atos normativos.

Preço de passagem aérea sobe enquanto passageiro cai

passagem áereaMesmo com o saldo negativo no número de interessados em voar pelo Brasil, durante o primeiro semestre deste ano, as companhias aéreas continuam aumentando o preço das passagens para diversos destinos. Segundo informações da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, o preço médio para viajar de avião durante os seis primeiros meses de 2016 está 0,2% mais caro, em comparação ao mesmo período do ano passado. O curioso é que o setor não vem vivendo um bom momento, deste que a crise econômica se instalou no Brasil.

Para se ter uma ideia, só no primeiro semestre deste ano, 4,7 milhões de embarques aéreos deixaram de ser realizados. No ano passado, 26,5 milhões de passageiros foram até aeroportos do Brasil para viajar, contra apenas 21,8 milhões já registrados neste ano. Isso representa uma queda de 18% nos assentos comercializados pelas principais companhias de aviação que operam no país. Esse é o pior cenário enfrentado pelas empresas de aviação desde o primeiro semestre de 2002. Atualmente, o preço da passagem aérea cobrado por aqui, se enquadra na média de R$ 322,44, já com a inflação imposta no início do ano.

As passagens de até R$ 300 correspondem à maioria da procura por quem prefere viajar pelos ares. Segundo levantamento, 58,3% das compras do setor são feitas para trajetos desta faixa de preço. A concentração entre passagens de até R$ 1 mil somam cerca de 35,8% das vendas. Todas as faixas tiveram uma queda no número de assentos reservados, em comparação com o ano passado. Tanto a Anac quanto a Abear – Associação Brasileira das Empresas Aéreas garantem que a queda no número de passageiros de avião tem prejudicado a operação das empresas, obrigando-as a reduzirem voos e fechar várias linhas, para equiparar a oferta de assentos. A redução até o mês de agosto é de 6%. Com o impacto, as empresas também elevaram a distância média percorrida em cada viagem, atingindo 1.118 quilometro por viagem, superior ao que foi alcançado percentualmente em 2002.

Preço de passagem aérea sobe 21% no primeiro semestre de 2016

viagens aéreasComo já era previsível, voar em 2016 ficou mais caro do que visitar outros Estados de ônibus. Em um momento de crise econômica e recessão, tudo ficou mais difícil para as empresas de aviação. E o caminho foi aumentar o preço das passagens, confirmando o que a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) já havia imaginado no final do ano passado. Pesquisas feitas através de e-commerces do setor mostram que o preço da passagem aérea subiu cerca de 20%, no primeiro semestre deste ano, elevando o valor médio que antes era de R$ 663,00 para R$ 807,82.

O estudo também revelou que os destinos mais procurados neste ano, foram aqui no Brasil, principalmente para capitais onde há grande concentração de pessoas em determinadas épocas do ano. Como acontece em Salvador, que recebe turistas de todo o país, durante o Carnaval, e o Rio de Janeiro, que sediou neste ano, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos – esta inclusive foi uma das alternativas que as companhias aéreas encontraram para lucrar durante a crise, aumentaram o preço do serviço, justamente no momento em que mais tinham demanda, por se tratar de um evento prestigiado pelo mundo todo.

Compras online durante a crise

Contratar o serviço ou comprar o produto pela internet é bom, pesquisar nem tanto. Pelo menos é isso que acontece quando consumidores e turistas decidem tirar algumas horas em frente ao computador, em busca de ofertas e preços acessíveis antes de reservar a passagem. Quem compara os veículos e preços entre eles, podem ter uma justificativa a mais para aposentar o transporte “sob assas”, principalmente quando o destino fica no Estado ao lado. Por outro lado, as informações compartilhadas pelas agências de turismo online ajudam o consumidor a viajar com mais calma e agilidade. É importante saber as regras de cada viagem e companhia, antes de comprar a passagem e enfrentar imprevistos durante o embarque.

ANTT autoriza reajuste tarifário para linhas interestaduais

Passagem mais cara

Passagem mais cara

Agora é oficial: chegou a hora de pagar mais caro para viajar de ônibus pelo Brasil. Com a nova resolução da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) as linhas interestaduais e internacionais com mais de 75 km de distância sofreram reajuste de aproximadamente 10%, desde o dia 1 de julho. Apesar de fazer diferença na hora da compra, o aumento praticado no ano passado foi ainda maior. O escriturário Emerson Lagoano, que reside no interior de São Paulo explica que o aumento inesperado poderia ser gasto com alimentação e hospedagem, durante as viagens de ônibus. Ele e o irmão mais novo enfrentam a maratona de ir para São Paulo, uma vez por semana, em busca de trabalho.

Em Mogi das Cruzes, no único terminal rodoviário da cidade, as linhas que vão até Belo Horizonte e Rio de Janeiro também estão mais caras. Tanto na compra direto do guichê da rodoviária, quanto na internet, o preço da passagens de ônibus são automaticamente aplicado. Quem reservar o bilhete pelo site Quero Passagem, por exemplo, vai ter de pagar cerca de R$ 10 a mais, em viagens de Mogi das Cruzes até Belo Horizonte. O trajeto custa em média R$ 110 para viagem de ida. Já para linhas até o Rio de Janeiro, a passagem é um pouco mais barata, podendo ser reservada por menos de R$ 100.

Belém do Pará
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (DIEESE-PA) calculou que em média os passageiros gastam R$ 540 para sair de Belém até o Rio de Janeiro, e agora com o novo reajuste tarifário, irão gastar cerca de R$ 600. Para se deslocar até São Luiz, o preço da passagem já calculado com o aumento é de R$ 110. As distâncias percorridas inferiores a 75 km também devem ficar mais caras em breve. A expectativa é de que a mesma porcentagem do aumento seja cobrada em linhas intermunicipais até a segunda semana de Julho começar.

Rodoviária de Belém vê preço de passagem subir em feriado

preço de passagensSe você pretende viajar de ônibus durante o próximo feriado em Belém, é melhor preparar o bolso.  No último feriado prolongado (27), as passagens rodoviárias e de barco do município paraense ficaram mais de 15% mais caras. Medido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), o valor é praticado em passagens que dão direito a embarques entre bairros e municípios vizinhos da capital. Quem viajou rumo aos balneários de Outeiro e Mosqueiro, em Belém teve de pagar uma diferença de até 45 centavos. As passagens de ônibus passaram de R$ 3,90 para R$ 4,35, registrando um aumento bem significativo em relação ao mesmo período do ano passado.

Além de tudo, não foi só o transporte rodoviário que ficou mais caro nesta época do ano. O combustível também encareceu em 20%, na comparação dos últimos 12 meses. É um aumento que pode fazer muita diferença na hora de calcular e atualizar o valor das passagens. Com tanta inflação, o movimento ficou mais discreto durante o último feriado. Para se ter uma ideia, no Terminal Hidroviário de Belém, uma embarcação com capacidade para até 800 passageiros viajou com menos da metade de sua capacidade, rumo ao Marajó. O mesmo aconteceu no terminal rodoviário da capital, que não teve grande aglomeração de pessoas durante a sexta-feira santa. Os dias de maior movimento se concentraram na véspera do feriado e durante o final de semana.

Apesar da queda no movimento, a administração da rodoviária de Belém reforçou a frota municipal com 50 veículos extras para linhas com destino a Mosqueiro e mais 30 ônibus partindo para Outeiro. Quem depende do transporte rodoviário de Belém para se deslocar deve guardar uns trocados a mais para embarcar neste próximo feriado, do dia 21 de Abril. Mas vale ressaltar que o aumento não interfere no preço das passagens de ônibus interestaduais, com saída do terminal rodoviário de Belém. Já que os reajustes das passagens acontecem apenas uma vez por ano e por lei é proibido o aumento no preço dos embarques sem autorização da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres.

Gaúchos recarregam cartão para fugir de reajuste nas passagens

viajar de ônibusQuem não carregou, não carrega mais. Depois que a prefeitura de Porto Alegre anunciou que o preço das passagens rodoviárias da capital irá sofrer reajuste, foi uma correria danada. Tudo para garantir a última recarga do cartão TRI com o valor atual. O anúncio dado em meados do mês passado garante que os embarques ficarão 50 centavos mais caro – um aumento que fará muita diferença no orçamento de quem depende do veículo para ir e voltar do trabalho. É o caso de Elza Maricotto, 40 anos, que utiliza o coletivo para atravessar o centro da cidade, até chegar ao condomínio, onde trabalha.

Ela enfrentou filas para fazer a última recarga, depois que soube pelo rádio que o preço da passagem irá subir. O valor da recarga antiga tem validade para os próximos 60 dias. Elza disse que não sabe com a empresa irá reagir diante do reajuste, já que ela recebe o benefício do vale transporte para poder se deslocar de ônibus. Quem tem que tirar o “dimdim” do bolso está preocupado, como conta a vendedora Monica Souza, que pega em média, quatro ônibus para visitar o comércio em busca de trabalho. “Quem mora longe sofre mais com esse tipo de aumento. Infelizmente não vou poder me deslocar como antes, até que eu consiga um emprego”, lamentou.

Praticado em R$ 3,25, o valor da passagem de ônibus de Porto Alegre passa a valer a partir do mês de março R$ 3,75, em linhas urbanas e coletivos de integração entre os bairros da cidade. O aumento faz parte da nova licitação do transporte público de POA. O documento também garante a renovação de 296 coletivos e prevê tarifas maiores em lotações, saindo de R$ 4,85 para R$ 5,60. O aumento é correspondente a mais de 15% do valor atual, sobe cálculo acrescido pela inflação (IPCA) dos últimos sete meses e do dissídio dos rodoviários – a categoria recebeu aumento salarial de mais de 11% – o maior entre todas as capitais do Brasil.

Preço da passagem de avião está mais caro do que no ano passado

Passagens estão 5% mais caras

Passagens estão 5% mais caras

Voar pelo Brasil em 2015 está pelo menos 5% mais caro, na comparação do mesmo período de 2014, segundo informação da Anac (Agência Nacional  de Aviação Civil). Se as tarifas forem comparadas com os preços praticados há dois anos, a diferença seria ainda maior, já que o consumidor pagava de uma passagem aérea o preço médio de R$ 347,65, contra R$ 330,25 registrados no ano passado. De acordo com a Anac, as viagens aéreas com preços superiores a R$ 1.500, não chegaram a somar 1% do total de reservas registradas pelo setor, em 2014. Mais da metade dos interessados pelas passagens de avião não pagaram mais de R$ 300 para viajar pelo Brasil, durante o segundo semestre do ano passado. Só no ano passado, mais de 53,5 milhões de assentos foram ocupados durante 2014. O número corresponde ao mesmo percentual de embarques realizados por empresas aéreas, referindo ao público maior de idade.

De cinco anos pra cá, o preço das passagens aéreas vem oscilando conforme a desaceleração econômica nacional. Além da procura ser menor, o número de poltronas ocupadas, com valores mais acessíveis, também tem sido mais discreto. A análise da Anac aponta que a alta no dólar dentro do país, e o aumento no preço do combustível que abastece as aeronaves, têm gerado mais de 50% dos custos operacionais das companhias aéreas, nos últimos 20 meses. Com a má fase no bolso dos brasileiros, as agências aéreas devem se preparar para uma resseção ainda maior. Tudo indica que a busca pelo transporte aéreo será bem menor, diferente do que se via antigamente, em tempos de alta temporada.

Viagens noturnas mais caras
O preço das passagens áreas para voos noturnos pode custar três vezes mais, revela pesquisa da agência ViajaNet. Ao contrário do que muitos imaginam, voar durante o dia pode significar economia de até 190%. A ponte aérea do Rio de Janeiro a São Paulo, a mais movimentada do Brasil, é um bom exemplo para se comparar o preço das passagens entre o dia e a noite. Por lá, a passagem aérea está sendo reservada a R$ 235, enquanto que a mesma viagem realizada pela mesma companhia de avião vende a passagem a R$ 80, se o trajeto for feito durante o dia.

Passagem de ônibus de Itajaí sofre reajuste pela segunda vez

O jeito vai ser recorrer as bicicletas.

O jeito vai ser recorrer as bicicletas.

Esta é a segunda vez no ano em que o passageiro de ônibus de Itajaí, Santa Catarina, terá de pagar mais caro para embarcar nos ônibus rodoviários da cidade. Há seis meses, o sistema de transporte público sofreu reajuste, elevando a tarifa rodoviária para R$ 3,00 para reservas antecipadas e R$ 3,30 para compras na hora de embarcar. Com o aumento praticado no mês passado, equivalente a 9%, o preço do serviço varia de R$ 3,27 a R$ 3,60. O custo para recarregar o cartão do transporte vai ficar R$8,10 mais caro.

Reposição é necessária

Para a prefeitura de Itajaí, o aumento no preço das passagens rodoviárias se dá as taxas inflacionárias que vêm desequilibrando as finanças das auto viações, comprometendo a qualidade na prestação do serviço. Segundo o departamento de Urbanismo da cidade, o preço do combustível, do óleo e das peças de reposição ajudou a prefeitura a recalcular, junto às empresas rodoviárias, o reajuste tarifário. Segundo dados do IBGE, o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo e o INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, ficaram acumulados na casa dos 8%. Se o aumento fosse fechado a critério e gosto das empresas, o preço do bilhete rodoviário seria ainda maior. As auto viações vem cobrando do poder executivo, um aumento de R$ 3,70 desde abril deste ano.

O jeito é apelar para as bicicletas

O segundo aumento no valor das passagens vai impactar e muito, no bolso de vários moradores de Itajaí. Por conta disso, alguns moradores vão recorrer às bicicletas. A expectativa e que o aumento da prática das “pedaladas” e dos trajetos a pé sejam feitos por passageiros que utilizam o transporte coletivo em até duas ocasiões durante a semana. A iniciativa agrada o meio ambiente, mas pode preocupar a manutenção do sistema rodoviário da cidade, já que se a demanda faltar, as empresas de ônibus serão obrigadas a se reunirem em busca de um novo aumento.

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