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Feriado aquece disputa entre preço de passagens rodoviárias

Viajar de ônibus x avião

Viajar de ônibus x avião

Viajar de avião a bordo de uma classe econômica ao invés de embarcar em um ônibus leito, vem tornando a disputa cada vez mais acirrada entre os serviços de transporte mais utilizados dentro do Brasil. Enquanto o preço de passagens rodoviárias permanece intocáveis durante o ano todo, reservar as passagens aéreas sem agredir o bolso é uma tarefa que exige atenção do consumidor. Apesar de serem esporádicas, as promoções aéreas tornam as tarifas de avião bem mais acessíveis do que as rodoviárias, dependendo da ocasião e da linha favorecida. É uma forma que as viações encontram de voar com a lotação mínima em datas onde a procura pelo serviço sempre é maior.

No próximo feriado santo, comemorado entre os dias 3 e 5 de abril, várias linhas aéreas oferecidas pelas empresas TAM, Gol e Avianca passam a ficar mais baratas para aqueles que não optarem pelas passagens de ônibus. O problema é que nem todos tem a sorte de garantir um lugarzinho nessas promoções. A primeira cota promocional se esgota nos primeiros dias e o que sobra nem sempre compensa para o viajante. É ai que as empresas rodoviárias saem na frente. Elas aparecem como ótima alternativa e fazem de tudo para cativar seus clientes. Na disputa pelos embarques vale desde a distribuição de lanches a bordo, até a exibição de filmes durante a viagem e sinal de internet wi-fi. As classes de cada veículo é outro fator que favorece os veículos rodoviários.

Na maioria dos casos, andar de ônibus é mais confortável por causa dos serviços oferecidos a um preço mais acessível. No caso das aeronaves, para se ter o mesmo tipo de regalia é preciso pagar mais caro. De acordo com o Voopter, um metabuscador multidatas de passagens aéreas do mundo, é possível encontrar várias passagens por até R$ 200. Três das principais empresas do setor no Brasil estão oferecendo descontos para viagens de Curitiba a São Paulo, com viagens de volta. Além do preço, o tempo de viagem é um ponto positivo a se contar para as viagens de avião.

Preço de passagens rodoviárias vive pior fase dos últimos 4 anos

O preço das passagens rodoviários é o mais baixo durante os últimos quatro anos.

Preço de passagens é o pior dos últimos quatro anos.

O preço cobrado pelas companhias de ônibus para embarcar em todo o Brasil vive a pior queda dos últimos quatro anos.
Os protestos e as manifestações generalizadas contra o aumento das tarifas para as passagens rodoviárias, durante junho do ano passado, contribuíram para que os passageiros desse tipo de serviço sofressem menos com os reajustes anuais promovidos pelas concessionárias.
Mesmo com a retomada do valor que era cobrado no início de 2013, os bilhetes para viagens de ônibus se mantem acessíveis para a maioria.
Entre o período anual de 2011 e 2012, aumentos consideráveis foram detectados por uma pesquisa encomendada pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o estado, junto com o Rio Grande do Sul é uma das regiões mais caras para se andar de ônibus.

Na época, a instituição avaliou os preços rodoviários fornecidos por 11 auto viações, em 89 viagens com destinos para 18 estados brasileiros, sempre com embarques feitos na capital mineira.
A pesquisa constatou elevações abusivas na tarifa para trechos até Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, deixando as passagens 45,7% mais caras, em Congonhas com 22,2% a cima do valor cobrado anteriormente e em Bom Sucesso, em Minas Gerais, com a mesma porcentagem.
Além de comprovar aumento gradativo nos preços dessas passagens, o Procon pôde comprovar muitas variações nos valores entre as companhia de ônibus.
Dados divulgados comprovaram que na época havia alterações de mais de 30% entre empresas concorrentes do mesmo trajeto. Comprar uma passagem para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por exemplo, poderia variar de R$99,87 a R$75,62 dependendo da companhia.

O mesmo aconteceu com um bilhete para Aparecida do Norte, (SP). A passagem apresentou variação significativa, de 16,75%, sendo comercializa por R$97,43 e R$83,45 a bordo do mesmo tipo de veículo.
Para evitar esse tipo de desperdício, a busca por bilhetes nas centrais de passagens rodoviárias online está facilitando a vida do consumidor.
Enquanto as companhias de transporte rodoviário sofrem para subsidiar gastos e remanejar receitas menores, o usuário é quem comemora. Pesquisas realizadas recentemente comprovam que a procura por viagens de ônibus aumento nos últimos 12 meses.

Valor da passagem de ônibus rodoviário é maior desde quinta

homem rico homem pobreHá cerca de uma semana o valor da passagem para ônibus rodoviários que circulam entre os estados e fora do país passou a ficar 6,9% mais caro através de uma resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada no Diário Oficial. O reajuste é praticamente duas vezes maior do que já havia sido concedido em 2012, com aumentos de 2,77%. Vale destacar que a decisão só é aplicada para as viagens com mais de 75 quilômetros de duração e por tanto não devem interferir no preço de passagens de ônibus municipais.

Apesar de o aumento contrariar as opiniões de quem vive com o pé na estrada, o anúncio já era aguardado e deveria ter sido praticado meses antes, segundo ordem do Ministério dos Transportes.

A mudança estava prevista para o dia 1º de julho, mas foi temporariamente cancelada por causa da série de protestos e manifestações contra o aumento das passagens que aconteceu por todo o Brasil. Agora mais de duas mil linhas de ônibus com trajetos de longa distância deverão sofrer o reajuste.

A justificativa para tornar o preço de passagens rodoviárias mais caro está no equilíbrio econômico-financeiro entre as companhias de transporte rodoviário interestadual e internacional que trabalham por permissão ou concessão. Para chegar até o valor divulgado, a ANTT analisou os coeficientes tarifários, calculando-os com base no índice de reajuste do óleo diesel, no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC e no Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA.

Quem também depende do transporte coletivo para trabalhar e se deslocar durante o dia, deve ficar atento a um novo índice específico para viagens com distâncias mais curtas. Para aqueles que se programaram e pretender embarcar em uma longa viagem com a família, a dica é pesquisar preços e escolher as melhores ofertas promovidas pelas companhias de ônibus através de sites especializados na comercialização de reservas rodoviárias, como o portal Quero Passagem. As compras podem ser feitas em menos de cinco minutos e o internauta tem a opção de selecionar as viagens mais acessíveis. Para comprar e pesquisar basta acessar o site www.queropassagem.com.br. Compras e viagens com antecedência também podem garantir bons descontos.

Andar de carro pode ajudar na redução do preço de passagem

Dirigir carro redução preço passagens de ônibus

Deixar de andar de ônibus também pode ajudar o preço de passagem rodoviária continuar mais em conta. A ideia que a Fundação Getúlio Vargas encontrou em um debate promovido pela Rede Nossa São Paulo é aumentar os custos de produtos e serviços gastos com motoristas para subsidiar os descontos promovidos pelas companhias de viação. São medidas em forma de financiamento para que o transporte urbano possa oferecer preço de passagens rodoviárias mais acessíveis para o bolso do cidadão e fomentação no setor. Com a mudança em ordem, à democratização de todo ambiente urbano será mais equilibrada. Haja vista que quem preferir ou puder viajar mais de carro deverá facilitar o acesso àqueles que dependem do ônibus.

É uma forma inteligente de equilibrar os gastos gerados pelo transporte. Estudos comprovam que andar de carro é o mesmo que ocupar o espaço na rua dez vezes mais quando se está viajando de ônibus. Aos que preferem o conforto do carro ou a agilidade das motocicletas está poluindo de 17 a 34 vezes mais do que aqueles que só embarcam nos coletivos. A diferença é ainda maior quando a comparação é feita por capacidade entre os veículos rodoviários. Um ônibus convencional com espaços para mais de 80 passageiros apenas ocupa 13 metros nas rodovias, deixando de circular pelo menos 40 carros e liberando 170 metros.

É certo afirmar que as viagens de carro não só prejudicam a saúde com doenças provenientes de problemas de poluição e também ocupam espaços privilegiados e comprometem estruturas das cidades. Apesar disso e outras questões como falta de expansão em áreas de conversação do meio ambiente, quem anda de ônibus, viagem de trem ou se locomove com o metrô paga um preço de passagens mais caro. Por isso programas de financiamentos começaram a ser cogitados no Estado de São Paulo. É estudada a possibilidade de se instalar a Cide – Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico, ou seja, imposto sobre a gasolina, para que o preço de passagens de ônibus dos transportes públicos fique mais barato e sobre dinheiro suficiente para investir em corredores e outros projetos de mobilidade.

Baixos valores de passagens de onibus ainda não são tudo

Baixos preços de passagens insuficientes

Apesar dos passageiros conquistarem valores de passagens de onibus nas grandes capitais e várias cidades do Brasil o descontentamento e as reivindicações ainda estão presentes por parte daqueles que utilizam o serviço público diariamente. Em Poços de Caldas, Minais Gerais, por exemplo, a tarifa que era cobrada no valor de R$ 2,80 agora está valendo R$ 2,60 e mesmo assim não é motivo suficiente para ter a unanimidade das pessoas. Alguns ainda cobram mais qualidade no atendimento e o maior número de ônibus e linhas operantes. Segundo a manicure, Edna Maria Rodrigues, o motivo pelo pedido de mais linhas são os atrasos e a grande demanda nas viagens. “Está faltando ônibus para tanta gente que precisa trabalhar”, explica.

De qualquer maneira, ela e os companheiros de viagem também comemoram a redução no preço de passagens de ônibus. Para aqueles que dependem de mais de um ônibus ou condução por dia para chegar até o destino desejado lucra ainda mais com a mudança. Camila Amaral faz viagens longas e com a diminuição das tarifas vai poder economizar cerca de R$ 30 reais por dia. Empresários e cooperativas que oferecem vale transporte para seus funcionários também se incluem neste grupo. Dependendo do número de empregados, os descontos podem passar de R$ 1 mil reais por mês.

Como em todos os outros locais, a redução da tarifa em Minais Gerais foi anunciada na cidade depois de uma série de manifestações. No total, até então, foram registrados seis protestos contra o preço de passagens. Em uma das organizações de maior movimentação, 10 mil manifestantes estiveram presentes nas ruas de Poços de Caldas. A decisão veio após uma reunião entre o prefeito Eloísio do Carmo Lourenço e a Comissão de Tarifas da cidade formada por representantes de várias entidades de classe. A comissão é ordenada pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Reis, encarregado de analisar as condições cabíveis para diminuir preço de passagens rodoviárias. Ele como a maioria encontrou recursos para o feito através de desonerações de impostos como o PIS, Confins, IPI e carga de tributos na folha de pagamento das empresas de ônibus.

Sete capitais abaixam valores de passagens de onibus

 

Abaixando valores de passagens de ônibus

Os valores de passagens de onibus nunca sofreram tanta redução de uma única vez como está acontecendo agora. Pelo menos sete capitais brasileiras e mais 11 municípios no interior do litoral paulista anunciaram queda no valor cobrado pelas passagens de ônibus e trens depois que milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o aumento das tarifas. As capitais que abriram mão dos reajustes anuais foram Curitiba, Belo Horizonte, Aracaju, Natal, Cuiabá, Goiânia e Vitória. Desde o início do segundo semestre, a capital do Paraná registrou diminuição de 15 centavos no valor das passagens. O preço de passagens passou a ser comercializado de R$ 2,85 para R$ 2,70. Apesar disso o que a maioria dos passageiros quer é ver o antigo valor de R$ 2,60 voltar a vigorar.

Em BH, Minas Gerais, os preços chegaram a R$ 2,80 depois da redução de cinco centavos ser alcançada pela prefeitura. O benefício veio através de subsidio com a isenção do ISS – Imposto Sobre Serviços a companhias de ônibus. A manobra para promover o desconto foi à mesma utilizada em Campina Grande, no Pernambuco, com redução de 10 centavos da tarifa atual. Já em Aracaju o processo foi diferente. É a desoneração do PIS e o Cofins as empresas de ônibus que deram possibilidade da cidade oferecer um serviço de transporte público mais barato. Cerca de 10 centavos a menos para o bolso do passageiro.

Em Maceió e toda Alagoas as tarifas para se viajar com os coletivos não abaixou e nem subiu. O preço de passagens rodoviárias ficou paralisado em R$ 2,30 com ajuda da desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para as companhias. Municípios localizados no interior de São Paulo como Araraquara, Campinas, Presidente Prudente e São Carlos também diminuirão os valores. A média para andar de ônibus no interior é de R$ 2,60. Em São José dos Campos, duas reduções somaram queda de 30 centavos deixando a passagem no valor de R$ 3. O mesmo preço de passagens de ônibus cobrado em Jacareí, que reduziu a tarifa duas vezes até chegar o nesse valor.

Conheça a tabela de preços de passagens de onibus do Brasil

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Você sabe como anda a tabela de preços de passagens de ônibus nas principais capitais do Brasil? Pois então iremos descobrir quais são as cidades com maior e menor valor pago em tarifas para se viajar em transportes públicos. O preço de passagens já é ajustado com as isenções de tributos das companhias de ônibus e redução feita pelos governos depois de protestos contra o aumento das passagens rodoviárias mobilizarem o país. A reivindicação também chegou aos trens e o metrô e parece estar longe de acabar. O subsidio de impostos com o PIS e o Cofins contribui para que muitos passageiros que moram em regiões metropolitanas como em Manaus, economizasse na hora de viajar de coletivo.

Infelizmente a realidade não se repete em todos os estados. Alguns como Rio de Janeiro e São Paulo apenas suspenderam os últimos reajustes e não garantem quanto tempo irão suportar os valores. Brasília, no Distrito Federal é a capital com valor mais baixo em uma tabela que vai até R$ 3,00, em consideração com o percurso. O valor do bilhete é R$ 1,50. Em segundo lugar está Teresina, No Piaui. Lá o valor mais baixo para se viajar é R$ 2,10. Empatado está São Luiz, no Maranhão com o mesmo preço de passagens de ônibus para os dias uteis. Recife aparece na sequencia. Fortaleza no Ceara cobra 5 centavos mais caro para embarcar. O mesmo valor é cobrado em Belém, no Estado do Pará e em João Pessoa, na capital de Pernambuco. Depois vem Boa Vista (RR), com custos de R$ 2,25. Valor é referente à passagem paga em dinheiro. Com cartão, custa R$ 2,00. Maceió em Alagoas e Macapá do Amapá cobra da passagem R$ 2,30. Aracajú o valor é cinco centavos mais caro.

Em Rio Claro, no Acre, o aumento para embarcar também é de cinco centavos. Natal (RN) tem o mesmo valor. R$ 2,45 para Vitória no Espirito Santo e R$ 2,50 em Palmas. Porto Velho tem o valor de R$ 2,60. Cinco centavos a menos do que na capital mineira e dez em Goiânia, Goiás e Curitiba, Paraná. Campo Grande é uma das mais caras com R$ 2,75. Seguindo por Manaus e Rio de Janeiro. Salvador cobra R$ 2,80. O mesmo acontece em Porto Alegre. O preço de passagens rodoviárias em Cuiabá é de R$ 2,90. Abaixo de Florianópolis com cinco centavos mais cara e São Paulo, sendo a cidade mais cara com tarifas no valor de R$ 3,00.

Valores de passagens de onibus caem em 32 cidades do Sul

 

Valores de passagens de ônibus diminuem RS

Os valores de passagens de onibus cobrados em mais de 30 municípios do Estado do Rio Grande do Sul ficaram mais baixos. Dependendo da distância do local das linhas que atendem as cidades, a redução das tarifas de ônibus intermunicipal é de 4,69%. O benefício que garante o preço de passagens de ônibus mais justo está sendo contemplado desde o dia 22 de julho e pode fazer a diferença no bolso de passageiros gaúchos desse tipo de transporte que moram na região mais rica de Porto Alegre, na Capital. As cidades que cercam a região metropolitana do Sul foram às escolhidas para receber a mudança. A Agergs – Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul aprovou a diminuição das tarifas em quase 5% do valor total. A decisão aconteceu em votação pelo Conselho Superior da Agência.

Apesar da redução ser única, o preço de passagens rodoviárias cobrado para embarques pode variar proporcionalmente com o valor atual de cada viagem de ônibus. Nem todos os responsáveis pelas empresas de viação foram favoráveis à mudança. Companhias de transporte público que integram a Associação das Empresas dos Transportadores Intermunicipais de Passageiros – ATM e a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional – Metroplan, quando souberam que haveria a votação para redução das tarifas, tentaram adiar. De qualquer maneira, o pedido foi negado pelos peritos da Agergs. A justificativa da agência é de que a redução seria subsidiada com a isenção de impostos como o PIS/Cofins e diminuição na contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento dos funcionários dessas empresas.

Donos de empresas rodoviárias que fazem o serviço nas 32 cidades contempladas fizeram um apelo para que a redução das tarifas fosse menor. Eles reclamam que as despesas de insumos entre pneus e o óleo diesel estão muito altas. Mesmo antes dos valores abaixarem, o CETM – Conselho Estadual de Transporte Metropolitano promoveu o aumento de 5,88% no preço de passagens e pouco tempo depois pediu que um novo reajuste fosse atendido em mais 1,74%. Com a melhoria, milhares de usuários economizaram na hora de viajar de ônibus em rotas para o Estado gaúcho.

Tabela de preços de passagens de onibus cai e pão sobe

 

Preço de passagens de ônibus caitabela de preços de passagens de onibus de Porto Alegre deverá ser compensada com a inflação no comércio de produtos de outros setores da economia, mesmo com a diminuição, como é o caso do ramo alimentício. Se agora é hora de comemorar o discreto desconto conquistado nas catracas dos coletivos de viagens depois da redução da tarifa em apenas cinco centavos a menos, o bolso de quem vai à padaria não deve ter a mesma sorte. O preço de passagens para os coletivos que atualmente era cobrado pelas companhias de ônibus no valor de R$ 2,85 agora estão valendo R$ 2,80. Mas enquanto uma despesa desce outra ainda mais indispensável acaba de subir.

No sul do Brasil, o preço do pão deve ficar cinco centavos mais caro. O “cacetinho” como é tipicamente chamado na região passa a custar de R$ 0,30 a R$ 0,35 e acaba de neutralizar o desconto no preço de passagens rodoviárias oferecido pela prefeitura da cidade. O aumento nas padarias só vai acontecer porque a farinha já está em falta, isso porque a farinha deve começar a faltar no mercado devido a uma produção de trigo abaixo do esperado. O trigo, que é a matéria-prima indispensável está escasso e por isso a produção dos moinhos de Porto Alegre deve reajustar seus ganhos em 20%. Parecido com o que acontece nos preço de passagens de ônibus, o fabricante vai elevar o preço do pão para poder lucrar no final do mês.

Outros derivados como bolos, massas e biscoitos devem registrar aumento de até 15% nos preços. De acordo com o presidente do Sindipan – Sindicato das Indústrias de Panificação, Confeitaria, Massas Alimentícias e Biscoitos do Estado, Arildo Bennech Oliveira o cidadão deve se preparar para se adequar aos reajustes por pelo menos cerca de quatro meses. Os juros são aplicados aos poucos e podem chegar a duplicar o valor de um produto em um ano. Para se ter uma ideia, só no ano passado houve aumento destes mesmos produtos em até 70%. O valor poderá cair de novembro para frente, na época em que os Estados do Rio Grande do Sul e do Paraná fazem a colheita do trigo.

Valor da passagem no Paraná cai sem ICMS sobre diesel

 

 Valor da passagem de ônibus Paraná

A expectativa de que o valor da passagem de ônibus registre queda em pelo menos 21 municípios do Estado do Paraná aumentou depois da desoneração do ICMS sobre o diesel, promovida pela regulamentação de lei feita pelo governador do Paraná, Beto Richa. A assinatura do decreto-lei isentando o ICMS, ou seja, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços aconteceu no dia 11 de junho de 2013. A tarifa é cobrada no valor do óleo diesel que abastece os ônibus metropolitanos e urbanos do Estado. Mais de 140 mil pessoas devem presenciar a mudança no preço de passagens. Segundo o governo estadual, essa é uma maneira de compensação importante que garante serviços gratuitos entre o sistema de transporte público de Curitiba e os ônibus intermunicipais operantes até a Capital e a região metropolitana pela Rit – Rede Integrada de Transporte.

O valor total do subsídio pode chegar a R$ 38 milhões só em um ano. O benefício atenderá no mínimo seis milhões de usuários de veículos coletivos. Quem produz e importa o diesel será o responsável pela liberação do imposto de forma total para as companhias de ônibus. A preocupação de Beto Richa está no uso indevido da isenção das tarifas, por isso vai obrigar as prefeituras integradas a determinarem cotas de diesel que serão destinas apenas para as empresas dos transportes públicos. É preciso que haja fiscalização nos pontos de vendas para que proprietários de frotas de ônibus urbanos e metropolitanos que possuem ônibus rodoviário não se aproveitem do desconto das companhias.

Em Ponto Grossa e Londrina, as prefeituras firmaram acordo com as empresas de ônibus para que o preço de passagens rodoviárias ficasse R$ 0,10 mais barato com a desoneração do mesmo imposto. O PIS/Cofins é outra tarifa negociada pelas grandes cidades brasileiras, com redução de 3,65%, sobre as receitas de empresas de transportes. Apenas em Maringá, os passageiros não puderam comemorar as isenções. Mesmo com o ICMS e o PIS/Cofins sem cobrança, o preço de passagens de ônibus aumentou para R$ 2,65. A justificativa dada pela prefeitura da cidade é a inflação do combustível, das peças de reposição e o reajuste salarial de profissionais das companhias.

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