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Cobrança de bagagem tornará preço de passagem mais cara

pagar pela bagagemA partir do dia 14 de março, quem for viajar de avião pelo Brasil terá de pagar pelo transporte de bagagens, além do valor já pago pela passagem. Esta é a cobrança que será aplicada assim que vigorar a nova norma imposta pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A nova lei suspenderá a franquia de bagagem gratuita, que dava direito de transportar até 23 kg por passageiros em voos nacionais. Segundo a Anac, este atualização é uma forma de tornar os padrões das viagens áreas mais próximas do que é praticado fora do Brasil, já que a própria agência garante que apenas Venezuela, Rússia e México também permitem que o passageiro transporte pelo menos uma mala sem cobrar.

Com a mudança, somente as bagagens de mão, que são aquelas levadas junto com o passageiro dentro da aeronave, não terão custo adicional. Além disso, o limite de peso para esse tipo de mala passa para 10 quilos. Quando for preciso transportar malas e bagagens, o preço final da passagem aérea ficará mais caro. Essa é um dos pontos negativos que um dos presidentes de uma conhecida companhia área vê perante a mudança. Porém, ele torce para o consumidor não comparar o preço antes e depois da regra e sim confrontar os valores com o do concorrente no dia em que quiser viajar. Sem contar que o preço da passagem pode variar conforme procura, data da viagem e câmbio.

Enquanto a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) acredita que a permissão da Anac para cobrança de bagagem pelas companhias aéreas irá deixar as passagens mais baratas, as próprias companhias áreas pensam diferentes. Para a Abear, o valor das malas as quais os passageiros têm direito de levar está embutido nos preços dos bilhetes, ou seja, a cobrança já existe e por tese, com a nova norma, deveria ser descontado. Porém, as companhias defendem que não haverá redução no preço das passagens.

Preço de passagem aérea sobe enquanto passageiro cai

passagem áereaMesmo com o saldo negativo no número de interessados em voar pelo Brasil, durante o primeiro semestre deste ano, as companhias aéreas continuam aumentando o preço das passagens para diversos destinos. Segundo informações da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, o preço médio para viajar de avião durante os seis primeiros meses de 2016 está 0,2% mais caro, em comparação ao mesmo período do ano passado. O curioso é que o setor não vem vivendo um bom momento, deste que a crise econômica se instalou no Brasil.

Para se ter uma ideia, só no primeiro semestre deste ano, 4,7 milhões de embarques aéreos deixaram de ser realizados. No ano passado, 26,5 milhões de passageiros foram até aeroportos do Brasil para viajar, contra apenas 21,8 milhões já registrados neste ano. Isso representa uma queda de 18% nos assentos comercializados pelas principais companhias de aviação que operam no país. Esse é o pior cenário enfrentado pelas empresas de aviação desde o primeiro semestre de 2002. Atualmente, o preço da passagem aérea cobrado por aqui, se enquadra na média de R$ 322,44, já com a inflação imposta no início do ano.

As passagens de até R$ 300 correspondem à maioria da procura por quem prefere viajar pelos ares. Segundo levantamento, 58,3% das compras do setor são feitas para trajetos desta faixa de preço. A concentração entre passagens de até R$ 1 mil somam cerca de 35,8% das vendas. Todas as faixas tiveram uma queda no número de assentos reservados, em comparação com o ano passado. Tanto a Anac quanto a Abear – Associação Brasileira das Empresas Aéreas garantem que a queda no número de passageiros de avião tem prejudicado a operação das empresas, obrigando-as a reduzirem voos e fechar várias linhas, para equiparar a oferta de assentos. A redução até o mês de agosto é de 6%. Com o impacto, as empresas também elevaram a distância média percorrida em cada viagem, atingindo 1.118 quilometro por viagem, superior ao que foi alcançado percentualmente em 2002.

Preço de passagem aérea sobe 21% no primeiro semestre de 2016

viagens aéreasComo já era previsível, voar em 2016 ficou mais caro do que visitar outros Estados de ônibus. Em um momento de crise econômica e recessão, tudo ficou mais difícil para as empresas de aviação. E o caminho foi aumentar o preço das passagens, confirmando o que a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) já havia imaginado no final do ano passado. Pesquisas feitas através de e-commerces do setor mostram que o preço da passagem aérea subiu cerca de 20%, no primeiro semestre deste ano, elevando o valor médio que antes era de R$ 663,00 para R$ 807,82.

O estudo também revelou que os destinos mais procurados neste ano, foram aqui no Brasil, principalmente para capitais onde há grande concentração de pessoas em determinadas épocas do ano. Como acontece em Salvador, que recebe turistas de todo o país, durante o Carnaval, e o Rio de Janeiro, que sediou neste ano, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos – esta inclusive foi uma das alternativas que as companhias aéreas encontraram para lucrar durante a crise, aumentaram o preço do serviço, justamente no momento em que mais tinham demanda, por se tratar de um evento prestigiado pelo mundo todo.

Compras online durante a crise

Contratar o serviço ou comprar o produto pela internet é bom, pesquisar nem tanto. Pelo menos é isso que acontece quando consumidores e turistas decidem tirar algumas horas em frente ao computador, em busca de ofertas e preços acessíveis antes de reservar a passagem. Quem compara os veículos e preços entre eles, podem ter uma justificativa a mais para aposentar o transporte “sob assas”, principalmente quando o destino fica no Estado ao lado. Por outro lado, as informações compartilhadas pelas agências de turismo online ajudam o consumidor a viajar com mais calma e agilidade. É importante saber as regras de cada viagem e companhia, antes de comprar a passagem e enfrentar imprevistos durante o embarque.

Passagem aérea reservada em cima da hora é 35% mais cara

Preço das passagens aéreas está mais caro.

Preço das passagens aéreas está mais caro.

Segundo pesquisa da Secretaria de Aviação da Presidência da República, os brasileiros estão pagando mais caro pelas viagens aéreas. Isso porque, mais de 70% dos passageiros deixam para reservar as passagens de avião na última hora. Em comparação com os preços comercializados um mês antes do embarque, o prejuízo pode ser de mais de 35% para os “atrasadinhos”.  Para se ter uma ideia, a TAM cobra R$ 863 em um voo sem escala, com saída de Salvador para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Enquanto que o mesmo percurso reservado pela mesma companhia aérea fica, no mínimo, R$ 200 mais barato, se for reservado com um mês de antecedência. A diferença de preço pode ser ainda maior se a comparação for feita entre as companhias concorrentes. No geral, quem quer evitar prejuízos em viagens na alta temporada deve tratar de reservar as passagens o quanto antes, afinal, quanto mais pessoas deixarem para contratar o serviço em cima da hora, mais caro as empresas cobrarão por isso.

O ônibus é a alternativa
A crise econômica que afeta o Brasil não tem colaborado com as passagens aéreas. De acordo com uma agência de passagens aéreas coletivas, os destinos nacionais estão com as passagens 40% mais caras, desde o segundo semestre deste ano. A notícia não é nada animadora pra quem pretende cancelar a viagem para o exterior, neste fim de ano. Com o dólar mais alto e o aumento na taxa de desemprego, a preferência é por destinos brasileiros. Para baratear o valor da passagem, vale a pena consultar os preços e serviços de um velho e bom conhecido, o ônibus!

Planejar é Economizar
Uma dica indispensável pra quem pretende viajar é utilizar os sites de busca, para pesquisar preços e itinerários disponíveis. Vale destacar que as passagens de ônibus raramente aumentam de preço nessa época do ano, e por isso, podem ser reservadas mais próximas do dia do embarque. Na internet, é preciso comprar o bilhete pelo menos quatro horas antes de viajar.

Preço da passagem de avião está mais caro do que no ano passado

Passagens estão 5% mais caras

Passagens estão 5% mais caras

Voar pelo Brasil em 2015 está pelo menos 5% mais caro, na comparação do mesmo período de 2014, segundo informação da Anac (Agência Nacional  de Aviação Civil). Se as tarifas forem comparadas com os preços praticados há dois anos, a diferença seria ainda maior, já que o consumidor pagava de uma passagem aérea o preço médio de R$ 347,65, contra R$ 330,25 registrados no ano passado. De acordo com a Anac, as viagens aéreas com preços superiores a R$ 1.500, não chegaram a somar 1% do total de reservas registradas pelo setor, em 2014. Mais da metade dos interessados pelas passagens de avião não pagaram mais de R$ 300 para viajar pelo Brasil, durante o segundo semestre do ano passado. Só no ano passado, mais de 53,5 milhões de assentos foram ocupados durante 2014. O número corresponde ao mesmo percentual de embarques realizados por empresas aéreas, referindo ao público maior de idade.

De cinco anos pra cá, o preço das passagens aéreas vem oscilando conforme a desaceleração econômica nacional. Além da procura ser menor, o número de poltronas ocupadas, com valores mais acessíveis, também tem sido mais discreto. A análise da Anac aponta que a alta no dólar dentro do país, e o aumento no preço do combustível que abastece as aeronaves, têm gerado mais de 50% dos custos operacionais das companhias aéreas, nos últimos 20 meses. Com a má fase no bolso dos brasileiros, as agências aéreas devem se preparar para uma resseção ainda maior. Tudo indica que a busca pelo transporte aéreo será bem menor, diferente do que se via antigamente, em tempos de alta temporada.

Viagens noturnas mais caras
O preço das passagens áreas para voos noturnos pode custar três vezes mais, revela pesquisa da agência ViajaNet. Ao contrário do que muitos imaginam, voar durante o dia pode significar economia de até 190%. A ponte aérea do Rio de Janeiro a São Paulo, a mais movimentada do Brasil, é um bom exemplo para se comparar o preço das passagens entre o dia e a noite. Por lá, a passagem aérea está sendo reservada a R$ 235, enquanto que a mesma viagem realizada pela mesma companhia de avião vende a passagem a R$ 80, se o trajeto for feito durante o dia.

Passagens aéreas ficam mais caras durante as férias

Disputa entre preços de passagens.

Disputa entre preços de passagens.

As férias de julho não foram um bom período para descolar passagens aéreas promocionais, na bagagem daqueles que deixaram as reservas em cima da hora. Quem não aproveitou o início do mês para reservar o serviço está tendo que pagar mais caro para sair de Macapá, voando. O percurso com destino até Belém – um dos mais procurados na região está absurdamente caro. Dependendo da data, os bilhetes custam mais de R$ 3 mil, em uma viagem com duração de 30 minutos entre as capitais. Apesar de considerar abusivo, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não tem privilégios para limitar o preço cobrado pelas empresas aéreas, já que o mercado tem regime de liberdade tarifária para os voos domésticos. Na prática convencional, as passagens aéreas destinadas ao trecho chegam a valer pouco mais de R$ 600. Uma realidade bem diferente do que estão cobrando nos últimos dias, para uma linha de curta duração.

Apesar da duração, o trajeto tem muita importância para quem mora em Macapá, já que é de Belém que o restante dos voos nacionais e internacionais acontece. Para se ter uma noção, apenas uma das três companhias aéreas que atendem o Estado, oferecem uma linha sem parar em Belém. O voo com destino a Brasília também está com preço bem salgado neste mês. Outro fator curioso é que está bem mais barato comprar a passagem aérea saindo de Belém para outro destino, do que chegar até a capital do Pará. O trecho Macapá-Belém encarece o valor final da compra, é a lei da procura e demanda. A dica é garantir a passagem com destino final e esperar uma promoção no trecho até a capital de Belém. Também sai mais barato reservar as passagens de ida e volta, de uma vez só.

Anac e PROCON
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não regulariza o valor das passagens aéreas. É por isso, que as companhias estabelecem os valores conforme as ofertas. Também não vale recorrer ao PROCON, já que o órgão não atende nenhuma das reclamações sobre aumento e valores das passagens.

Passagem aérea é o maior item inflacionário de Ribeirão

Plano de saúde vai subir em julho.

Plano de saúde vai subir em julho.

As passagens aéreas ajudaram a inflação do município paulista de Ribeirão Preto decolar. Só os bilhetes das aeronaves responderam por 24,5% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no mesmo período do ano passado, que na ocasião apenas correspondia 0,562% do reajuste tarifário. O levantamento é da Associação Comercial e Industrial (Acirp) que realiza o mapeamento dos valores com ajuda da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Para especialistas, o aumento no preço das passagens de avião se dá a demanda das férias escolares que se aproximam, associada à falta de promoções e descontos promovidos periodicamente pelo setor. A variação não está só entre o período anual, já que a pesquisa comprovou que o aumento também foi exorbitante em comparação com os últimos 60 dias. Segundo o levantamento, as passagens aéreas foram um dos itens mais caros desse primeiro semestre. Sem as promoções, a tendência do valor para ter o transporte é só aumentar. É por isso que em meses com pouca procura pelas viagens, o serviço aéreo tende a encarecer. Além deste cenário desfavorável, a cidade de Ribeirão Preto não tem grande potencial para voos domésticos, já que o próprio setor admite que a maioria dos embarques é realizado para viagens comerciais.

Inflação de Ribeirão Preto
Com o aumento de 0,56% em maio, a inflação acumulada no ano em Ribeirão chega a 3,76%. É um número muito elevado para ser gerenciado até o final do ano. Apesar de tudo, a expectativa é que para o segundo semestre a inflação tenha uma queda gradativa. Com o movimento, os preços não deverão ficar mais acessíveis, mas por outro lado também não subirão. Novos fatores que englobam as taxas de serviços e produtos básicos podem destorcer essa perspectiva econômica que também é enfrentada por diversas cidades de São Paulo e de outros estados do Brasil. Já está previsto o aumento no orçamento de quem paga pelo convênio médico particular. O reajuste aprovado no preço do plano de assistência médica foi aprovado para vigorar no mês que vem. O valor acumulado da inflação de Ribeirão Preto soma 5,04%, nos últimos 12 meses.

Viagem de 20 minutos da Voeazul custa mais de R$ 1.500

Preço de passagem de avião é 100% mais caro do que rodoviário.

Preço de passagem de avião é 100% mais caro do que rodoviário.

Você já pensou em desembolsar mais de R$ 1.500 em apenas uma viagem aérea de 20 minutos? É isso que está acontecendo com passagens de avião pela voeazul para passageiros que querem deixar a capital baiana com destino a Feira de Santana. A simulação feita através do sistema de reserva online da companhia Azul Linhas Aéreas, apontou que o trajeto com duração de apenas 20 minutos, pode chegar a custar R$ 1.671,07 na tarifa flex, para passageiros que precisam viajar até o dia 14 de outubro. Com as taxas de embarque inclusas, a tarifa promocional para o mesmo trajeto sai em torno de R$ 110 mais barata.

Um dos responsáveis pelas relações institucionais da Azul garantiu que os valores podem mudar e ainda não foram atualizados porque a da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil não autorizou. A linha entre os dois municípios baianos foi recentemente integrada pela empresa aérea que já possui outros oito voos regulares no Estado, que são: Valença, Porto Seguro, Ilhéus, Vitória da Conquista, Lençóis, Barreiras, Paulo Afonso e Salvador. Os embarques aéreos com destino a Feira de Santana acontecem regularmente todas as terças e quintas. A Bahia é o terceiro estado do Brasil que mais recebe voos da empresa Azul e está na mira da empresa para receber mais serviços nos próximos anos.

Apesar do tempo de viagem ser bem mais demorado, quem prefere economizar e ir de ônibus, deve se deparar com uma diferença no preço da passagem, simplesmente absurda. Só pra se ter uma ideia, a viação Santana, uma das companhias rodoviárias que realizam o percurso de Salvador a Feira de Santana, cobra o preço médio de R$ 27,30 para cada embarque, sem a necessidade de reservas com muitos dias de antecedência ou preços em promoções. A viagem seguida pela companhia de ônibus está disponível todos os dias e tem duração de 1h30. Quem ainda acha que o serviço rodoviário está caro e prefere pesquisar, pode encontrar preços ainda mais acessíveis, que circulam entre R$ 20,80 a R$ 21,10 em viagens mais curtas, com duração de 1h50 em ônibus de categoria comercial.

Valor da passagem decola enquanto faturamento das aviações cai

Procura por passagens rodoviárias sobe, mas faturamento cai.

Procura por passagens rodoviárias sobe, mas faturamento cai.

A preferência pelas viagens aéreas na hora de desembarcar em outro Estado ou simplesmente viajar em longas distâncias, não tem garantido bons negócios ao setor de aviação brasileiro. Segundo pesquisa da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, a maioria das grandes empresas de avião, com atuação no país está operando no vermelho e apesar da boa quantidade de vendas de passagens aéreas, não tem muito que comemorar. Dos últimos anos pra cá, o ônibus que até então era considerado o serviço de transporte mais popular, passou a ser apenas uma opção boa e barata. Serviço deixado de lado pelo paraibano Renato Alvez que percorre cerca de 2 mil km até o Rio de Janeiro para visitar a família. Para ele o tempo de viagem neste tipo de trajeto é o que mais conta na hora de reservar as passagens. O valor da passagem de ônibus também pode não compensar dependendo do dia e das promoções oferecidas por companhias aéreas. É o caso do eletricista Marcos, que economizou alguns trocados e reduziu a duração da viagem em mais de 40 horas.

Foi desde 2004 que o setor aéreo passou a se popularizar e roubar boa parte do número de passageiros rodoviários, chegando a subtrair 15% das compras rodoviárias para viagens de longa distância. Mesmo com a baixa, as companhias de ônibus ainda são responsáveis por transportar mais de 56,8 milhões de passageiros em linhas interestaduais. Por outro lado, só no ano passado, mais de 50 milhões de brasileiros migraram dos ônibus para dentro das aeronaves, um aumento de mais de 150% no fluxo das viagens aéreas. O problema é que o crescimento nos aeroportos não está favorecendo as empresas de aviação, já que as receitas não são capazes de cobrirem os custos operacionais, e por isso, o preço das passagens deve ser o primeiro item a sentir a discrepância entre as realidades que cercam o setor. Segundo especialistas, a tendência daqui pra frente é pagar mais caro pelos embarques em linhas de longa distância, uma situação que pode reverter este quadro nos próximos anos.

Viagem aérea não evita reservar passagens rodoviárias

Haverá linhas de ônibus especiais para desembarque em aeroporto.

Haverá linhas de ônibus especiais para desembarque em aeroporto.

Mesmo aqueles que decidirem viajar de avião pelas linhas interestaduais do Brasil terão que se render ao serviço rodoviário para chegar até os principais hotéis de Porto Alegre ou ir até os estádios, durante os jogos da Copa do Mundo.
Pelo menos cinco novas linhas de ônibus foram criadas para atender turistas e torcedores que dependerão do transporte assim que desembarcarem no Aeroporto Salgado Filho.
Segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), as linhas especiais serão válidas apenas em dias de jogos na capital do Rio Grande do Sul, já que é uma das cidades-sede do torneio.
Todos os hotéis credenciados terão acessibilidade através da linha “Line Airport – Hotels”.

De acordo com o presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, essa será uma boa oportunidade para aqueles que chegam de avião e querem conhecer o centro da cidade ou fazer check-in nos hotéis.
A empresa Carris fará a operação das linhas de forma experimental.
Mais barato do que o serviço de táxi, os ônibus terão ponto de parada fixo e comercialização com antecedência para reservar passagens.

Quatro das linhas que já estarão em circulação a partir do dia 12 de junho, irão levar passageiros até as proximidades do estádio, onde os jogos da Copa serão disputados.
Já há linhas parecidas para atender partidas da dupla Grenal, entre Grêmio e Internacional.
Além das extras, há mais de 30 trajetos regulares de ônibus e 10 de lotação que passam bem próximo do estádio Beira-Rio.

Os ônibus farão as paradas em pontos já definidos pelas avenidas Praia de Belas e Borges de Medeiros. Com a mudança, pelo menos 10 avenidas da cidade ficarão broqueadas durante as partidas de futebol. Cada viagem de ônibus suporta 25 tripulantes e tem compartimento para três bagageiros. Os veículos sairão de meia em meia hora e as passagens de ônibus custarão R$ 5.
O primeiro jogo da Copa a ser disputado no Beira-Rio acontecerá no dia 15 de junho, em partida disputada pelas seleções da França e Honduras. A Austrália e Holanda também travam duela no dia 18 de junho, e há jogo da Coréia do Sul  contra Argélia no dia 22 do mesmo mês. Ainda pela primeira fase da competição haverá uma partida no dia 25, de Nigéria contra Argentina.

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