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Compensa viajar de ônibus para o litoral de São Paulo?

Vista da Prainha Branca - Guarujá, São Paulo, BrasilA maior comparação entre os serviços aéreos e rodoviários quando se tem que optar por uma das opções é com relação ao preço da passagem. Mas será que compensa viajar de ônibus ou ir de avião, em uma viagem programada para uma das principais cidades do litoral de São Paulo, saindo do interior do Estado. Quem mora longe de capital e quer aproveitar o próximo verão em uma das praias de São Paulo, já deve saber que a primeira parada em Sampa é obrigatória, tanto para quem optar pelas viagens de ônibus, quanto para os que vierem voando.

Viajando de avião

Como não há aeroportos para voos domésticos em nenhum dos municípios litorâneos do Estado, o jeito é desembarcar em São Paulo. De lá, o passageiro pode pegar um ônibus com destino a cidade desejada, agregando custos a viagem.

PONTO NEGATIVO – O problema neste caso é com o valor do transfer até o terminal rodoviário desejado.

PONTO POSITIVO – O trajeto até a capital tem a mesma média de custo do serviço rodoviário, porém, é feito pela metade do tempo. O preço da passagem rodoviária de São Paulo até o litoral é em conta.

Viajando de ônibus

Partindo do interior do Estado não há nenhuma conexão rodoviária possível que ofereça o desembarque até o litoral, sem que haja uma parada em uma das rodoviárias de São Paulo. Portanto é preciso comprar duas passagens de ônibus para chegar ao destino final.

PONTO NEGATIVO – O desembarque das linhas interestaduais com saída do interior de São Paulo é feito sistematicamente na rodoviária de Barra Funda, enquanto que os embarques com destino ao litoral norte e sul do Estado são realizados nos terminais do Tietê e Jabaquara, ou seja, será preciso contratar outro transporte para trocar o terminal rodoviário (isso gera custo e perda de tempo).

PONTO POSITIVO – Mesmo com integração entre as rodoviárias, de ônibus é mais fácil calcular o tempo de chegada e assim reservar o melhor horário para embarcar no segundo ônibus com destino as praias, com maiores opções de deslocamento.

Auto viações querem aumentar preços de passagens de ônibus

Pedido de aumento do Setap levanta suspeitas.

Pedido de aumento do Setap levanta suspeitas.

Os embarques rodoviários de Macapá, no Amapá, podem ter os preços de passagens de ônibus mais caros do Brasil, se a prefeitura da cidade perder ação judicial movida pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Amapá (Setap). Segundo o órgão que representa as auto viações em circulação no município, o valor das passagens deve ficar 30% mais caro. Isso porque o setor está passado por dificuldades financeiras e não está conseguindo arcar com os custos de operação do sistema. Se a reajuste vigorar, o bilhete rodoviário comercializado por R$ 2,10 vai para R$ 2,75. A queixa feita pelo Setap diz que essa já é a quinta vez em que as empresas se reúnem para brigar pelo aumento. Segundo o sindicado, faz mais de 10 anos que a prefeitura não aprova um reajuste gradual no preço das passagens, levando em consideração o que está sendo gasto pelas companhias rodoviárias. Além de tudo, também está sendo feito o pedido da redução de tributos para a aquisição de óleo diesel, à Companhia de Trânsito e Transportes de Macapá (CTMac).

Enquanto o valor tarifário não é decidido, a sugestão da Setap é aumentar a passagem para R$ 2,50 na tentativa de minimizar os custos gerados com funcionários e com o combustível. A CTMac já se mostrou desfavorável ao pedido de aumento dos bilhetes. Segundo a diretora da instituição, o valor cobrado atualmente nas catracas já é compatível com a quantidade de ônibus e a qualidade oferecida pelo serviço. A frota que transporta a população atualmente é composta por 190 veículos. Ainda segundo a direção da CTMac, só no último ano, o setor registrou aumento de 1 milhão de passageiros e viu os impostos federais, estaduais e municipais caírem. Em contrapartida, o Ministério Público está investigando um esquema envolvendo diretores do sindicato e uma perita da Justiça que teriam fraudado em 2007 as planilhas de custos repassadas para a prefeitura de Macapá. As investigações apontam um acordo entre a perita e a direção do sindicato, a fim de aprovar todos os pedidos, sendo que o parecer autorizando o aumento foi elaborado pelo próprio Setap, com a inclusão de gastos inexistentes.

Preço de passagem de ônibus de Campina Grande é grande

Prefeitura de Campina Grande negocia reajuste nas passagens.

Prefeitura de Campina Grande negocia reajuste nas passagens.

O mês de agosto começou pregando peça no bolso de moradores de Campina Grande, na Paraíba. Desde a semana passada, o preço de passagem de ônibus da cidade está mais caro. O custo para embarcar em ônibus de Campina Grande é de R$ 2,20, ou seja, R$ 0,10 a menos do que as companhias de ônibus que compõem o Conselho Municipal de Transportes haviam reivindicado para a prefeitura. A planilha de custo que sugeriu redução no valor de R$ 2,30 foi rejeitada pelo prefeito Romero Rodrigues. Mesmo assim, a decisão do chefe do executivo prejudicou as economias de quem utiliza e depende do transporte coletivo todos os dias para ir e voltar do trabalhar. De fato, não há o que reclamar do aumento proposto pela prefeitura campinense.

Já que o último valor tarifário praticado só foi reajustado no começo de 2012. Para o prefeito, as planilhas de custos das empresas rodoviárias são a prova de que o aumento era necessário. “Dificilmente se encontra no país hoje um produto ou serviço que custe o mesmo que custava dois anos e meio atrás”, ressaltou. Para minimizar o impacto negativo que o aumento inesperado poderia causar, sem contar com os protestos, a prefeitura negociou valores mínimos e conseguir um desconto favorável para a população. No ano passado, as manifestações populares também levaram o valor das passagens rodoviárias para baixo. Na época o preço passou a ficar R$ 0,10 mais barato do que é cobrado agora.

O aumento no preço dos bilhetes rodoviários deve garantir um aumento salarial para profissionais da categoria rodoviária em 9% (motoristas e cobradores). Uma greve realizada por motoristas de ônibus coletivo dias antes de o acordo ser firmado, colocou a prefeitura de Campina Grande em uma saia justa. A frota rodoviária ficou paralisada 100%, comprometendo as viagens de ônibus de quase 100 mil pessoas. Além de o salario aumentar, a origem da mudança também está no aumento de impostos sobre os combustíveis, nos preços pagos por equipamentos e em peças de manutenção dos veículos e outros insumos.

Protestos contra o valor da passagem toma conta de Goiânia

Motoristas querem aumento salarial.

Motoristas querem aumento salarial.

Além de cobradores e motoristas de ônibus cruzarem os braços até que aprovem aumentos salariais superiores a 10%, passageiros e usuários do serviço rodoviário decidiram protestar contra o valor da passagem na capital de Goiás.
Pelo menos 100 pessoas manifestaram revolta contra o reajuste das tarifas de ônibus durante protesto pelas principais avenidas do centro de Goiânia, ontem à tarde (21).
O grupo exigia a revogação do preço das passagens e cobrava melhorias no serviço de transporte público.
Segundo a Polícia Militar, o manifesto foi acompanhado por funcionários de empresas de ônibus que estão descontentes com sua situação salarial.

Os manifestantes se reuniram a frente ao Teatro Goiânia por volta das 13 horas e percorreram pela Avenida Anhanguera com destino a sede do Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo de Passageiros de Goiânia (Setransp). É de lá que partem mais da metade das decisões sobre os preços dos serviços e o valor pago para cada categoria.
O grupo formado por jovens e estudantes chamou atenção de quem estava no sindicato com gritos e palavras de ordem desqualificando a frota dos ônibus que atende a cidade e toda Região Metropolitana.
A Praça do Bandeirante que fica na região central de Goiânia também foi ponto para as manifestações. A praça foi o último local a receber os ativistas até todos se dispersarem. De acordo com informações da PM, a ação durou pouco mais de 1 hora e não houve necessidade de intervenção policial.

Considerada pacífica, a marcha foi acompanha pelos policiais do Estado desde o início.
Por causa da localização, quem voltava ao trabalho pelas imediações de ônibus ou com veículo próprio teve de ter um pouco de paciência.
O trânsito voltou a funcionar normalmente antes das 15h, assim que o protesto terminou.
Homologado desde sábado (17), o preço das passagens de ônibus para a Região Metropolitana de Belém (RMB) saltou de R$2,20 para R$2,40, a partir de segunda-feira, dia 19.
Muita gente foi pega de surpresa e embarcou nos veículos rodoviários sem saber do aumento. Indignados, teve passageiro que precisou voltar porque levava o dinheiro contato para pagar as passagens.

Preço de passagens rodoviárias vive pior fase dos últimos 4 anos

O preço das passagens rodoviários é o mais baixo durante os últimos quatro anos.

Preço de passagens é o pior dos últimos quatro anos.

O preço cobrado pelas companhias de ônibus para embarcar em todo o Brasil vive a pior queda dos últimos quatro anos.
Os protestos e as manifestações generalizadas contra o aumento das tarifas para as passagens rodoviárias, durante junho do ano passado, contribuíram para que os passageiros desse tipo de serviço sofressem menos com os reajustes anuais promovidos pelas concessionárias.
Mesmo com a retomada do valor que era cobrado no início de 2013, os bilhetes para viagens de ônibus se mantem acessíveis para a maioria.
Entre o período anual de 2011 e 2012, aumentos consideráveis foram detectados por uma pesquisa encomendada pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o estado, junto com o Rio Grande do Sul é uma das regiões mais caras para se andar de ônibus.

Na época, a instituição avaliou os preços rodoviários fornecidos por 11 auto viações, em 89 viagens com destinos para 18 estados brasileiros, sempre com embarques feitos na capital mineira.
A pesquisa constatou elevações abusivas na tarifa para trechos até Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, deixando as passagens 45,7% mais caras, em Congonhas com 22,2% a cima do valor cobrado anteriormente e em Bom Sucesso, em Minas Gerais, com a mesma porcentagem.
Além de comprovar aumento gradativo nos preços dessas passagens, o Procon pôde comprovar muitas variações nos valores entre as companhia de ônibus.
Dados divulgados comprovaram que na época havia alterações de mais de 30% entre empresas concorrentes do mesmo trajeto. Comprar uma passagem para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por exemplo, poderia variar de R$99,87 a R$75,62 dependendo da companhia.

O mesmo aconteceu com um bilhete para Aparecida do Norte, (SP). A passagem apresentou variação significativa, de 16,75%, sendo comercializa por R$97,43 e R$83,45 a bordo do mesmo tipo de veículo.
Para evitar esse tipo de desperdício, a busca por bilhetes nas centrais de passagens rodoviárias online está facilitando a vida do consumidor.
Enquanto as companhias de transporte rodoviário sofrem para subsidiar gastos e remanejar receitas menores, o usuário é quem comemora. Pesquisas realizadas recentemente comprovam que a procura por viagens de ônibus aumento nos últimos 12 meses.

Valor da passagem de ônibus rodoviário é maior desde quinta

homem rico homem pobreHá cerca de uma semana o valor da passagem para ônibus rodoviários que circulam entre os estados e fora do país passou a ficar 6,9% mais caro através de uma resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada no Diário Oficial. O reajuste é praticamente duas vezes maior do que já havia sido concedido em 2012, com aumentos de 2,77%. Vale destacar que a decisão só é aplicada para as viagens com mais de 75 quilômetros de duração e por tanto não devem interferir no preço de passagens de ônibus municipais.

Apesar de o aumento contrariar as opiniões de quem vive com o pé na estrada, o anúncio já era aguardado e deveria ter sido praticado meses antes, segundo ordem do Ministério dos Transportes.

A mudança estava prevista para o dia 1º de julho, mas foi temporariamente cancelada por causa da série de protestos e manifestações contra o aumento das passagens que aconteceu por todo o Brasil. Agora mais de duas mil linhas de ônibus com trajetos de longa distância deverão sofrer o reajuste.

A justificativa para tornar o preço de passagens rodoviárias mais caro está no equilíbrio econômico-financeiro entre as companhias de transporte rodoviário interestadual e internacional que trabalham por permissão ou concessão. Para chegar até o valor divulgado, a ANTT analisou os coeficientes tarifários, calculando-os com base no índice de reajuste do óleo diesel, no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC e no Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA.

Quem também depende do transporte coletivo para trabalhar e se deslocar durante o dia, deve ficar atento a um novo índice específico para viagens com distâncias mais curtas. Para aqueles que se programaram e pretender embarcar em uma longa viagem com a família, a dica é pesquisar preços e escolher as melhores ofertas promovidas pelas companhias de ônibus através de sites especializados na comercialização de reservas rodoviárias, como o portal Quero Passagem. As compras podem ser feitas em menos de cinco minutos e o internauta tem a opção de selecionar as viagens mais acessíveis. Para comprar e pesquisar basta acessar o site www.queropassagem.com.br. Compras e viagens com antecedência também podem garantir bons descontos.

Andar de carro pode ajudar na redução do preço de passagem

Dirigir carro redução preço passagens de ônibus

Deixar de andar de ônibus também pode ajudar o preço de passagem rodoviária continuar mais em conta. A ideia que a Fundação Getúlio Vargas encontrou em um debate promovido pela Rede Nossa São Paulo é aumentar os custos de produtos e serviços gastos com motoristas para subsidiar os descontos promovidos pelas companhias de viação. São medidas em forma de financiamento para que o transporte urbano possa oferecer preço de passagens rodoviárias mais acessíveis para o bolso do cidadão e fomentação no setor. Com a mudança em ordem, à democratização de todo ambiente urbano será mais equilibrada. Haja vista que quem preferir ou puder viajar mais de carro deverá facilitar o acesso àqueles que dependem do ônibus.

É uma forma inteligente de equilibrar os gastos gerados pelo transporte. Estudos comprovam que andar de carro é o mesmo que ocupar o espaço na rua dez vezes mais quando se está viajando de ônibus. Aos que preferem o conforto do carro ou a agilidade das motocicletas está poluindo de 17 a 34 vezes mais do que aqueles que só embarcam nos coletivos. A diferença é ainda maior quando a comparação é feita por capacidade entre os veículos rodoviários. Um ônibus convencional com espaços para mais de 80 passageiros apenas ocupa 13 metros nas rodovias, deixando de circular pelo menos 40 carros e liberando 170 metros.

É certo afirmar que as viagens de carro não só prejudicam a saúde com doenças provenientes de problemas de poluição e também ocupam espaços privilegiados e comprometem estruturas das cidades. Apesar disso e outras questões como falta de expansão em áreas de conversação do meio ambiente, quem anda de ônibus, viagem de trem ou se locomove com o metrô paga um preço de passagens mais caro. Por isso programas de financiamentos começaram a ser cogitados no Estado de São Paulo. É estudada a possibilidade de se instalar a Cide – Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico, ou seja, imposto sobre a gasolina, para que o preço de passagens de ônibus dos transportes públicos fique mais barato e sobre dinheiro suficiente para investir em corredores e outros projetos de mobilidade.

ABC Paulista reduz valor da passagem

 Diminui valor de bilhetes rodoviários no ABCD Paulista

O valor da passagem cobrado pelas operadoras de ônibus da região do ABCD de São Paulo teve baixa no último levantamento do mês de maio. Segundo dados anunciados pelos prefeitos da região que fazem parte do Consórcio Intermunicipal do ABC, as tarifas cobradas dos transportes públicos a partir do dia 15 de maio de 2013 sofrerão redução. Desonerar impostos como o PIS/Cofins para subsidiar benefícios e descontos é um processo muito utilizado por prefeitos do Estado de São Paulo e nesta ocasião não foi diferente. A medida só vai acontecer porque os impostos sobre os ganhos das companhias de viação serão cortados.

Por enquanto apenas o preço de passagens de ônibus com o valor de R$ 3,30 será modificado. O acrescimento garante uma economia ao passageiro de 10 centavos, ou seja, os bilhetes passarão a custar R$ 3,20. As cidades paulistas que possuem tarifas com este valor e que podem comemorar a mudança é Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá e Ribeirão Pires. O preço de passagens rodoviárias atualizado é o mesmo cobrado pelos coletivos municipais de São Paulo, trens da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e o Metrô. Assim todos os municípios passam a operar com o mesmo valor, apenas se diferenciando nas integrações e disponibilidade de linhas para veículos de menor capacidade.

Para cidades onde os valores são iguais ou menores aos do benefício, nada vai mudar. É o caso de Diadema, onde as reservas rodoviárias são de R$ 3,20 a unidade e em Rio Grande da Serra, com tarifas a R$ 3,00. A prefeitura de Diadema preferiu manter o mesmo valor cobrado nos serviços de transporte público da cidade. As viagens entre ônibus municipais e os ônibus e trólebus da Metra realizadas de forma gratuita também continuarão. O prefeito Lauro Michels explica que são os subsídios responsáveis pela gratuidade do serviço. Os municípios devem modificar os preços das tarifas de seus ônibus municipais através de decretos. O Consorcio Intermunicipal do ABC é composto por sete municípios do Grande ABC que juntos planejam articulações e definem atuações de âmbito regional.

Governo zera PIS para valores de passagens de ônibus pararem

Valores de passagem de ônibus pararem

 

Os valores de passagens de ônibus não deverão aumentar mais porque o Governo Federal preferiu isentar o PIS/COFINS nas taxas cobradas pelos veículos públicos, o que é válido para ônibus intermunicipais e metropolitanos, para bondes, trens e também para o metrô. Para o Ministério da Fazenda, zerar estes impostos é a melhor saída para congelar a inflação nos preços de passagens de ônibus que vem tendo aumentos regularmente. Pontualmente as cidades que mais sentem esses reajustes é São Paulo, na região Metropolitana e o Rio de Janeiro. A partir de dois de junho as tarifas cobradas para os ônibus, trens e o metrô de São Paulo é de R$ 3,20.

Os veículos de transporte que são operados pelas empresas Metra, EMTU e RTO terão seus valores reajustados em 6,67% para o segundo semestre. Os impostos que o Governo Federal quer paralisar tem peso de 3,65% sobre o preço de passagens. Apesar de acontecer o aumento no segundo semestre, o governo comemora. O reajuste ainda é menor do que a inflação acumulada. Para fugir destas tarifas indesejáveis para o bolso do cidadão, o poder público vem abrindo novas possiblidades em integrações de serviços rodoviários. O Bilhete Único, por exemplo, é um sistema de integração que possibilita a viagem com duração de três horas em até quatro ônibus diferentes, em ainda 64 quilômetros de trajeto contando com a ida e a volta.

Na região do ABC Paulista estes recursos ainda são mais limitados. O preço de passagens rodoviárias é de R$ 3,30 e a extensão é de apenas cinco quilômetros. Para poder segurar o valor das passagens, só a prefeitura de São Paulo vai ter que desembolsar R$ 1,25 bilhão. Apesar disso, os responsáveis afirmam que pagar pela redução de impostos traz diversos benefícios. Só de evitar que as tarifas aumentem no futuro provoca uma boa viabilidade no setor econômico. Quanto mais acessível, mais atrativo para população e eficaz no controle do trânsito e da poluição. Garantir que o custo dessas tarifas não caia apenas em cima dos passageiros pagantes é uma forma de assegurar serviços básicos com educação, saúde e trabalho.

Governo Federal pode paralisar preços de passagens de ônibus

 

Os preços de passagens de ônibus poderão permanecer intactos por um bom tempo até que a Presidente Dilma Rousseff não se convença e continue a promover reajustes na categoria. A medida esperada pelas autoridades que compõem a Frente Nacional de Prefeitos é ideia do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati. Ele pediu para que Dilma aprove e apoie o Regime Especial de Tributação sobre Transporte e outros impostos sobre combustíveis para reduzir o preço de passagens de transportes urbanos. Com o subsídio oriundo das tarifas de gasolina, os próximos reajustes feitos pelo Governo Federal poderão ser menos abusivos, segundo o prefeito gaúcho.

A comissão Frente Nacional de Prefeitos não é contra ao fim das inflações cobradas nas passagens dos coletivos, mas sim em uma elevação mais equilibrada. A entidade esta preocupada com o aumento dos valores porque entende que além de dificultar o uso do serviço, pode ser uma baixa para outras áreas importantes. Hoje em dia, o ônibus é o veículo de transporte mais importante do Brasil. Em geral, é ele quem garante o acesso ao trabalho, proporcionando renda e dá direito a serviços prioritários. Existem dois projetos que podem ajudar os prefeitos a mudarem o rumo do transporte no país. Um deles é o Reitup – Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros, que inclusive já teve sinal verde da Câmara dos deputados e está tramitando pelo Senado.

O projeto sugere várias formas de se realizar o transporte em favor de auxílios e queda no preço de passagens rodoviárias. Os prefeitos também contam com a Cide – Contribuição sobre Intervenção de Domínio Econômico, ou seja, o imposto da gasolina. Neste caso os descontos dos impostos cobririam as tarifas de transportes públicos.  A mudança através da Cide pode beneficiar mais os passageiros de ônibus. É uma troca. Quem anda com seu próprio carro, paga os impostos e ajuda a baratear o preço de passagens de ônibus. Aquele que utiliza o ônibus, por exemplo, faz o inverso, colabora para que o trânsito seja mais eficiente e que o acumulo de veículos automotivos nas vias diminua.

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