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Site é solução para comprar passagem rodoviária com cartão

Compra de passagens de onibus com cartao de credito

Site facilita comprar passagens de ônibus com cartão de crédito.

Apenas três companhias de ônibus entre as 21 que operam na rodoviária de Porto Alegre vendem suas passagens de ônibus para quem tem cartão de crédito e débito.
Apesar de prometerem que todas oferecerão o serviço de pagamento facilitado durante a Copa do Mundo, quem realmente quer se livrar das notas em dinheiro e de carregar as moedas no bolso vai ter que apelar para a internet.
O serviço online é o único que garante o parcelamento para todas as viagens de ônibus intermunicipais e interestaduais do Brasil, em até seis vezes sem juros.
A viação Ouro e Prata, Planalto e Unesul responsáveis por pelo menos metade do fluxo rodoviário do terminal rodoviário da capital gaúcha, vendem os bilhetes rodoviários nos guichês.

A rodoviária POA tem cerca de 600 embarques diários quando o movimento é normal.
A Veppo, empresa que administra a estação rodoviária espera poder contar com o sistema de agências virtuais para comprar passagem rodoviária. Segundo a administradora, falta apenas às auto viações aderirem a novidade para facilitar a vida dos passageiros.
Assim como é oferecido pelo site Quero Passagem, especializado na venda de mais de três destinos de ônibus para todo o Brasil, as bandeiras mais utilizadas para pagamentos com cartões são a Visa e Mastercard, elas são as mesmas aceitas pelas três empresas de ônibus que circulam no terminal.

A startup lançada no final do ano passado ainda trabalha com cartões da empresa Elo, American Express, Diners e Visa Electron para quem mora fora do Brasil, além de gerar boleto bancário com descontos de até 5% em qualquer compra no site.
A Quero Passagem foi a primeira do setor a implantar o sistema de pagamento para turistas estrangeiros, sem apresentação do CPF e com moedas internacionais, por causa da Copa do Mundo.
Na rede mundial de computadores, o número de empresas a disponibilizaram o serviço sobe para nove, apenas para cartões de crédito.
Todas as companhias rodoviárias aceitam pagamentos em dinheiro ou cheques.
De acordo com a Veppo, as transportadoras estudam uma maneira mais rápida e eficiente para implantar o novo sistema o quanto antes.

MP apura irregularidades em passagens de ônibus de Minas Gerais

MP de Minas Gerais apura reajustes em tarifas rodoviárias.

MP de Minas Gerais apura reajustes em tarifas rodoviárias.

As prefeituras do estado de Minas Gerais que começaram a reajustar as passagens de ônibus desde o começo desse ano, estão tendo problemas com o Ministério Público do Estado (MPMG).
Depois de endurecer o aumento proposto pela secretária municipal de transportes de Belo Horizonte, o órgão recomendou ao prefeito de Montes Claros, cidade localizada na região norte, a diminuição do valor cobrado para embarcar em seus coletivos.
O pedido que deve recuperar R$ 0,10 para o bolso dos passageiros do município, aconteceu depois o MP constatou irregularidades no cálculo do valor das passagens.
Pressionada pelo órgão e pela imprensa local, a administração de Montes Claros concordou com a reavaliação dos documentos apresentados inicialmente por companhias de ônibus e decretou a redução.

O último aumento praticado na cidade começou a valer no dia 6 de abril e elevou o preço das passagens rodoviárias para R$ 2,50.
A empresa de ônibus MCTrans foi quem apresentou a planilha com os custos de operação obrigatórios para transportar a população. O Ministério Público, porém, conseguiu provar que o documento estava equivocado.
Foram realizadas revisões em todos os cálculos e custos apontados na documentação como contribuição previdenciária, ISS, salários e depreciação/remuneração dos veículos. A conclusão foi que o valor reajustado poderia ser menor.

A análise também apontou oportunismo das empresas concessionárias no valor inflacionado de pneus e combustível em janeiro de 2014. Segundo conta no documento, as auto viações teriam se aproveitado de um reajuste de mercado aplicado ainda no mês passado para salgar o custos com aquisição desses itens.
Além de pedir a redução no preço das tarifas, o MP quer o ressarcimento pelo valor cobrado desde o dia 6 de abril desse ano e que entrou em operação em maio.
A prefeitura terá que fazer a compensação da passagem na próxima revisão tarifária que acontecerá no ano que vem.
Segundo nota oficial, a prefeitura transferiu a responsabilidade dos documentos apresentados e da decisão do reajuste para as empresas de transporte coletivo. Com a mudança, o valor dos bilhetes de ônibus passa para R$ 2,40.

Justiça barra aumento nos preços de passagens de ônibus em MG

Justiça proíbe aumento nas passagens rodoviárias em BH.

Justiça proíbe aumento nas passagens rodoviárias em BH.

O recurso apresentado pelo departamento de trânsito e mobilidade urbana da capital de Minas Gerais para aumentar os preços de passagens de ônibus em linhas rodoviárias não foi acatado pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJMG).
Segundo o desembargador Kildare Carvalho, da 3ª Câmara Cível, o pedido foi negado e com isso o reajuste na hora de embarcar deve ficar para mais tarde.
A determinação passa a ser da 4ª Vara de Feitos da Fazenda Pública Municipal e já está em vigor desde o começo desse mês. Apesar disso, a justiça de Belo Horizonte não garante suspender o aumento em mais de trinta dias.

Se não fosse a intervenção da justiça, o preço praticado nas passagens rodoviárias da cidade já deveria estar mais salgado desde o dia 6 de abril. Depois que o Ministério Público do Estado mineiro pediu a suspenção do aumento, o valor que iria chegar a R$ 2,85 ficou sendo comercializado em 20 centavos mais barato.
Sem saber da determinação do TJMG, muitos passageiros compraram as passagens com valores alterados, depois que companhias de ônibus descumpriram a ordem judicial e venderam mais caro.
Para a prefeitura de BH as tarifas rodoviárias precisam ser reajustadas de acordo com o índice inflacionário do município. Segundo o agravo, só de 2009 até o começo desse ano, a inflação gerada medida pelo INPC ficou em 34,35%, enquanto o aumento das passagens acumulado foi de 23,91%.

Os dados apurados que propõem elevação de 7,5% para recompor o equilibro econômico e financeiro do setor, foram apurados pela empresa Ernest & Young. É justamente esse parecer que está sendo apurado e questionado pelo Ministério Público de Minas Gerais. O órgão já abriu uma perícia para apurar os dados.
Várias empresas de ônibus que trabalham na cidade fizeram questão de recorrer da decisão. Em contrapartida, a desembargadora da 3ª Câmara Cível Ana Paula Caixeta também foi contra o aumento das tarifas.
Se o recurso for realmente julgado improcedente, as auto viações terão que se contentar com o preço praticado recentemente.
A prefeitura de BH não quis se pronunciar sobre a decisão do desembargador Kildare Carvalho.

Preço de passagens 2014 aumenta em cinco capitais brasileiras

Preço de passagens de ônibus nas principais capitais do Brasil volta a subir no começo de 2014. Prefeituras não tem como subsidiar os descontos.

Preço das passagens volta a subir

Longe da efervescência das manifestações populares, o preço de passagens 2014 já ficou mais caro em cinco capitais do Brasil. Com os reajustes, viajar de ônibus até as cidades de Boa Vista, Cuiabá, Maceió, Porto Alegre e Rio de Janeiro, está tornando as despesas mensais dos passageiros ainda maiores.
Segundo levantamento feito por um portal de notícias, o grupo das capitais com os bilhetes rodoviários mais caros deve ganhar uma aliada em breve. Belo Horizonte, em Minas Gerais também havia pronunciado aumento de 7,5% desde o dia 3 de abril, porém uma liminar do Ministério Público do Estado barrou o reajuste. Se vigorar, a passagem de ônibus de R$ 2,65 vai ficar 20 centavos mais cara.

No ano passado, os protestos populares contra o aumento das passagens rodoviárias, inibiu o reajuste da maioria das cidades que haviam elevado as tarifas. Aracaju, Curitiba, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória foram as capitais que recuaram seus valores. Na época, apenas Fortaleza, outra capital que havia feito o reajuste nas catracas, não conseguiu retornar o valor antigo, por causa de uma decisão judicial.
As capitais do Mato Grosso do Sul, Amapá e Mato Grosso também reduziram suas tarifas rodoviárias, depois que a onda de protesto tomou conta das ruas do país. Todas não haviam decretado reajuste tarifário em 2013, mas mesmo assim decidiram reduzir os valores.

Esse ano, o preço pago para embarcar em um ônibus do Roraima, passou de R$ 2,25 para R$ 2,60 desde o dia 2 de janeiro. Já no Rio, o reajuste começou a valer desde 8 de fevereiro, quando a prefeitura decretou o aumento de R$ 2,75 para R$ 3. Os cuiabanos já se acostumaram com o reajuste de 20 centavos na tarifa, desde março desse ano.
No sul, o aumento é mais recente. A passagem rodoviária passou de R$ 2,80 para R$ 2,95, no dia 7 desse mês.
A capital de Alagoas foi a única a tentar impedir o aumento através da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), mas não conseguiu ter sucesso, elevando o valor de R$ 2,30 para R$ 2,50.

Decreto mantém redução nos preços de passagens de ônibus de BH

Decreto em Belo Horizonte garante o mesmo preço de passagens de ônibus por três meses.

Decreto mantém preço de passagens.

Os preços de passagens de ônibus para embarcar nos coletivos de Belo Horizonte, em Minas Gerais, não devem aumentar nos três primeiros meses desse ano. A decisão foi oficializada e confirmada depois que a cobrança do Custo de Gerenciamento Operacional, o CGO, foi suspensa no meio do ano passado e publicada no Diário Oficial do Município, há poucos dias.
A cobrança é uma tarifa que supri todos os gastos relacionados à parte administrativa e operacional da fiscalização e da regulação da frota de cada companhia de ônibus.
No ano passado, devido à generalização das manifestações contra o aumento das passagens rodoviárias invadirem o Brasil, com o desconto concedido no CGO, os bilhetes ficaram R$ 0,5 mais baratos. De lá pra cá, a tarifa passou de R$ 2,80 para R$ 2,65.

Mesmo a com diminuição na capital mineira, o prefeito Márcio Lacerda não havia dado garantias de que a isenção da taxa cobrada sobre os custos de operação seria definitiva, já que o benefício dependia de uma auditoria para analisar as possíveis reações que a mudança pudesse ocasionar.
Segundo a prefeitura, foi preciso esperar até dezembro de 2013 para ter uma dimensão de todas as condições do contrato e decidir entre a permanência ou não da isenção do imposto.
No começo deste mês, Márcio vetou um projeto que tramitava pela Câmara Municipal de Belo Horizonte proibindo a cobrança do Custo de Gerenciamento Operacional.

Ele é a favor da proposta e assumiu o compromisso em definir o rumo nos preços das passagens como sendo de responsabilidade do poder executivo da cidade. Apesar disso, os vereadores sugeriram que o decretou suspendesse a cobrança durante três meses.
Agora a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos precisa definir todas as condições técnicas para que a mudança passe a valer.
Quem for vender imóveis ou transferir sua residência este ano, sentirá o peso dessa novidade.
O Imposto Sobre Transferência de Bens Imóveis (ITBI) sofrerá elevação da alíquota a partir de maio como forma de subsidiar a redução da receita da prefeitura. Segundo o órgão público, a perda é estimada em cerca de R$ 20 milhões.

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