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Preço de passagem de ônibus de Alagoas sobe 4,56%

Reajuste de passagem Viajar de ônibus em Maceió e cidades do interior de Alagoas está 5% mais caro desde a última semana. O reajuste aprovado pelo colegiado da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal) se estende as passagens do transporte público intermunicipal alagoano e de diversos outros estados brasileiros. A tarifa reajustada anualmente é resultado de uma contabilidade que inclui gastos com mão de obra, equipamentos utilizados na manutenção dos veículos, aumento no preço dos combustíveis e demais insumos, segundo apuração dos valores da Gerência de Tarifas da Arsal. Com o aumento, os principais trechos de ônibus operados dentro da capital foram atualizados, com valores de R$ 4,40 e R$ 3,80. Confira os novos valores dos principais trechos:

 

  • Mata do Rolo: R$ 4,40
  • Gustavo Paiva: R$ 4,40
  • Via Expressa: R$ 4,15
  • Cruzeiro do Sul: R$ 3,80
  • Jarbas oiticica: R$ 3,80
  • Ponta Verde: R$ 4,40

Vale ressaltar que os vales são validos para embarque por mais 30 dias, quer dizer que o usuário poderá utilizá-lo, independente do reajuste, até o dia 19 de novembro.

Passagens de ônibus do Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, o aumento das passagens de ônibus intermunicipais de longo percurso foi ainda maior, ultrapassando a casa dos 7%. O aumento foi autorizado pela Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs), com base no aumento do plano de saúde e vale-alimentação dos funcionários da categoria, além do reajuste salarial e do preço elevado dos combustíveis. O mesmo percentual de reajuste também vale para despachos e encomendas via ônibus. A mudança trouxe um ajuste importante para quem não utiliza as estações rodoviárias do Estado para embarcar, e mesma assim paga pela taxa de embarque. Com a publicação a taxa de 11% destinada ao serviço deve ser extintas em viagens foram destes locais.

Venda passagens de ônibus de Rondonópolis aumenta nas férias

passagens de ônibus de Rondonópolis A procura pelas passagens de ônibus de Rondonópolis aumentou depois que as escolas entraram de recesso. Nesta época do ano é comum que o fluxo de passageiros aumente nos terminais rodoviários de várias cidades do Brasil. Por conta das férias escolares e do recesso em alguns departamentos públicos, o aumento no interesse e na compra das passagens interestaduais e intermunicipais têm beneficiado as operadoras de transporte de Rondonópolis e várias outras cidades do interior do Mato Grosso.

Segundo levantamento do próprio terminal rodoviário de Rondonópolis, o aumento na compra de passagens rodoviárias interestaduais e intermunicipais, foi de 40%, entre as três primeiras semanas de julho – número superior, aos registros de venda de passagens computadas no mesmo período do ano passado. Preferida dos jovens e solteiros, os embarques registrados neste período levaram milhares de passageiros para vários estados do Brasil. Segundo informações de uma das dezenas auto viações com operação da rodoviária de Rondonópolis, os destinos mais procurados em julho incluem as cidades de Presidente Prudente, em São Paulo, Londrina, no Paraná, Ivolândia, em Goiás e Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Com exceção dos embarques fora do estado, o destino mais movimentado levou passageiros de Rondonópolis até a capital do Mato Grosso, Cuiabá.

Preços de passagens de ônibus saindo da rodoviária de Rondonópolis

Por conta da distância, o trajeto mais caro da lista é até a rodoviária de Londrina, com preço médio de R$ 200 só para a passagem de ida. O valor para a cidade de Ivolândia é de R$ 197,56. Já para o trecho no interior de São Paulo, em Presidente Prudente, a passagem sai por volta de R$ 170. Em Campo Grande, o preço da passagem é de R$ 87,88. A passagem de ônibus para Cuiabá é a mais barata, com valor de R$ 61,62.

Aumento de 9% deixa as passagens de ônibus mais caras

Preço de passagem de ônibusO reajuste nas passagens de ônibus que passaram a vigorar desde o primeiro dia de Julho deixou muitos passageiros insatisfeitos. Com a aprovação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) o aumento já está em vigor, principalmente nas cidades paranaenses. Com a mudança, passageiros da região noroeste do Paraná precisarão desembolsar mais dinheiro para viajar para outros estados. As passagens de ônibus interestaduais e internacionais para trajetos a partir de 75 km sofrerão reajuste de 9,042%. As passagens de ônibus que fazem o trajeto de Cianorte, Umuarama e Paranavaí para São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina ou Distrito Federal tiveram reajuste considerável.

O usuário que pretende viajar, por exemplo, de Paranavaí para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, terá que desembolsar R$ 112,32, antes a passagem custava R$ 103,20. A tarifa do trajeto de Umuarama para Presidente Prudente, no interior de São Paulo, passou de R$ 84 para R$ 86. Já a passagem de ônibus de Cianorte para Uberlândia, em Minas Gerais, a passagem foi de R$ 143,15 para R$ 156,10. O reajuste se deve a recomposição do poder aquisitivo da moeda em razão de variações inflacionárias que trazem impactos aos custos das prestações de serviços. O reajuste, diz a ANTT, é calculado de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e do preço do óleo diesel.

Quem viaja costumeiramente se assustou ao passar no guichê e receber o anúncio do reajuste, mesmo sabendo que o momento é complicado e o país passa por uma crise econômica e política, e a maior reclamação dos usuários, na maioria das vezes é que esse reajuste não é repassado em melhorias, mas segundo a ANTT esse reajuste é anual e consta em Diário Oficial, por isso nem todas as agências informam aos passageiros e acabam os pegando de surpresa. Outros fatores para o reajuste são: concessões feitas em negociações coletivas de trabalho, como a que proveu 10% de aumento salarial e 25% de aumento no vale-refeição aos motoristas e cobradores trouxeram “aumento de custos” aos empresários. O aumento da passagem procede, e ainda assim ele ficou um pouco abaixo da inflação.

Reajuste em passagens de ônibus de Salvador melhora frota

Salvador deve ganhar veículos novos.

Salvador deve ganhar veículos novos.

Os três novos consórcios rodoviários que deverão começar a operar em linhas suburbanas na capital da Bahia devem agradar boa parte dos usuários do serviço, mesmo anunciando que anualmente o valor das passagens de ônibus deve subir. Apesar do reajuste anual já ser divulgado durante assinatura do contrato entre a prefeitura de Salvador e as empresas vencedoras da licitação das linhas rodoviárias, no Palácio Thomé de Souza, o secretário de Urbanismo e Transportes, Fábio Mota, garantiu que a idade média dos veículos passará a ser reduzida de oito anos para três. A mudança obrigará as licitadas a colocaram mais de 600 veículos novos antes mesmo de começarem a operar em Salvador.

Com a modernização, os consórcios Plataforma, Ótima (antigo Jaguaribe) e Salvador Norte colocaram juntos, mais de 2400 ônibus convencionais e 300 micro-ônibus nas ruas baianas. Um cálculo predefinido no edital de licitação prevê o reajuste tarifário anual até 2017, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e um aumento preestabelecido para os próximos 23 anos de contrato. Enquanto as licitações para operar dentro da cidade estão a todo vapor, as obras de mobilidade urbana são uma icônica e podem não sair do papel tão cedo. Para o prefeito ACM Neto, a população deve observar as melhorias em longo prazo, já que as mudanças dependem de grande investimento e de muitos estudos para realinhar os trajetos rodoviários mais críticos. A expectativa é que a prefeitura reduza o número de linhas extensas e melhore a distribuição de veículos disponíveis para a região interna dos bairros.

Por causa da falta de planejamento nas gestões anteriores, o sistema de transporte de Salvador ficou precário, depois que as linhas se tornaram verdadeiros puxadinhos, se estendendo conforme o aumento do fluxo da população em áreas específicas. O que também segue no mesmo caminho são as empresas rodoviárias que já operam na cidade. Empresas metropolitanas que farão parte do novo sistema, também possuem ligação com os consórcios que assinaram o novo contrato. Os ônibus novos que circularam a partir do ano que vem terão catracas posicionadas na parte dianteira e serão divididos em cores para separar as linhas referentes ao subúrbio, a orla e o miolo.

Preços de passagens de ônibus de João Pessoa sofrem reajustes

Aumento poderia ter sido maior.

Aumento poderia ter sido maior.

Os preços de passagens de ônibus de João Pessoa foram reajustados em R$ 2,35, no início da semana passada pelo prefeito Luciano Cartaxo. O aumento tarifário é inferior ao valor pedido pelas companhias de ônibus e está abaixo do preço aprovado pelo Conselho Municipal de Mobilidade Urbana. Desde 2012, essa é a primeira vez em que a prefeitura de João Pessoa sobe as passagens rodoviárias. Antes dos manifestantes irem às ruas em protesto contra o reajuste das passagens de ônibus, o preço para embarcar em ônibus de João Pessoa era R$ 2,30, que passou a ficar 10 centavos mais barato há um ano. Com o aumento, os benefícios para quem utiliza o transporte coletivo da cidade também devem aparecer nos próximos meses.

O compromisso entre as companhias rodoviárias e a prefeitura é de que pelo menos 50 veículos novos estejam disponíveis nas ruas do município até o começo do ano que vem. Há também a preocupação com ônibus adaptados que garantam mais acessibilidade para passageiros com mobilidade reduzida. O Sintur – Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbano que representa os donos das auto viações, se queixou do valor do combustível, do reajuste salarial e dos gastos com operação para convencer o poder executivo sobre o aumento. As gratuidades nas passagens, a idade da frota e o número de passageiros também fizeram parte das reclamações.

Ouvindo as reinvindicações do Sintur, o próprio Conselho de Mobilidade Urbana entendeu que o reajuste tarifário mais correto seria de R$ 2,40. Apenas um dos membros que participou da votação, foi contra o valor proposto. O cálculo das passagens foi somado pelo órgão GEIPOT, referência em todo o território nacional. A instituição do Ministério das Cidades divide o preço das passagens com o custo somado em todas as operações com o número de clientes ativos. Dos dois últimos anos pra cá, a população de João Pessoa viu 61 ônibus novos e outros 18 seminovos ganharem as ruas da cidade. Todos fazem parte do serviço de transporte coletivo do município e foram incansavelmente cobrados pela prefeitura.

Passagens de ônibus de Curitiba não são cobradas durante greve

Torcedores estrangeiros aprovam transporte de Curitiba.

Torcedores estrangeiros aprovam transporte de Curitiba.

Passageiros do transporte público da capital do Paraná se deram bem com a greve dos cobradores. Todos que embarcaram nos ônibus durante a manhã da última quinta-feira (26) não precisaram comprar as passagens de ônibus.
A paralisação não foi aceita pelos motoristas, e o fluxo das viagens rodoviárias não foi comprometido em nenhuma linha de ônibus. Apenas a passagem rodoviária para linha turismo, comprada por R$ 29, continuou sendo vendida.
Sem previsão para ter um fim, a greve promovida por cobradores começou no dia 26 de junho com aval do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc).

Foi o sindicato que se reuniu com companhias rodoviárias que trabalham na cidade para promover a paralisação em forma de protesto. Sem acordo, as reinvindicações foram parar no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR). Durante a semana passada, já foram realizados duas audiências com a intenção de negociar os pedidos dos cobradores, que ainda seguem insatisfeitos e não querem saber de voltar ao trabalho.
Segundo a prefeitura de Curitiba, a gratuidade repentina também está ligada com a Copa do Mundo, já que na quinta-feira, a capital recebeu o último jogo do Mundial na Arena da Baixada, entre o confronto das seleções de Rússia e Argélia.
A linha Circular Copa e os ônibus que levavam torcedores e turistas para a Fan Fest, na Pedreira Paulo Leminski, também circularam normalmente.

Apesar de afirmarem que estavam com receio das greves nos transportes rodoviários, turistas estrangeiros que vieram ao Brasil por causa da Copa, relataram que não foram prejudicados por causa das paradas. Muitos elogiaram o sistema de transporte de Curitiba e aprovaram as linhas especiais para transportar torcedores até os estádios de futebol. Usuários do serviço rodoviário se mostraram favoráveis à greve, desde que os protestos não comprometa a locomoção das pessoas.
Mesmo trabalhando, os motoristas também não parecem estar satisfeitos. Muitos estão reclamando das multas que irão receber caso subam em cima de calçadas ou se envolvam com acidentes no trânsito. A dupla função, proibida por lei em Curitiba, que proíbe que o motorista exerça também a profissão de cobrador, ainda não está sendo cumprida por todas as empresas de ônibus.

Preços de passagens de ônibus comprometem orçamento de gaúchos

Viação Itapemirim passagens cobra o mesmo preço das concorrentes para viagens do Rio de Janeiro até São Paulo.

Preço de passagens prejudica orçamento de porto-alegrenses.

O aumento nos preços de passagens de ônibus que acabou de entrar em ação em veículos que circulam na capital do Rio Grande do Sul, está causando impactos negativos no orçamento de várias famílias porto-alegrenses.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas – FGV, quem recebe entre um e 33 salários mínimos está incluído no grupo dos que somam prejuízos de até 2% da receita líquida que sobra final de cada mês.
O valor é superior ao que é gasto para comprar carne bovina, mas mesmo assim está bem abaixo dos índices de inflação, que chegaram a somar 7,16% no último ano.

Desde o dia 7 de abril, a tarifa rodoviária está 15 centavos mais cara do que vinha sendo praticado no começo do ano.  Agora as passagens rodoviárias estão valendo R$ 2,95 com reajuste de 5,6%.
Apenas os que embarcam nos ônibus com o Cartão TRI podem escapar do aumento por pelo menos dois meses, caso haja créditos para serem aproveitados nas roletas.
As passagens de lotações também ficaram 10 centavos mais caras.
O prefeito de Porto Alegre aumentou o preço das viagens de ônibus por causa dos aumentos salariais, da elevação no preço dos combustíveis e diminuição no número dos passageiros que pagam o valor integral da passagem.

Fora os problemas com os reajustes das passagens, a cidade aguarda a primeira licitação do transporte coletivo, já realizada na história. O prazo para companhias de ônibus apresentarem as propostas vai até o dia 3 de junho com projeção de seis meses até que os novos operadores possam estar ativos pelas ruas da capital. Tudo deve ficar pronto daqui um ano.
Hoje em dia, apenas 28% dos que embarcam em ônibus de Porto Alegre pagam os bilhetes rodoviários em dinheiro. Do restante, 32% são isentos da tarifa (aposentados e estudantes) e outros 40% contribuem com o valor, através do cartão TRI.
Muitos dos tripulantes de ônibus que aproveitam o serviço diariamente recebem o vale-transporte de empresas, como benefícios, descontando 6% do vencimento na folha salarial. Em Porto Alegre também é comum o subsídio total no valor das tarifas de ônibus.

Preço de passagens rodoviárias vive pior fase dos últimos 4 anos

O preço das passagens rodoviários é o mais baixo durante os últimos quatro anos.

Preço de passagens é o pior dos últimos quatro anos.

O preço cobrado pelas companhias de ônibus para embarcar em todo o Brasil vive a pior queda dos últimos quatro anos.
Os protestos e as manifestações generalizadas contra o aumento das tarifas para as passagens rodoviárias, durante junho do ano passado, contribuíram para que os passageiros desse tipo de serviço sofressem menos com os reajustes anuais promovidos pelas concessionárias.
Mesmo com a retomada do valor que era cobrado no início de 2013, os bilhetes para viagens de ônibus se mantem acessíveis para a maioria.
Entre o período anual de 2011 e 2012, aumentos consideráveis foram detectados por uma pesquisa encomendada pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o estado, junto com o Rio Grande do Sul é uma das regiões mais caras para se andar de ônibus.

Na época, a instituição avaliou os preços rodoviários fornecidos por 11 auto viações, em 89 viagens com destinos para 18 estados brasileiros, sempre com embarques feitos na capital mineira.
A pesquisa constatou elevações abusivas na tarifa para trechos até Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, deixando as passagens 45,7% mais caras, em Congonhas com 22,2% a cima do valor cobrado anteriormente e em Bom Sucesso, em Minas Gerais, com a mesma porcentagem.
Além de comprovar aumento gradativo nos preços dessas passagens, o Procon pôde comprovar muitas variações nos valores entre as companhia de ônibus.
Dados divulgados comprovaram que na época havia alterações de mais de 30% entre empresas concorrentes do mesmo trajeto. Comprar uma passagem para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por exemplo, poderia variar de R$99,87 a R$75,62 dependendo da companhia.

O mesmo aconteceu com um bilhete para Aparecida do Norte, (SP). A passagem apresentou variação significativa, de 16,75%, sendo comercializa por R$97,43 e R$83,45 a bordo do mesmo tipo de veículo.
Para evitar esse tipo de desperdício, a busca por bilhetes nas centrais de passagens rodoviárias online está facilitando a vida do consumidor.
Enquanto as companhias de transporte rodoviário sofrem para subsidiar gastos e remanejar receitas menores, o usuário é quem comemora. Pesquisas realizadas recentemente comprovam que a procura por viagens de ônibus aumento nos últimos 12 meses.

Preços de passagens de ônibus em Porto Alegre podem aumentar

Os preços de passagens de ônibus em Porto Alegre podem aumentar nos próximos 30 dias. O pedido feito pelas companhias de ônibus aconteceu depois que o salário da categoria subiu.

Passageiros de ônibus em Porto Alegre devem ficar atentos.

Os preços de passagens de ônibus para embarcar em Porto Alegre podem sofrer reajustes, caso o pedido das empresas rodoviárias, protocolado na EPTC seja acatado. A mobilização das companhias se deu depois que o Tribunal Regional do Trabalho definiu o dissídio dos rodoviários com reajustes salariais de 7,5% e pagamento de plano de saúde e vale-refeição.
Para o diretor da entidade pública que cuida dos transportes, o pedido de aumento das tarifas está de acordo com a lei. Dados sobre o salários dos trabalhadores devem ser verificados por técnicos do órgão e encaminhados ao Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu).
Quem dará a palavra final sobre o futuro das passagens rodoviárias será o prefeito de Porto Alegre. Para empresários do setor, a mudança deve ocorrer nos próximos 30 dias.

Especializas garantem que não há como fugir do aumento. A própria econômica aponta que a operação do transporte rodoviário do município precisa reagir e atualizar seus impostos o quanto antes.
O que os donos das auto viações querem é apenas subsidiar o aumento salarial proposto pela categoria. No pedido não foram apresentados percentuais para o reajuste ideal, contendo apenas índices com base nos insumos da planilha tarifária dos últimos 12 meses. Como aconteceu nas grandes capitais do Brasil, o custeio do óleo diesel reavaliado em mais de 10% no começo desse ano, impactou de forma negativa na receita de muitas transportadoras.

Para o Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), a decisão das empresas de não revelarem o aumento ideal, foi sábia.
De acordo com o gerente-executivo da Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP), Luiz Mário Magalhães Sá, a intensão é transferir essa responsabilidade para a prefeitura e a EPTC. Já que durante pronunciamento do reajuste, no ano passado, manifestações populares vieram à tona em todo o país.
Segundo a associação, desde a anulação do reajuste, no meio do ano passado, o prejuízo somado de todas as empresas de ônibus passa de R$ 60 milhões. Essa é uma das justificativas pela falta de renovação da frota. A ATP garante que os ônibus estão operando no vermelho e precisam poupar dinheiro.

Preço de passagens de ônibus em 2014 volta a subir

Preço de passagens de ônibus nas principais capitais do Brasil volta a subir no começo de 2014. Prefeituras não tem como subsidiar os descontos.

Preço das passagens volta a subir

O resultado das reivindicações contra o aumento das passagens rodoviárias e as manifestações populares que tomaram conta do país a mais de seis meses, realmente parecem estar chegando ao fim.
O discurso que impede que companhias de transporte rodoviário elevem suas tarifas de operação voltou à tona no começo deste ano.
Apesar de o preço de passagens de ônibus ser mantido sem aumentos, depois dos protestos, a Confederação Nacional de Municípios, a CNM, apoia um novo reajuste imediato para aliviar as cobranças das empresas de transporte e pede aos governos estaduais e federal, a ampliação de subsídios para que parte desses serviços e a manutenção da frota possa ser financiada.

Segundo a direção da CNM, as cidades não possuem recurso próprio para compensar a receita das auto viações, e por isso, esperam novas intervenções do governo federal para que os bilhetes rodoviários não fiquem mais caros. “Ou o governo federal dá subsídio, ou os prefeitos não vão ter como fugir do aumento”, explicou Paulo Ziulkoski.
A Frente Nacional de Prefeitos, a FNP, também vê o aumento das passagens como algo inevitável. Para o órgão, as tarifas cobradas no setor não competem apenas para um determinado município e por essa razão sonha com aprovação do Reitup – Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros, que prevê novas desonerações na área.

Em junho do ano passado, a presidente Dilma Rousseff isentou as empresas de ônibus de pagarem o PIS e Cofins sobre o faturamento geral, atrasando o reajustes das passagens.
Agora, é pouco provável que ela amplie esses recursos para continuar mantendo o mesmo valor. Mesmo assim, por causa da eleição presidencial que acontecerá este ano, muitos esperam que isso possa acontecer.
O Rio de Janeiro foi um dos primeiros estados a aplicarem o aumento. Desde o dia 8 de fevereiro, as passagens de ônibus que antes eram compradas por R$ 2,75 agora custam R$ 3,00.
Em Porto Alegre, na capital do Rio Grande do Sul, a prefeitura também já promoveu o reajuste. O valor atual cobrado pelos bilhetes rodoviários era de R$ 2,80.

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