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Viajar de avião está 35% mais caro nos últimos 4 meses

preço de passagem aereaViajar de avião neste segundo semestre do ano pode representar mais gastos comparado ao valor pago do ano passado. Acontece que segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços das passagens aéreas estão 35,9%, mais caros desde junho. Por isso, é preciso planejar para não sentir as variações de custos neste finalzinho de ano. Quanto o preço sobe, a procura pelo serviço cai, é um dos efeitos do reajuste no valor das passagens. De acordo com levantamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a procura por embarques aéreos do Brasil caiu após as novas regras.

Em maio, por exemplo, mês anterior à aprovação da cobrança de bagagem, quase 200 mil passageiros deixaram de viajar de avião durante este período. Segundo as agências de viagem, a alta nos preços das tarifas de avião foi responsável pela queda de 20% na procura por viagens domésticas, entre junho e setembro. O aumento das tarifas aéreas entre junho e setembro sofreu impacto de feriados e eventos de grande expressão no país. O valor da tarifa aérea também está relacionado à falta de competitividade no setor. A aviação do Brasil está concentrada em poucas empresas, o que dificulta a competição de preços.

Dicas para economizar no transporte aéreo do Brasil

Há várias dicas que podem tornar a viagem mais econômica, uma delas é antecipar a reserva da passagem. Porém, é preciso ficar atento as promoções das companhias aéreas e optar pelos voos em escaladas ou embarques não convencionais, já que custam menos. Outra opção é baixar aplicativos para comparar preços e ofertas antes de decidir pelo melhor itinerário.

Preço de passagem aérea sobe enquanto passageiro cai

passagem áereaMesmo com o saldo negativo no número de interessados em voar pelo Brasil, durante o primeiro semestre deste ano, as companhias aéreas continuam aumentando o preço das passagens para diversos destinos. Segundo informações da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, o preço médio para viajar de avião durante os seis primeiros meses de 2016 está 0,2% mais caro, em comparação ao mesmo período do ano passado. O curioso é que o setor não vem vivendo um bom momento, deste que a crise econômica se instalou no Brasil.

Para se ter uma ideia, só no primeiro semestre deste ano, 4,7 milhões de embarques aéreos deixaram de ser realizados. No ano passado, 26,5 milhões de passageiros foram até aeroportos do Brasil para viajar, contra apenas 21,8 milhões já registrados neste ano. Isso representa uma queda de 18% nos assentos comercializados pelas principais companhias de aviação que operam no país. Esse é o pior cenário enfrentado pelas empresas de aviação desde o primeiro semestre de 2002. Atualmente, o preço da passagem aérea cobrado por aqui, se enquadra na média de R$ 322,44, já com a inflação imposta no início do ano.

As passagens de até R$ 300 correspondem à maioria da procura por quem prefere viajar pelos ares. Segundo levantamento, 58,3% das compras do setor são feitas para trajetos desta faixa de preço. A concentração entre passagens de até R$ 1 mil somam cerca de 35,8% das vendas. Todas as faixas tiveram uma queda no número de assentos reservados, em comparação com o ano passado. Tanto a Anac quanto a Abear – Associação Brasileira das Empresas Aéreas garantem que a queda no número de passageiros de avião tem prejudicado a operação das empresas, obrigando-as a reduzirem voos e fechar várias linhas, para equiparar a oferta de assentos. A redução até o mês de agosto é de 6%. Com o impacto, as empresas também elevaram a distância média percorrida em cada viagem, atingindo 1.118 quilometro por viagem, superior ao que foi alcançado percentualmente em 2002.

Preço de passagem aérea sobe 21% no primeiro semestre de 2016

viagens aéreasComo já era previsível, voar em 2016 ficou mais caro do que visitar outros Estados de ônibus. Em um momento de crise econômica e recessão, tudo ficou mais difícil para as empresas de aviação. E o caminho foi aumentar o preço das passagens, confirmando o que a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) já havia imaginado no final do ano passado. Pesquisas feitas através de e-commerces do setor mostram que o preço da passagem aérea subiu cerca de 20%, no primeiro semestre deste ano, elevando o valor médio que antes era de R$ 663,00 para R$ 807,82.

O estudo também revelou que os destinos mais procurados neste ano, foram aqui no Brasil, principalmente para capitais onde há grande concentração de pessoas em determinadas épocas do ano. Como acontece em Salvador, que recebe turistas de todo o país, durante o Carnaval, e o Rio de Janeiro, que sediou neste ano, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos – esta inclusive foi uma das alternativas que as companhias aéreas encontraram para lucrar durante a crise, aumentaram o preço do serviço, justamente no momento em que mais tinham demanda, por se tratar de um evento prestigiado pelo mundo todo.

Compras online durante a crise

Contratar o serviço ou comprar o produto pela internet é bom, pesquisar nem tanto. Pelo menos é isso que acontece quando consumidores e turistas decidem tirar algumas horas em frente ao computador, em busca de ofertas e preços acessíveis antes de reservar a passagem. Quem compara os veículos e preços entre eles, podem ter uma justificativa a mais para aposentar o transporte “sob assas”, principalmente quando o destino fica no Estado ao lado. Por outro lado, as informações compartilhadas pelas agências de turismo online ajudam o consumidor a viajar com mais calma e agilidade. É importante saber as regras de cada viagem e companhia, antes de comprar a passagem e enfrentar imprevistos durante o embarque.

Passagem aérea reservada em cima da hora é 35% mais cara

Preço das passagens aéreas está mais caro.

Preço das passagens aéreas está mais caro.

Segundo pesquisa da Secretaria de Aviação da Presidência da República, os brasileiros estão pagando mais caro pelas viagens aéreas. Isso porque, mais de 70% dos passageiros deixam para reservar as passagens de avião na última hora. Em comparação com os preços comercializados um mês antes do embarque, o prejuízo pode ser de mais de 35% para os “atrasadinhos”.  Para se ter uma ideia, a TAM cobra R$ 863 em um voo sem escala, com saída de Salvador para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Enquanto que o mesmo percurso reservado pela mesma companhia aérea fica, no mínimo, R$ 200 mais barato, se for reservado com um mês de antecedência. A diferença de preço pode ser ainda maior se a comparação for feita entre as companhias concorrentes. No geral, quem quer evitar prejuízos em viagens na alta temporada deve tratar de reservar as passagens o quanto antes, afinal, quanto mais pessoas deixarem para contratar o serviço em cima da hora, mais caro as empresas cobrarão por isso.

O ônibus é a alternativa
A crise econômica que afeta o Brasil não tem colaborado com as passagens aéreas. De acordo com uma agência de passagens aéreas coletivas, os destinos nacionais estão com as passagens 40% mais caras, desde o segundo semestre deste ano. A notícia não é nada animadora pra quem pretende cancelar a viagem para o exterior, neste fim de ano. Com o dólar mais alto e o aumento na taxa de desemprego, a preferência é por destinos brasileiros. Para baratear o valor da passagem, vale a pena consultar os preços e serviços de um velho e bom conhecido, o ônibus!

Planejar é Economizar
Uma dica indispensável pra quem pretende viajar é utilizar os sites de busca, para pesquisar preços e itinerários disponíveis. Vale destacar que as passagens de ônibus raramente aumentam de preço nessa época do ano, e por isso, podem ser reservadas mais próximas do dia do embarque. Na internet, é preciso comprar o bilhete pelo menos quatro horas antes de viajar.

Passagem aérea é o maior item inflacionário de Ribeirão

Plano de saúde vai subir em julho.

Plano de saúde vai subir em julho.

As passagens aéreas ajudaram a inflação do município paulista de Ribeirão Preto decolar. Só os bilhetes das aeronaves responderam por 24,5% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no mesmo período do ano passado, que na ocasião apenas correspondia 0,562% do reajuste tarifário. O levantamento é da Associação Comercial e Industrial (Acirp) que realiza o mapeamento dos valores com ajuda da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Para especialistas, o aumento no preço das passagens de avião se dá a demanda das férias escolares que se aproximam, associada à falta de promoções e descontos promovidos periodicamente pelo setor. A variação não está só entre o período anual, já que a pesquisa comprovou que o aumento também foi exorbitante em comparação com os últimos 60 dias. Segundo o levantamento, as passagens aéreas foram um dos itens mais caros desse primeiro semestre. Sem as promoções, a tendência do valor para ter o transporte é só aumentar. É por isso que em meses com pouca procura pelas viagens, o serviço aéreo tende a encarecer. Além deste cenário desfavorável, a cidade de Ribeirão Preto não tem grande potencial para voos domésticos, já que o próprio setor admite que a maioria dos embarques é realizado para viagens comerciais.

Inflação de Ribeirão Preto
Com o aumento de 0,56% em maio, a inflação acumulada no ano em Ribeirão chega a 3,76%. É um número muito elevado para ser gerenciado até o final do ano. Apesar de tudo, a expectativa é que para o segundo semestre a inflação tenha uma queda gradativa. Com o movimento, os preços não deverão ficar mais acessíveis, mas por outro lado também não subirão. Novos fatores que englobam as taxas de serviços e produtos básicos podem destorcer essa perspectiva econômica que também é enfrentada por diversas cidades de São Paulo e de outros estados do Brasil. Já está previsto o aumento no orçamento de quem paga pelo convênio médico particular. O reajuste aprovado no preço do plano de assistência médica foi aprovado para vigorar no mês que vem. O valor acumulado da inflação de Ribeirão Preto soma 5,04%, nos últimos 12 meses.

Passagens de ônibus estão 800% mais baratas do que aéreas

Viajar de carro fica mais caro do que de ônibus.

Viajar de carro fica mais caro do que de ônibus.

As passagens de avião estão 800% mais caras do que as passagens de ônibus com embarque durante a última semana de 2014. A diferença pode ficar ainda maior em trechos rodoviários de longa distância, especialmente entre capitais e outros grandes centros. Em Curitiba, o bilhete rodoviário é encontrado por R$ 109 até Florianópolis (SC), enquanto as companhias aéreas estão cobrando R$ 1020 para fazer o mesmo trajeto. O valor equivale às passagens de ida e volta, e asseguram o tempo que cada passageiro vai demorar para chegar a seu destino. Nesta viagem, quem optar pelo serviço das aeronaves poderá desembarcar no estado catarinense, em apenas uma hora. Já nos ônibus, o mesmo percurso demora cinco vezes mais.

O custo em uma viagem realizada com o veículo de passeio também deve ser calculado e comparado na hora de medir as despesas. Associado aos gastos com pedágios e o combustível, o carro não é uma boa opção de viagem para quem pretende botar o pé na estrada sozinho. Entre o eixo rodoviário São Paulo e Rio de Janeiro, a passagem rodoviária sai por R$ 163, cerca de metade do que é gasto para tirar o carro da garagem. Mesmo com a diferença, se o carro transportar mais pessoas, realmente o veículo próprio se torna a opção de transporte mais barata. A comparação com o preço do aéreo pode ultrapassar os 353%, já que a passagem aérea para esta linha está em torno de R$ 740.

A duração da viagem é de uma hora, para quem preferir voar. A dica de economia também funciona em outros trechos, como é o caso de viagens de Salvador para Lenções, na Bahia. Lá, o trajeto sai por R$ 126 se for de ônibus, enquanto o custo para ir de carro é de R$ 451, considerando que o preço da gasolina esteja R$ 3 o litro e o consumo do combustível é de 10 quilômetros por litro. Para encurtar o tempo de viagem, sem abrir mão da economia, o jeito mesmo é pesquisar e comprar as passagens aéreas dois meses antes do embarque.

Preço de passagens de ônibus faz 70% desistirem dos aviões

Preço de passagem atrai turistas para ônibus.

Preço de passagem atrai turistas para ônibus.

O preço de passagens de ônibus e a comodidade na hora de reservar as passagens sem sair de casa, tem sido um dos principais motivos daqueles que desistem de viajar de avião para chegar até o destino, andando de ônibus. Segundo um levantamento feito por uma empresa especializada na comercialização de passagens rodoviárias, pelo menos 70% dos que optam pelas companhias de ônibus, afirmam que o valor da passagem é o principal atrativo entre os dois serviços, regulamentações e outras facilidades durante o processo de contra dos bilhetes rodoviários é outro ponto positivo que rouba mais de 50% dos usuários das aeronaves para as rodoviárias brasileiras, que também são responsáveis por cativar cerca de 20% dos entrevistados.

Eles preferem as viagens de ônibus, porque dizem que a localização do terminal rodoviário é bem mais acessível. Os serviços de bordo e conforto oferecido por algumas auto viações, como internet sem fio e mantas, completam a lista das vantagens rodoviárias ocupando papel decisivo de 17,8% entre os que viajam e optam pelo transporte terrestre. Com exceção do atrativo competitivo que envolve os preços das passagens entre os dois serviços, quem disponibiliza a reserva antecipada dos embarques através da internet também tem importância significa nesse tipo de avaliação. É o caso de agências de turismo online que oferecem milhares de destinos rodoviários em seus sites e aceitam formas de pagamentos facilitadas, além da comodidade e das informações que ajudam esclarecer muitas dúvidas.

Segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados veem a compra da passagem na internet com um facilitador e estímulo à reserva rodoviária entre outros serviços. Praticidade no momento do embarque e na retirada do voucher somam 18,8% dos motivos que levariam os passageiros a andarem mais de ônibus. A estrutura e os recursos oferecidos nas rodoviárias também tem participação importante na decisão de qual veículo contratar. Para 37,7% dos que participaram da pesquisa, preferem os ônibus quando o terminal rodoviário é seguro e bem organizado. Além de tudo, a pontualidade dos embarques rodoviários está satisfazendo 51,3% dos entrevistados, enquanto outros 42,4% acham o serviço regular.

Viagem de 20 minutos da Voeazul custa mais de R$ 1.500

Preço de passagem de avião é 100% mais caro do que rodoviário.

Preço de passagem de avião é 100% mais caro do que rodoviário.

Você já pensou em desembolsar mais de R$ 1.500 em apenas uma viagem aérea de 20 minutos? É isso que está acontecendo com passagens de avião pela voeazul para passageiros que querem deixar a capital baiana com destino a Feira de Santana. A simulação feita através do sistema de reserva online da companhia Azul Linhas Aéreas, apontou que o trajeto com duração de apenas 20 minutos, pode chegar a custar R$ 1.671,07 na tarifa flex, para passageiros que precisam viajar até o dia 14 de outubro. Com as taxas de embarque inclusas, a tarifa promocional para o mesmo trajeto sai em torno de R$ 110 mais barata.

Um dos responsáveis pelas relações institucionais da Azul garantiu que os valores podem mudar e ainda não foram atualizados porque a da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil não autorizou. A linha entre os dois municípios baianos foi recentemente integrada pela empresa aérea que já possui outros oito voos regulares no Estado, que são: Valença, Porto Seguro, Ilhéus, Vitória da Conquista, Lençóis, Barreiras, Paulo Afonso e Salvador. Os embarques aéreos com destino a Feira de Santana acontecem regularmente todas as terças e quintas. A Bahia é o terceiro estado do Brasil que mais recebe voos da empresa Azul e está na mira da empresa para receber mais serviços nos próximos anos.

Apesar do tempo de viagem ser bem mais demorado, quem prefere economizar e ir de ônibus, deve se deparar com uma diferença no preço da passagem, simplesmente absurda. Só pra se ter uma ideia, a viação Santana, uma das companhias rodoviárias que realizam o percurso de Salvador a Feira de Santana, cobra o preço médio de R$ 27,30 para cada embarque, sem a necessidade de reservas com muitos dias de antecedência ou preços em promoções. A viagem seguida pela companhia de ônibus está disponível todos os dias e tem duração de 1h30. Quem ainda acha que o serviço rodoviário está caro e prefere pesquisar, pode encontrar preços ainda mais acessíveis, que circulam entre R$ 20,80 a R$ 21,10 em viagens mais curtas, com duração de 1h50 em ônibus de categoria comercial.

Comprar passagem rodoviária x passagem aérea: o que é melhor?

Passagens aéreas devem ser pesquisas com antecedência.

Passagens aéreas devem ser pesquisas com antecedência.

Quem já sabe pra onde ir, mas ainda não se decidiu se sairá de casa de ônibus ou comprará a passagem aérea para embarcar, poderá confrontar as principais vantagens de cada serviço, para poder tomar a melhor opção. Desde a diferença no valor dos bilhetes, até o tempo das viagens, comprar passagem rodoviária ou de avião tem tornando a concorrência das empresas cada vez mais franca. Os que têm pouco tempo para encontrar promoções e reservar as passagens em dias de pouco movimento, com a intenção de pagar menos pelo embarque, deve preferir as passagens de ônibus. Diferente do que acontece no setor aéreo, adquirir a passagem de dia ou de noite, seja na segunda ou no final de semana, pouco influenciará no valor tarifário.

Apesar disso, quem se programa e reserva as passagens com antecedência pode conseguir boas vantagens, independente do transporte escolhido. Se o trajeto é muito longo, e a contratação dos serviços de uma auto viação está fora de cogitação, é preciso se informar com a aviação desejada sobre os melhores itinerários para garantir viagens baratas. Cada companhia aérea oferece ofertas e promoções exclusivas para baratear os voos. A internet de fato é uma importante aliada do consumidor e é por isso, que aproveita-lá antes de sair de casa, pode aliviar seu bolso. A dica para quem está em dúvida sobre preços e horários e ainda não se decidiu por qual empresa deverá viajar, é pesquisar e comparar valores através de sites especializados em turismo online.

Eles ajudam você a comparar preços com o tipo de serviço oferecido, e ainda disponibilizam a opção de compra sem ter que se deslocar até guichês de atendimento, seja nos terminais rodoviários ou nos aeroportos. Mesmo sendo evitados antes do embarque, parar nas plataformas das estações é um mal necessário, e é por essa razão que escolher as companhias de ônibus pode ser a melhor saída quando não se conhece nada da cidade onde será feito o desembarque. No geral, as rodoviárias são mais bem localizadas e mais acessíveis do que os aeroportos, entretanto, poucas tem estrutura física adequada para receber deficientes e são seguras.

Valor da passagem decola enquanto faturamento das aviações cai

Procura por passagens rodoviárias sobe, mas faturamento cai.

Procura por passagens rodoviárias sobe, mas faturamento cai.

A preferência pelas viagens aéreas na hora de desembarcar em outro Estado ou simplesmente viajar em longas distâncias, não tem garantido bons negócios ao setor de aviação brasileiro. Segundo pesquisa da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, a maioria das grandes empresas de avião, com atuação no país está operando no vermelho e apesar da boa quantidade de vendas de passagens aéreas, não tem muito que comemorar. Dos últimos anos pra cá, o ônibus que até então era considerado o serviço de transporte mais popular, passou a ser apenas uma opção boa e barata. Serviço deixado de lado pelo paraibano Renato Alvez que percorre cerca de 2 mil km até o Rio de Janeiro para visitar a família. Para ele o tempo de viagem neste tipo de trajeto é o que mais conta na hora de reservar as passagens. O valor da passagem de ônibus também pode não compensar dependendo do dia e das promoções oferecidas por companhias aéreas. É o caso do eletricista Marcos, que economizou alguns trocados e reduziu a duração da viagem em mais de 40 horas.

Foi desde 2004 que o setor aéreo passou a se popularizar e roubar boa parte do número de passageiros rodoviários, chegando a subtrair 15% das compras rodoviárias para viagens de longa distância. Mesmo com a baixa, as companhias de ônibus ainda são responsáveis por transportar mais de 56,8 milhões de passageiros em linhas interestaduais. Por outro lado, só no ano passado, mais de 50 milhões de brasileiros migraram dos ônibus para dentro das aeronaves, um aumento de mais de 150% no fluxo das viagens aéreas. O problema é que o crescimento nos aeroportos não está favorecendo as empresas de aviação, já que as receitas não são capazes de cobrirem os custos operacionais, e por isso, o preço das passagens deve ser o primeiro item a sentir a discrepância entre as realidades que cercam o setor. Segundo especialistas, a tendência daqui pra frente é pagar mais caro pelos embarques em linhas de longa distância, uma situação que pode reverter este quadro nos próximos anos.

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