Category Custo de passagens de ônibus

Preço de passagens 2014 trará boas recordações aos cariocas

Passagens rodoviários do Rio de Janeiro devem ficar mais caras.

Passagens rodoviários do Rio de Janeiro devem ficar mais caras.

O aumento já esperado de 5% no valor do diesel poderá elevar o preço das passagens rodoviárias, logo no começo do ano novo, para quem mora no Rio de Janeiro. Se a previsão da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU) estiver certa, o preço de passagens 2014 praticado desde o último reajuste em março deixará saudades. A estimativa é de que os insumos gerem um aumento na tarifa rodoviária de pelo nos R$ 0,10. Para a NTU, o valor do combustível pode prejudicar o orçamento das companhias rodoviárias em até 30%. Uma porcentagem elevada e desleal quando é comparada com os custos para automóveis, que apenas terão de pagar aumento de 3% sobre a gasolina.

O repasse desprivilegiando o transporte coletivo deve impactar no valor das passagens, e ainda inviabilizar investimentos na melhoria e renovação de frotas rodoviárias que atendem os municípios cariocas. Especialistas em inflação acreditam que o reajuste tarifário é inevitável, no entanto, não deve salgar o bolso do consumidor, porque o valor estabelecido nas catracas, ainda está abaixo do limite proposto pelas capitais brasileiras. Para a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Rio (Fetranspor), as passagem de ônibus do Rio já estavam defasadas antes do aumento do diesel, por causa do recuo causado pelas manifestações, no meio do ano. De lá pra cá, as auto viações também reajustaram os salários dos funcionários em 10%.

Quatro consórcios que administram os ônibus rodoviários estão livres para realizar o reajuste anual ainda em janeiro, segundo fórmula paramétrica, com base nos índices calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os dados medem o aumento de custos, como combustível, mão de obra, veículos e peças, e estão assegurados nos contratos de concessão. No restante do Brasil, os reajustes já começaram a ser praticados. Em Curitiba, por exemplo, a passagem de ônibus saltou de R$ 2,70 para R$ 2,85, e Recife deve definir os novos valores ainda neste mês. Já em São Paulo, o bilhete rodoviário não será reajustado, permanecendo em R$ 3, graças aos subsídios milagrosos da prefeitura.

Subsídio aumenta para compensar valor da passagem de Sorocaba

Subsídio de gratuidades no transporte rodoviário.

Subsídio de gratuidades no transporte rodoviário.

No ano que vem, cerca de R$ 36 milhões deverão ser gastos para subsidiar o transporte público de Sorocaba. A estimativa que prevê aumento de 25% no orçamento comparado com o que foi gasto este ano, faz parte do montante não arrecadado nas viagens de ônibus grátis para idosos, ou em tarifas reduzidas, concedidas em programas realizados pelas companhias rodoviárias. Pelos números da Urbes – Trânsito e Transportes, a cidade paulista tem um custo anual de R$ 200 milhões para fixar o valor da passagem de ônibus. Para garantir as gratuidades embutidas neste valor, é preciso que a própria autarquia desembolse R$ 29,5 milhões do seu orçamento, com o repasse municipal de R$ 6,5 milhões, para completar a diferença.

Com este investimento é possível garantir o transporte coletivo de pelo menos 4,9 milhões de passageiros, todo o mês. É esse número que determina quanto as concessionárias irão faturar no final do mês, mesmo quando elas liberam a passagem de idosos e outros grupos favorecidos. Segundo a Urbes, até setembro deste ano, R$ 26 milhões já foram gastos em subsídios para as empresas de ônibus de Sorocaba. Deste total, cerca de R$ 2,8 milhões foram financiados para cobrir as despesas de operação das companhias. O subsídio ao sistema de transporte coletivo é gerado através dos custos não cobertos pela tarifa pública, como a Integração Temporal, a Redução Tarifária (programa Domingão); Serviço de Transporte Especial e as gratuidades que no município paulista, prevê o embarque gratuito de passageiros entre 60 e 64 anos.

Nos últimos anos, a procura pelas passagens de ônibus coletivo da cidade vem registrando aumentos de 2% a 3% anuais. Apesar de o número ser pequeno, está entusiasmando responsáveis por órgãos que controlam o setor rodoviário de Sorocaba. De qualquer maneira, é preciso acompanhar a situação em que o brasileiro enfrenta no seu cotidiano. É importante estar sempre em observação para avaliar qual é a situação real da economia e da parte social do país, já que desempregos e alta dos impostos podem reduzir significativamente o número de interessando no transporte público de médias e grandes cidades.

Combustível é o principal vilão do preço de passagens 2014

Preço de passagens aéreas subiu no último ano.

Preço de passagens aéreas subiu no último ano.

Quem viaja de avião no Brasil nem imagina que praticamente metade do valor da passagem pago para embarcar é destinado apenas para cobrir o combustível gasto em cada operação. Essa pelo menos é a justificativa dada pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que viu o preço de passagens 2014 decolar depois de mais de 10 anos. Segundo dados da própria organização, há 11 anos, os clientes do setor aéreo não sabem o que é pagar por um aumento inflacionário, já que só no período de 2002 a 2013, as passagens aéreas chegaram a ficar 44% mais baratas. Em contrapartida, só este ano, viajar com as companhias aéreas ficou 4% mais caro em relação ao ano passado. Parece pouco, mas faz muita diferença quando se paga para ir e voltar em longas malhas viárias.

O custo do querosene que move as aeronaves também revela outro dado interessante. Segundo a Abear, geralmente é mais lucrativo viajar de avião para outros países do que circular dentro do próprio país, onde o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre o querosene de aviação varia de 12% a 25%, de acordo com a localidade. Além do combustível, o câmbio e a oferta também fazem o valor das passagens de avião subirem. Quando a demanda por determinada linha aérea, em um período específico do mês é relativamente maior, o preço também fica sujeito a ter elevações, caso que aconteceu no mês passado, durante a Copa do Mundo.

Diante da realidade desfavorável para empresas de aviação, o mercado rodoviário voltou a ser uma boa opção para os que precisam realizar viagens interestaduais. Além do preço mais acessível, os serviços de bordo são variados e a tecnologia na hora de reservar as passagens também agrada a maioria dos consumidores. No setor rodoviário, o serviço que mais sofre com o aumento no preço dos combustíveis, são as frotas rodoviárias, aquelas de ônibus coletivos que realizam viagens intermunicipais e urbanas. No aéreo, os combustíveis representam 42% do preço das passagens no Brasil, e pelo menos 33% no mundo todo.

Reajuste em passagens de ônibus interestadual entra em vigor

Compra de passagens de onibus com cartao de credito

Site facilita comprar passagens de ônibus com cartão de crédito.

Mal deu tempo de aproveitar o clima festivo da Copa do Mundo no Brasil que as empresas de ônibus interestaduais colocaram em prática o reajuste anual de 4,792% no valor das passagens de ônibus, assim que o segundo semestre de 2014 começou. Como já era esperado desde o começo do ano, os bilhetes rodoviários para viagens de média e longa distância passariam a sofrer reajuste sobre o coeficiente tarifário que reajusta o serviço do transporte interestadual com distância acima de 75 km. O aumento controlado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acontece anualmente e está previsto em contrato assinado pelas companhias de ônibus que se enquadram neste tipo de serviço.

O preço das passagens é determinado pela variação de preço do óleo diesel usado pelas empresas, pelo índice de correção da variação salarial (INPC) e pelo índice que mede a inflação do período (IPCA), além da soma de impostos junto às taxas de embarque recolhidas por alguns terminais rodoviários, sem se esquecer do valor pago em pedágios de rodoviárias cedidas por concessão, para definir o valor comercial das passagens. Desde o dia 3 de outubro de 2013, ninguém sabe o que é pagar um bilhete reajustado em viagens de ônibus de longa distância. A variação do coeficiente tarifário pode chegar a 50 centavos por passageiro a cada quilometro rodado de acordo com o tipo de ônibus escolhido, seja do ônibus Convencional com ou sem sanitário, tipo Executivo, Semileito e até Leito.

Por causa da própria competição futebolística e das férias escolares do meio do ano, ainda não dá para calcular o prejuízo que as auto viações poderão ter com a diminuição das vendas, mais caras com o reajuste. Segundo empresários de transportadoras, até o momento a população respondeu bem ao aumento, já que a diferença para uma viagem rodoviária do interior do Estado até São Paulo, no valor de R$ 100,00 não fica mais cara do que R$ 5,00. Entretanto, a medida não é válida para transportes rodoviários do tipo semiurbano que viajam para outros Estados e operam em trajetos para fora do Brasil.

Preços de passagens de ônibus de João Pessoa sofrem reajustes

Aumento poderia ter sido maior.

Aumento poderia ter sido maior.

Os preços de passagens de ônibus de João Pessoa foram reajustados em R$ 2,35, no início da semana passada pelo prefeito Luciano Cartaxo. O aumento tarifário é inferior ao valor pedido pelas companhias de ônibus e está abaixo do preço aprovado pelo Conselho Municipal de Mobilidade Urbana. Desde 2012, essa é a primeira vez em que a prefeitura de João Pessoa sobe as passagens rodoviárias. Antes dos manifestantes irem às ruas em protesto contra o reajuste das passagens de ônibus, o preço para embarcar em ônibus de João Pessoa era R$ 2,30, que passou a ficar 10 centavos mais barato há um ano. Com o aumento, os benefícios para quem utiliza o transporte coletivo da cidade também devem aparecer nos próximos meses.

O compromisso entre as companhias rodoviárias e a prefeitura é de que pelo menos 50 veículos novos estejam disponíveis nas ruas do município até o começo do ano que vem. Há também a preocupação com ônibus adaptados que garantam mais acessibilidade para passageiros com mobilidade reduzida. O Sintur – Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbano que representa os donos das auto viações, se queixou do valor do combustível, do reajuste salarial e dos gastos com operação para convencer o poder executivo sobre o aumento. As gratuidades nas passagens, a idade da frota e o número de passageiros também fizeram parte das reclamações.

Ouvindo as reinvindicações do Sintur, o próprio Conselho de Mobilidade Urbana entendeu que o reajuste tarifário mais correto seria de R$ 2,40. Apenas um dos membros que participou da votação, foi contra o valor proposto. O cálculo das passagens foi somado pelo órgão GEIPOT, referência em todo o território nacional. A instituição do Ministério das Cidades divide o preço das passagens com o custo somado em todas as operações com o número de clientes ativos. Dos dois últimos anos pra cá, a população de João Pessoa viu 61 ônibus novos e outros 18 seminovos ganharem as ruas da cidade. Todos fazem parte do serviço de transporte coletivo do município e foram incansavelmente cobrados pela prefeitura.

Passagens rodoviárias na Copa decolam enquanto voos caem

Copa deve diminuir procura por passagens aéreas.

Copa deve diminuir procura por passagens aéreas.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) admitiu que durante os meses em que o Brasil sediará a Copa do Mundo, companhias aéreas terão que se contentar com movimento de passageiros inferior ao ritmo normal registrado pelo setor.
O principal motivo, segundo o diretor-presidente da agência, Marcelo Pacheco dos Guaranys está no tipo de interesse dos embarques mais acionados no mês que vem.
Para a Anac, o perfil do passageiro-torcedor é mais rodoviário do que aéreo.
Enquanto a maioria da procura por viagens de ônibus e dos embarques aéreos for para ir até os estádios da Copa, o movimento deve cair, já que os passageiros que mais ocupam as poltronas dos aviões são executivos e profissionais que buscam o serviço para se deslocar até outros países e até mesmo em longas distâncias por causa de reuniões de trabalho.

Perder essa concentração econômica para turistas e torcedores não deve representar muita vantagem para as empresas de aviação.
Por outro lado, a Anac acredita que destinos que menor procura devem se equiparar com linhas aéreas mais utilizadas, como em Guarulhos e Brasília, por exemplo.
Ao contrário das passagens rodoviárias, até metade do mês passado, nem 20% dos bilhetes de avião para viagens na Copa do Mundo tinham sido comercializados. O setor colocou a venda mais de 11 milhões de passagens.
Há dois anos, as companhias de avião chegaram a ter um percentual de 189% a mais do que era vendido há dez anos, chegando a transportar 107 milhões de pessoas. A meta é alcançar os 211 milhões de passageiros até 2010.

Apesar de o setor ser atrativo para quem precisa realizar viagens interestaduais, desde 2010, a venda de passagens entre as passagens de ônibus e as aéreas é praticamente igual. Mesmo assim, o preço para embarcar nas aeronaves ficou mais barato. Embarques com valores de até R$ 300 ficaram duas vezes mais frequentes do que dez anos atrás.
A capacidade de atendimento dos aeroportos que receberão turistas durante a Copa, também preocupa organizadores da FIFA.
Os serviços oferecidos pelos 20 aeroportos que integrarão as cidades-sedes da competição são de responsabilidade da Anac.

Itapemirim passagens suspende investimento até licitação

Setor aéreo é livre de taxas.

Setor aéreo é livre de taxas.

Parece mesmo que a diferença entre os tributos e impostos previstos em concessões do governo federal entre companhias rodoviárias e empresas aéreas, está causando impasses negativos no setor rodoviário.
Pelo menos a direção da Itapemirim passagens já disse em pronunciamento oficial que suspenderá investimentos em operação e ampliação da frota até que as licitações que competem às linhas interestaduais do Brasil voltem a vigorar – elas estão suspensas por ordem judicial.
O medo de quem administra empresas de ônibus está nas novas exigências do documento. Segundo a própria Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, o processo deve priorizar melhorias nos serviços prestados pelo setor rodoviário e diminuição no preço das passagens.

A Abrati, associação que reúne auto viações brasileiras, vê o anúncio como principal motivo pela desaceleração de investimentos feitos por executivos das empresas nos últimos 12 meses.
Além da redução de gastos, os custos com as garagens também passam por reformulação.
A reclamação em relação às companhias aéreas é movida pela isenção do ICMS. A aviação civil está livre do imposto, enquanto as transportadoras são obrigadas pela ANTT a pagarem taxas de até 18% sobre o valor das passagens rodoviárias.
A agência admite que os impostos prejudicam o avanço dos investimentos e da compra no meio rodoviário, mas defende a medida com o argumento de que os dois serviços de transporte irão se alinhar no mesmo nível de qualidade.
Mesmo que seja cobrado, o transporte rodoviário interestadual é considerado público para o governo.

É justamente por esse motivo que a atividade é disputada em licitações com oferta mínima de linhas regulares e imposição de tarifas.
Ao contrário do que acontece nas viagens de avião, onde não há controle que determine o valor das passagens, a disponibilidade de novas linhas apenas depende da capacidade dos aeroportos.
O preço praticado na hora de comprar passagens é tão influente que as empresas rodoviárias tiveram que conviver com uma perda de mais de 7 milhões de passageiros nos últimos oito anos.
Apesar dos avanços e da maior procura pelas viagens de ônibus, até hoje, donos de empresas de transporte rodoviário estão se empenhando para recuperar boa parte dos clientes que partiram para os aeroportos.

Passagens rodoviárias subiram 7% durante Semana Santa no PA

Passagem de Belém está mais cara desde o Carnaval.

Passagem de Belém está mais cara desde o Carnaval.

Quem mora no estado do Pará e aproveitou o feriado prolongado dessa Semana Santa para viajar teve que pagar 7% a mais nas passagens rodoviárias.
Desde o feriado de Sexta-feira Santa, o valor da tarifa rodoviária ficou mais caro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
O órgão garantiu que a elevação também foi sentida por aqueles que viajaram de avião, barcos e navios, e andaram por linhas intermunicipais e interestaduais até o feriado de Tiradentes, na segunda (21).
O preço nas passagens de ônibus interestaduais são os mesmos desde última autorização feita pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), em outubro de 2013.

Só o custo com as viagens intermunicipais do Pará é que ficaram mais caras durante o feriadão. O aumento que inclui as taxas do terminal rodoviário ficou 7,1% mais caro em relação à Semana Santa do ano passado. Quem autorizou o reajuste foi a Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon) que passou a aplicar o novo valor desde o Carnaval de 2014.
Apenas a linha urbana que garante o trajeto até Mosqueiro, administrada pela prefeitura, não aumentou o valor dos bilhetes para o feriado santo. Os passageiros pagaram R$ 3,60 para embarcar.
Uma viagem com translado até Mosqueiro, saindo da rodoviária de Belém chegou a custar R$ 7 por uma companhia de ônibus.
Para desembarcar em Vigia o preço da passagem era de R$ 14,05; Castanhal R$ 10,60; Bragança R$ 30,84; Salinas R$ 30,96; Marudá R$ 22,50 e São Caetano de Odivelas R$ 17,12.

Para Cametá, o custo da viagem com travessia ficou em R$ 43,33, Curuçá R$ 19,50, Abaetetuba R$ 17,80; Barcarena R$ 15, Capanema R$ 23,30, Colares R$ 14,96, Marabá R$ 68,00 e Tucuruí R$ 62,50.
Segundo a Dieese, os moradores que viajaram até as cidades vizinhas com seu próprio veículo de passeio também pagaram mais caro para deixar a cidade.
O preço dos combustíveis nos postos de Belém estão cerca de 80% mais caros.
Na capital, o litro de gasolina é vendido em média por R$ 2,95, enquanto o etanol está valendo R$ 2,69 e o litro do óleo diesel R$ 2,63.

Preço de passagens 2014 aumenta em cinco capitais brasileiras

Preço de passagens de ônibus nas principais capitais do Brasil volta a subir no começo de 2014. Prefeituras não tem como subsidiar os descontos.

Preço das passagens volta a subir

Longe da efervescência das manifestações populares, o preço de passagens 2014 já ficou mais caro em cinco capitais do Brasil. Com os reajustes, viajar de ônibus até as cidades de Boa Vista, Cuiabá, Maceió, Porto Alegre e Rio de Janeiro, está tornando as despesas mensais dos passageiros ainda maiores.
Segundo levantamento feito por um portal de notícias, o grupo das capitais com os bilhetes rodoviários mais caros deve ganhar uma aliada em breve. Belo Horizonte, em Minas Gerais também havia pronunciado aumento de 7,5% desde o dia 3 de abril, porém uma liminar do Ministério Público do Estado barrou o reajuste. Se vigorar, a passagem de ônibus de R$ 2,65 vai ficar 20 centavos mais cara.

No ano passado, os protestos populares contra o aumento das passagens rodoviárias, inibiu o reajuste da maioria das cidades que haviam elevado as tarifas. Aracaju, Curitiba, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória foram as capitais que recuaram seus valores. Na época, apenas Fortaleza, outra capital que havia feito o reajuste nas catracas, não conseguiu retornar o valor antigo, por causa de uma decisão judicial.
As capitais do Mato Grosso do Sul, Amapá e Mato Grosso também reduziram suas tarifas rodoviárias, depois que a onda de protesto tomou conta das ruas do país. Todas não haviam decretado reajuste tarifário em 2013, mas mesmo assim decidiram reduzir os valores.

Esse ano, o preço pago para embarcar em um ônibus do Roraima, passou de R$ 2,25 para R$ 2,60 desde o dia 2 de janeiro. Já no Rio, o reajuste começou a valer desde 8 de fevereiro, quando a prefeitura decretou o aumento de R$ 2,75 para R$ 3. Os cuiabanos já se acostumaram com o reajuste de 20 centavos na tarifa, desde março desse ano.
No sul, o aumento é mais recente. A passagem rodoviária passou de R$ 2,80 para R$ 2,95, no dia 7 desse mês.
A capital de Alagoas foi a única a tentar impedir o aumento através da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), mas não conseguiu ter sucesso, elevando o valor de R$ 2,30 para R$ 2,50.

Preços de passagens de ônibus comprometem orçamento de gaúchos

Viação Itapemirim passagens cobra o mesmo preço das concorrentes para viagens do Rio de Janeiro até São Paulo.

Preço de passagens prejudica orçamento de porto-alegrenses.

O aumento nos preços de passagens de ônibus que acabou de entrar em ação em veículos que circulam na capital do Rio Grande do Sul, está causando impactos negativos no orçamento de várias famílias porto-alegrenses.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas – FGV, quem recebe entre um e 33 salários mínimos está incluído no grupo dos que somam prejuízos de até 2% da receita líquida que sobra final de cada mês.
O valor é superior ao que é gasto para comprar carne bovina, mas mesmo assim está bem abaixo dos índices de inflação, que chegaram a somar 7,16% no último ano.

Desde o dia 7 de abril, a tarifa rodoviária está 15 centavos mais cara do que vinha sendo praticado no começo do ano.  Agora as passagens rodoviárias estão valendo R$ 2,95 com reajuste de 5,6%.
Apenas os que embarcam nos ônibus com o Cartão TRI podem escapar do aumento por pelo menos dois meses, caso haja créditos para serem aproveitados nas roletas.
As passagens de lotações também ficaram 10 centavos mais caras.
O prefeito de Porto Alegre aumentou o preço das viagens de ônibus por causa dos aumentos salariais, da elevação no preço dos combustíveis e diminuição no número dos passageiros que pagam o valor integral da passagem.

Fora os problemas com os reajustes das passagens, a cidade aguarda a primeira licitação do transporte coletivo, já realizada na história. O prazo para companhias de ônibus apresentarem as propostas vai até o dia 3 de junho com projeção de seis meses até que os novos operadores possam estar ativos pelas ruas da capital. Tudo deve ficar pronto daqui um ano.
Hoje em dia, apenas 28% dos que embarcam em ônibus de Porto Alegre pagam os bilhetes rodoviários em dinheiro. Do restante, 32% são isentos da tarifa (aposentados e estudantes) e outros 40% contribuem com o valor, através do cartão TRI.
Muitos dos tripulantes de ônibus que aproveitam o serviço diariamente recebem o vale-transporte de empresas, como benefícios, descontando 6% do vencimento na folha salarial. Em Porto Alegre também é comum o subsídio total no valor das tarifas de ônibus.

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